País
Tribunal da Boa-Hora absolve todos os arguidos do caso UGT/FSE
O colectivo de juízes do Tribunal da Boa-Hora absolveu Torres Couto, João Proença e Rui Oliveira e Costa do crime de fraude no "caso UGT/FSE" por não se terem provado os pressupostos do crime de que estavam acusados.
Todos os 36 arguidos foram absolvidos do crime de fraude e plano criminoso. Eram acusados de desviar verbas do Fundo Social Europeu (FSE) para formação profissional prestada pela central sindical UGT.
O tribunal considerou atribuível o crime de burla na forma tentada, entretanto prescrito, ao dirigente da central sindical José Manuel Veludo.
Questionado sobre a decisão, Veludo argumentou que "os crimes que eram...isto é a brincar. É suposto, por exclusão de partes, que eu tinha conhecimento, o que não é verdade. Nem sequer eu tinha aquela função das facturas", disse.
Já Torres Couto reagiu à decisão afirmando que o processo "foi uma cruz que carreguei durante 20 anos". "Quando isto começou eu tinha 40 anos de idade, hoje estou com 60 anos. Passei um terço da minha vida como arguido", disse à Agência Lusa o antigo secretário-geral da UGT, que não assistiu à leitura da sentença por se encontrar no Brasil.
Rui Oliveira a Costa reafirmou que "o Ministério Público tinha proposto a absolvição". "Portanto, no meu caso, não tive nenhuma surpresa. E nos outros também não".
O tribunal considerou atribuível o crime de burla na forma tentada, entretanto prescrito, ao dirigente da central sindical José Manuel Veludo.
Questionado sobre a decisão, Veludo argumentou que "os crimes que eram...isto é a brincar. É suposto, por exclusão de partes, que eu tinha conhecimento, o que não é verdade. Nem sequer eu tinha aquela função das facturas", disse.
Já Torres Couto reagiu à decisão afirmando que o processo "foi uma cruz que carreguei durante 20 anos". "Quando isto começou eu tinha 40 anos de idade, hoje estou com 60 anos. Passei um terço da minha vida como arguido", disse à Agência Lusa o antigo secretário-geral da UGT, que não assistiu à leitura da sentença por se encontrar no Brasil.
Rui Oliveira a Costa reafirmou que "o Ministério Público tinha proposto a absolvição". "Portanto, no meu caso, não tive nenhuma surpresa. E nos outros também não".