País
Transportes urbanos de passageiros de todo o país mobilizados para a greve geral de 3 de junho
De acordo com José Manuel Oliveira, da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), "todas as empresas de transportes" estão mobilizadas e o pré-aviso de greve já foi entregue pelos sindicatos.
Segundo o responsável, citado pela agência Lusa, "todo o setor público de transporte rodoviário de passageiros de norte a sul do país" está mobilizado para a paralisação contra o pacote laboral do Governo.
A Fectrans adianta que os pré-avisos de greve já foram entregues e abrangem os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, Carris, Carristur, Transtejo/Soflusa, Fertagus, Metro Mondego, Metro do Porto, STCP e CP - Comboios de Portugal, entre outros.
A proposta de lei do Governo de revisão da legislação laboral foi hoje disponibilizada no site da Assembleia da República, depois de ter sido aprovada em Conselho de Ministros na quinta-feira.
A Fectrans adianta que os pré-avisos de greve já foram entregues e abrangem os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, Carris, Carristur, Transtejo/Soflusa, Fertagus, Metro Mondego, Metro do Porto, STCP e CP - Comboios de Portugal, entre outros.
José Manuel Oliveira considerou ainda que a "perceção do sindicato é que a greve geral de 3 de junho em nada seja inferior”, em termos de adesão, à greve conjunta da CGTP e da UGT do ano passado.
Também o sindicato dos tripulantes de cabine de Portugal (SNPVAC) vai aderir à greve, o que promete afetar os voos da TAP, Ryanair e EasyJet.
Em declarações à agência Reuters, um porta-voz sindicato afirmou que não poderia permanecer indiferente ao que descreveu como um "ataque sem precedentes aos direitos estabelecidos e aos princípios fundamentais" por parte do governo.
Em declarações à agência Reuters, um porta-voz sindicato afirmou que não poderia permanecer indiferente ao que descreveu como um "ataque sem precedentes aos direitos estabelecidos e aos princípios fundamentais" por parte do governo.
Esta terça-feira, ficou a saber-se ainda que o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses vai igualmente aderir à greve convocada pela CGTP.
A proposta de lei do Governo de revisão da legislação laboral foi hoje disponibilizada no site da Assembleia da República, depois de ter sido aprovada em Conselho de Ministros na quinta-feira.
A proposta contempla "mais de 50 alterações" ao anteprojeto inicial, das quais 12 provenientes da UGT, de acordo com a ministra do Trabalho Solidariedade e Segurança Social, Mária do Rosário Palma Ramalho que, em entrevista ao podcast da RTP Antena 1, Política com Assinatura, afirmou que o Presidente da Republica "empoderou a UGT no sentido que tornou dispensável chegar a acordo".
c/agências