País
Um detido em operação da GNR que desmantelou fábrica clandestina de produção de tabaco
Um homem foi detido e outro foi constituído arguido no âmbito da operação da GNR que desmantelou uma fábrica clandestina de produção de tabaco. No decurso da investigação foram identificados cerca de 20 indivíduos como integrantes da organização criminosa.
Para além do indivíduo detido e apresentado na quarta-feira à autoridade judiciária para primeiro interrogatório, foi igualmente constituído arguido um homem de 48 anos.
Segundo o comunicado da GNR, o segundo homem era o condutor da viatura pesada de mercadorias interveniente no acidente de viação que esteve na origem da apreensão da maquinaria destinada à produção ilícita de tabaco. Durante a noite de quarta-feira e a manhã desta quinta-feira, foram realizadas 17 buscas: seis buscas domiciliárias, quatro em armazéns e sete em veículos na disponibilidade dos suspeitos.
A operação "Simba" foi desencadeada pela Unidade de Ação Fiscal (UAF), através do Destacamento de Ação Fiscal (DAF) do Porto, e visou uma fábrica clandestina de produção de cigarros, localizada em Vila Pouca de Aguiar, utilizada por uma organização criminosa dedicada à produção e distribuição ilícita de tabaco.
Em comunicado, a Guarda explicou que a investigação teve início em meados de setembro de 2025, após a recolha de informação que apontava para a existência de uma rede criminosa constituída por pessoas de várias nacionalidades, nomeadamente portuguesas e oriundas do leste da Europa, a operar no Norte do território nacional.
“Foi apurado que a referida organização utilizava quatro armazéns distintos, todos sujeitos a diligências de busca, sendo que um deles albergava a unidade fabril clandestina de produção de cigarros, enquanto os restantes funcionavam como infraestruturas de apoio logístico, estrategicamente utilizadas para dispersar a atividade e dificultar a deteção do local efetivo de produção”, explica a GNR.
“A unidade fabril agora desmantelada encontrava-se instalada numa estrutura especificamente construída no interior do armazém, concebida para minimizar a propagação de ruído para o exterior e dificultar a referenciação da atividade ilícita. O local integrava ainda uma área habitacional, onde permaneciam, de forma sazonal e por períodos prolongados, vários trabalhadores afetos à produção”, acrescenta.
Estima-se que a fábrica clandestina agora desmantelada tivesse uma capacidade produtiva diária de cerca de um milhão de cigarros, o que corresponde aproximadamente à transformação de uma tonelada de tabaco por dia.
A GNR conclui que, com base nos elementos recolhidos até ao momento, “calcula-se que a perda de receita fiscal para o Estado português possa ultrapassar os dez milhões de euros”.
Segundo o comunicado da GNR, o segundo homem era o condutor da viatura pesada de mercadorias interveniente no acidente de viação que esteve na origem da apreensão da maquinaria destinada à produção ilícita de tabaco. Durante a noite de quarta-feira e a manhã desta quinta-feira, foram realizadas 17 buscas: seis buscas domiciliárias, quatro em armazéns e sete em veículos na disponibilidade dos suspeitos.
A operação "Simba" foi desencadeada pela Unidade de Ação Fiscal (UAF), através do Destacamento de Ação Fiscal (DAF) do Porto, e visou uma fábrica clandestina de produção de cigarros, localizada em Vila Pouca de Aguiar, utilizada por uma organização criminosa dedicada à produção e distribuição ilícita de tabaco.
Em comunicado, a Guarda explicou que a investigação teve início em meados de setembro de 2025, após a recolha de informação que apontava para a existência de uma rede criminosa constituída por pessoas de várias nacionalidades, nomeadamente portuguesas e oriundas do leste da Europa, a operar no Norte do território nacional.
“Foi apurado que a referida organização utilizava quatro armazéns distintos, todos sujeitos a diligências de busca, sendo que um deles albergava a unidade fabril clandestina de produção de cigarros, enquanto os restantes funcionavam como infraestruturas de apoio logístico, estrategicamente utilizadas para dispersar a atividade e dificultar a deteção do local efetivo de produção”, explica a GNR.
“A unidade fabril agora desmantelada encontrava-se instalada numa estrutura especificamente construída no interior do armazém, concebida para minimizar a propagação de ruído para o exterior e dificultar a referenciação da atividade ilícita. O local integrava ainda uma área habitacional, onde permaneciam, de forma sazonal e por períodos prolongados, vários trabalhadores afetos à produção”, acrescenta.
Estima-se que a fábrica clandestina agora desmantelada tivesse uma capacidade produtiva diária de cerca de um milhão de cigarros, o que corresponde aproximadamente à transformação de uma tonelada de tabaco por dia.
A GNR conclui que, com base nos elementos recolhidos até ao momento, “calcula-se que a perda de receita fiscal para o Estado português possa ultrapassar os dez milhões de euros”.