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Geografia pode ser obstáculo. Eleitores no estrangeiro votam nas presidenciais em consulados

Milhares de eleitores no estrangeiro têm de se deslocar presencialmente a consulados para poderem votar nas presidenciais.

RTP /

Foto: Marcos Borga - Lusa

Decorre este sábado a votação de eleitores no estrangeiro para as presidenciais.

Há quem tenha de fazer centenas de quilómetros e mesmo quem tenha de se deslocar a outro país onde haja representação diplomática portuguesa.Um português a viver na Islândia conta nas redes sociais que terá de votar na Noruega: "Fiz as contas por baixo - para não exagerar - e o exercício do meu direito de voto custa-me cerca de 550 euros".

Ao contrário das eleições legislativas, em que o voto pode ser por correio, nas presidenciais a lei estipula que este deve ser apenas presencial.

Os obstáculos atingem o limite no caso dos portugueses que vivem em ilhas francesas das Caraíbas, uma vez que pertencem ao consulado de Paris.

Nas últimas presidenciais votaram apenas 29 mil emigrantes dos cerca de um milhão e 700 mil recenseados.
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