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Debate quinzenal com o primeiro-ministro na Assembleia da República

PS critica lei do arrendamento do Governo e primeiro-ministro acusa socialistas pelos problemas na habitação

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PS critica lei do arrendamento do Governo e primeiro-ministro acusa socialistas pelos problemas na habitação

O primeiro-ministro confronta-se esta sexta-feira com as questões da Oposição na Assembleia da República. O debate quinzenal acontece um dia depois de o ministro das Finanças ter apresentado a proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano. Acompanhamos aqui, ao minuto, a sessão plenária.

Ana Sofia Rodrigues, Cristina Santos, Filipe Alexandre Gonçalves, Carlos Santos Neves - RTP / Adicionar como fonte informativa

Emissão da RTP Notícias


José Sena Goulão - Lusa

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"Falhou à saúde desde a primeira hora"

Sobre a Saúde, o líder socialista acusa o governo de falhar "a todas as promessas da saúde: no médico de família para todos, tempo de espera para primeira consulta, para cirurgia e cirurgia oncológica. Não pode atirar as culpas para os imigrantes".

José Luís Carneiro enumerou valores dos últimos sete meses: "há menos 24 mil cirurgias, uma quebra de 21 mil nas primeiras consultas, um aumento de 12,7 por cento dos tempos de espera médio para cirurgias".
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"Governo tem demonstrado grande insensibilidade" na Habitação

O líder do PS escolheu o tema da Habitação para a primeira questão que colocou ao primeiro-ministro. José Luís Carneiro lembrou o aumento de "18 por cento o número de jovens a viver em casas sobrelotadas".

Sobre a nova lei das rendas garantiu que vai “tornar mais difícil, ao jovens poderem entrar no mercado de arrendamento porque em vez de duas rendas adiantadas, vão ter que dar três, a caução desaparece, os idosos têm razões para temer que os fundos imobiliários exijam rendas que eles não vão poder pagar”.

Depois o líder socialista recordou a proposta que o PS sobre o arrendamento e questionou o governo: "está ou não disponível para viabilizar a proposta que o PS apresentou".
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Montenegro nega corte de pensões

O primeiro-ministro diz que se tratou de "um erro" e esclareceu que "aquele que paga mais, deve devolver aquilo que recebeu a mais".

O primeiro-ministro acaba de esclarecer que não houve corte nas pensões.

Luís Montenegro diz ser "manifestamente falso" e explicou que houve um "erro" que afetou 2937 pensões na base de inscrições que foram feitas no sistema há mais de 15 anos e fez com que "o valor pago em 4 meses fosse superior, numa média de 93 euros por pensão."

O Governante refere que se trata de pensionistas que têm um rendimento de 2475.64 euros e "foi-lhes aplicada indevidamente uma pequena vantagem" que "não tinham direito".

Por fim, o primeiro-ministro realçou que a decisão do governo não foi a de "cortar nada" mas sim aplicar a lei. "Aquele que paga mais, deve devolver aquilo que recebeu a mais", salientou


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Ventura diz que Montenegro não tem "grande qualidade" para ser primeiro-ministro

Montenegro diz que Ventura "vive para as manchetes dos jornais" e Ventura fala em "roubo de Estado"

André Ventura começou por dizer que o problema que o partido Chega tem com Montenegro é o facto de não ter "grande qualidade para ser primeiro-ministro"

O líder do Chega referiu que o governo liderado por Luís Montenegro continua a não descer o IVA dos combustíveis.

Ventura também salientou que o PSD rasgou o acordo do IVA zero que estava previsto para o cabaz alimentar.

Em resposta, Luís Montenegro fez questão de salientar que o Chega "vive para as manchetes dos jornais, nós vivemos concentrados em dar resposta às necessidades do país", salientou.

O primeiro-ministro realçou ainda que "desde a semana de 2 de março que o IVA acrescido sobre os preços dos combustivos tem uma taxa: Zero. Nós devolvemos todo o IVA arrecadado."

O líder do Chega voltou a referir que as decisões do Estado no que toca à política fiscal "não é equilíbrio, é roubo de Estado".

Em resposta, Montenegro disse que o deputado "é só conversa" e em tom irónico referiu que "borla das portagens do Ventura é borla para toda a gente".

André Ventura, por seu lado, defende o fim das portagens em Portugal e prometeu: "No dia em que puder, acabarei com todas as portagens".

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Governo "está de parabéns"

A resposta do primeiro-ministro ao líder parlamentar do PSD começa por recordar as previsões "quando em 2024/2025 algumas personalidades prognosticaram que (...) vinha a caminho um défice (...) isso deu muitas tiradas (...) quando a meio de 2024 decidimos descer o IRS (...) enganaram-se".

Luís Montenegro garante que "se há coisa que nós preservamos foi a saúde da despesa financeira".

Razões para que o primeiro-ministro afirmar que o governo "está de parabéns", bem como "o país".

"Apesar deste bom resultado, as pessoas estão a sofrer", admite Luís Montenegro para depois recordar os descontos e apoios decididos pelo governo no que diz respeito aos combustíveis.
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"Verdadeira transformação e mudança de paradigma"

Hugo Soares, do PSD, saúda Luís Montenegro e o governo por "mais uma vez apresenta a sexta baixa de impostos para quem trabalha, a sexta em dois anos".

O líder parlamentar social-democrata afirma que este é um exemplo de uma “verdadeira transformação e mudança de paradigma”. Por comparação “com os oito anos de PS no governo”.
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Debate arranca com PCP. Raimundo elogia "dotes de bailarino" do primeiro-ministro mas Montenegro diz dançar mal

Paulo Raimundo quis saber se os lucros da Galp estão a contribuir para enfrentar os aumentos dos combustíveis.

