País
Sangue de Madeleine no carro alugado pelos pais
A televisão britânica Sky News avançou que sangue encontrado no carro alugado pelos pais de Madeleine McCann, 25 dias após o seu desaparecimento, corresponde ao da criança.
Das três amostras de sangue enviadas para o laboratório forense de Birmingham, duas eram parciais e foram recolhidas na viatura e no parapeito de uma das janelas do apartamento.
A terceira amosta de sangue indicava total correspondência com o ADN da criança de quatro anos, desaparecida a 3 de Maio de um aldeamento turístico na praia da Luz, em Lagos.
"A polícia afirmou que esta foi a prova mais condenatória revelada pelos testes", analisados em Inglaterra, afirmou o jornalista do canal inglês Martin Brunt.
"Mostra, quanto a eles, a presença do corpo de Madeleine no carro cinco semanas depois do seu desaparecimento", continuou o repórter, a falar de Portimão.
Quanto à amostra com uma total correspondência, "a alegação é que o ADN corresponde em 99 por cento. Segundo a polícia, mostra a presença do corpo de Madeleine na mala do carro alugado pela família cinco semanas após ter desaparecido".
Relatório de inquérito da PJ chega terça-feira ao Ministério Público
No inquérito estão incluídas as declarações prestadas por Kate e Gerry McCann na Polícia Judiciária, assim como os resultados às análises do laboratório forense.
O procurador do Ministério Público de Portimão soube ao fim do dia que os sete volumes das últimas análises aos indícios ser-lhe-ão entregues terça-feira.
Os elemetos do casal McCann foram constituídos arguidos nas investigações do desaparecimento da sua filha de quatro anos.
Kate e Gerry McCann voltaram domingo, à residência de Rothley, Leicestershire, no Reino Unido, onde a segurança social decidiu analisar as condições da tutela dos dois irmãos gémeos de Madeleine McCann.
Esta é uma consequência das suspeitas sobre um possível envolvimento dos McCann no desaparecimento da filha mais velha.
Relacionamento "óptimo" entre polícias
O director nacional da Polícia Judiciária classificou de "óptimo" a colaboração entre polícias portugueses e ingleses nas investigações do desaparecimento da menina inglesa.
"Nós estamos a trabalhar o melhor possível, o melhor que sabemos neste caso desde o início e vamos continuá-lo a fazer, encontrando em cada momento as soluções mais adequadas para, dentro daquilo que nos for possível, encontrarmos a solução para este problema", afirmou Alípio Ribeiro.
O responsável rejeitou responder a mais questões sobre o processo do desaparecimento de Madeleine McCann.
A terceira amosta de sangue indicava total correspondência com o ADN da criança de quatro anos, desaparecida a 3 de Maio de um aldeamento turístico na praia da Luz, em Lagos.
"A polícia afirmou que esta foi a prova mais condenatória revelada pelos testes", analisados em Inglaterra, afirmou o jornalista do canal inglês Martin Brunt.
"Mostra, quanto a eles, a presença do corpo de Madeleine no carro cinco semanas depois do seu desaparecimento", continuou o repórter, a falar de Portimão.
Quanto à amostra com uma total correspondência, "a alegação é que o ADN corresponde em 99 por cento. Segundo a polícia, mostra a presença do corpo de Madeleine na mala do carro alugado pela família cinco semanas após ter desaparecido".
Relatório de inquérito da PJ chega terça-feira ao Ministério Público
No inquérito estão incluídas as declarações prestadas por Kate e Gerry McCann na Polícia Judiciária, assim como os resultados às análises do laboratório forense.
O procurador do Ministério Público de Portimão soube ao fim do dia que os sete volumes das últimas análises aos indícios ser-lhe-ão entregues terça-feira.
Os elemetos do casal McCann foram constituídos arguidos nas investigações do desaparecimento da sua filha de quatro anos.
Kate e Gerry McCann voltaram domingo, à residência de Rothley, Leicestershire, no Reino Unido, onde a segurança social decidiu analisar as condições da tutela dos dois irmãos gémeos de Madeleine McCann.
Esta é uma consequência das suspeitas sobre um possível envolvimento dos McCann no desaparecimento da filha mais velha.
Relacionamento "óptimo" entre polícias
O director nacional da Polícia Judiciária classificou de "óptimo" a colaboração entre polícias portugueses e ingleses nas investigações do desaparecimento da menina inglesa.
"Nós estamos a trabalhar o melhor possível, o melhor que sabemos neste caso desde o início e vamos continuá-lo a fazer, encontrando em cada momento as soluções mais adequadas para, dentro daquilo que nos for possível, encontrarmos a solução para este problema", afirmou Alípio Ribeiro.
O responsável rejeitou responder a mais questões sobre o processo do desaparecimento de Madeleine McCann.