Domingo com frio e sol na generalidade do território

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para domingo, dia de eleições presidenciais, temperaturas muito baixas, mas sol na generalidade do território.

Lusa /

De acordo com Paula Leitão, meteorologista do IPMA, para domingo estão previstas temperaturas muito baixas, aguaceiros fracos, mas apenas no interior e durante a madrugada, alguma nebulosidade, mas tempo seco na maior parte do território.

"Hoje e amanhã [sábado] continuamos com aguaceiros. Hoje ainda pode haver trovoadas e granizo, principalmente nas regiões do litoral durante a manhã. Amanhã [sábado] também há condições para ocorrer granizo", referiu.

Segundo a meteorologista, está também previsto para hoje e sábado, queda de neve nos 1.200 metros de altitude, tendo sido emitido aviso amarelo.

"No domingo, vamos ter um dia com menos nebulosidade, no entanto haverá alguma nebulosidade na região do interior sul durante a madruga e pode haver alguma neve na Serra de São Mamede e em alguns pontos mais altos, e aguaceiros menos frequentes, mas a maior parte do território terá céu pouco nublado ou mesmo limpo", disse.

Também no domingo, o vento vai soprar do quadrante norte, sendo mais intenso na faixa costeira, acentuando a sensação de frio.

Quanto às temperaturas, a meteorologista adiantou que vão estar bastante baixas com previsão de uma mínima de -3 e uma máxima de 09 para Bragança, Porto entre 03 e 12 de máxima, Lisboa entre 05 e 12, no Alentejo entre 03 e 12 e Faro uma máxima de 14 graus.

"Assim, vamos ter uma madrugada de domingo fria em alguns locais com nevoeiros e com possibilidade formação de gelo ou geada, um dia de sol com vento a soprar de norte sendo mais intenso na faixa costeira", disse.

As eleições presidenciais realizam-se no domingo e concorrem 11 candidatos, um número recorde. Caso nenhum consiga mais de metade dos votos validamente expressos, realizar-se-á uma segunda volta em 08 de fevereiro entre os dois mais votados.

Os candidatos são Henrique Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e CDS), António Filipe (apoiado pelo PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (apoiado pelo PS), o pintor Humberto Correia, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), Cotrim Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), André Ventura (apoiado pelo Chega) e o músico Manuel João Vieira.

O vencedor deste sufrágio vai suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016 e que termina o seu mandato em março.

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