Gouveia e Melo elege "lentidão da justiça" e "problemas na segurança interna" entre desafios a vencer

O candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo deseja "um país próspero, livre e coeso" e elege a "lentidão da justiça", a habitação, saúde, educação e "problemas na segurança interna" entre os desafios a vencer em 2026.

Lusa /

Numa mensagem de Ano Novo gravada em vídeo, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada dirige-se aos portugueses e incentiva-os a "transformar 2026 num novo despertar, num caminho renovado".

"Acredito numa democracia justa que promove a coesão e que não deixa ninguém para trás: idosos que precisam de cuidados e jovens que precisam de oportunidades. Aprendi desde novo que unidos somos mais fortes. Desejo um país próspero, livre e coeso, com todos, por todos", declara.

Depois, Gouveia e Melo considera que há "muitos desafios para vencer" no novo ano, entre os quais inclui "a habitação, a saúde, a educação, a desburocratização do Estado, a lentidão da justiça e o acesso equitativo a esta".

Segundo o almirante, entre os desafios que Portugal enfrenta estão também "problemas na segurança interna" e, por outro lado, há "nuvens muito carregadas e incertas no ambiente externo".

"Juntos, vamos transformar este país e cumprir Portugal, dos jovens aos idosos, todos unidos nesta grande jornada de um futuro diferente, ambicioso, próspero, coeso, seguro e justo", afirma.

O candidato presidencial manifesta-se convicto de que os portugueses vencerão estes desafios e promete empenhar-se nessa "muito nobre missão" com todas as suas "forças, capacidades, compromisso, empenho e vontade".

"Porque acima de tudo sou um de vós. Bom ano de 2026, com saúde, amizade e força, para um futuro diferente, de esperança e realização", conclui o almirante, agora na reserva, que coordenou a equipa responsável pelo plano de vacinação nacional contra a covid-19.

São candidatos às eleições presidenciais de 18 de janeiro, além de Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado por PSD e CDS-PP), António José Seguro (apoiado do PS), António Filipe (apoiado por PCP e PEV), Catarina Martins (BE), Jorge Pinto (Livre), João Cotrim Figueiredo (IL), André Ventura (Chega), Humberto Correia, André Pestana e Manuel João Vieira.

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