Coube ao PCP, através de Paulo Raimundo, a primeira pergunta do debate cujo tema principal foi o Orçamento apresentado esta quinta-feira.

O deputado perguntou ao primeiro-ministro se os "1300 milhões de euros de lucros da Galp devem ou não contribuir para enfrentar os aumentos dos combustíveis e do gás."

"Não só devem como estão a contribuir", respondeu de seguida Montengro.

O Primeiro-ministro fez questão de referir que o deputado quase que fez um pré-anuncio de que as medidas do Orçamento "são boas notícias".

Montenegro salientou que o Orçamento do Estado para 2027 "dá sequência a uma política de valorização de rendimento". E acresentou que "nos últimos dois anos, os rendimentos do portugueses cresceram quase 15 por cento", significa "dois salários mensais para cada trabalhador português."

O secretário-geral do PCP considerou que o primeiro-ministro "tem dotes de bailarino", sobretudo no "vira a três", entre PSD, PS e Chega, mas Luís Montenegro recusou e disse não ter "jeitinho nenhum" para a dança.

"Isto é um vira, vira-se para o Chega e aprova com o Chega a lei dos despejos; vira-se para o PS e aprova com o PS este Orçamento que é um frete ao capital e é uma desgraça para o país. Enquanto andamos aqui neste bailarico, vai sobrando a conta para aqueles que pagam o baile: Os trabalhadores, a juventude, os pequenos empresários, os reformados".

Logo a seguir, o primeiro-ministro ripostou: "Se há coisa para a qual não tenho jeitinho nenhum é para dançar".

Na sua intervenção, o secretário-geral do PCP acusou o primeiro-ministro de ter apresentado um Orçamento que desprotege as famílias face ao aumento do custo de vida, enquanto os grupos económicos vão beneficiar com descidas de impostos, benefícios fiscais e mais rendas.

O primeiro-ministro contrapôs que, desde 2024, os salários dos trabalhadores aumentaram 15% em termos líquidos, o que corresponde a mais dois salários. E advogou que em 920 dias que está em funções na liderança do Governo "não houve um único aumento de impostos".
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Debate quinzenal
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Ensaio para a discussão da proposta de Orçamento do Estado para 2027

O primeiro-ministro vai esta manhã ao Parlamento para mais um debate quinzenal, desta feita sob o signo da proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano, entregue e apresentada na véspera pelo titular da pasta das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.

Luís Montenegro deverá ser desde já confrontado com as primeiras críticas a este documento, mas também questões relativas à resposta ao aumento do custo de vida e à nova lei das rendas.O início do debate, que deverá prolongar-se por aproximadamente duas horas, está marcado para as 10h00.

O debate quinzenal desta sexta-feira vai ser encetado pelos partidos, com a primeira pergunta a caber ao secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo.

Seguir-se-ão os pedidos de esclarecimento de PSD, Chega, PS, IL, CDS-PP e dos deputados únicos de BE, PAN e JPP, com resposta imediata do chefe do Executivo.

Na sequência do debate quinzenal, Luís Montenegro responderá ainda aos deputados sobre o Conselho Europeu marcado para a próxima semana.
Os números do Orçamento

No cenário traçado pelo Governo de PSD e CDS-PP para o próximo ano, a economia deverá crescer 2,1 por cento. Para a inflação, está previsto um abrandamento dos 2,9 por cento deste ano para 2,3 no próximo.

O Governo prevê, por outro lado, uma descida do rácio da dívida pública sobre o PIB para os 84,5 por cento, continuando a apontar para um ligeiro excedente orçamental: para este ano, a nova previsão é a de que as contas fiquem a zero; no próximo ano, espera-se um saldo positivo de 0,1 por cento, ou cerca de 200 milhões de euros.No capítulo fiscal, os escalões de IRS vai ser atualizados em 3,88 por cento. O governo espera assim garantir neutralidade fiscal para aumentos salariais até 4,5 por cento. Para as empresas, mantém-se a descida do IRC programada para a legislatura: a taxa será, em 2027, de 18 por cento.

O salário mínimo vai aumentar de 920 para pelo menos 970 euros, valor que consta do acordo com os parceiros sociais. Para os funcionários públicos está garantido um aumento de pouco mais de 60 euros, no mínimo. Todavia, as negociações com os sindicatos estão ainda em curso.

Os pensionistas com pensões mais baixas também terão um aumento de 50 euros do Complemento Solidário para Idosos, que vai passar para os 720 euros. Haverá também a atualização das pensões de acordo com a lei.

A proposta de Orçamento do Estado prevê um corte no orçamento da saúde. As contas do Governo apontam para um gasto total, neste domínio, de mais de 17.800 milhões de euros: é uma descida de 1,5 por cento em comparação com o ano em curso.

Em sentido contrário, a segurança interna terá um aumento de 13 por cento e a Educação terá também um aumento de quase cinco por cento.
Como reagiram os partidos

O PS exprimiu já dúvidas sobre se o Governo cumpriu duas das condições que o partido elencou para viabilizar a proposta de Orçamento por via da abstenção - os investimentos para conclusão de projetos do PRR e para recuperação dos prejuízos das tempestades.

Por sua vez, o Chega traçou já a avaliação de um "mau Orçamento, que não responde às necessidades", recusando-se a ser "muleta" do Governo.

O líder parlamentar da Iniciativa Liberal, Mário Amorim Lopes, criticou que a despesa do Estado continue "a crescer acima daquilo que são as possibilidades do país e dos portugueses" e afirmou que quer impor ao Governo "como uma condição para este Orçamento do Estado" que limite o crescimento da despesa.

As forças que suportam o Governo, PSD e CDS-PP, trataram de elogiar as "contas sólidas e justas" da proposta orçamental e defenderam a opção, por parte da AD, de aumentar o rendimento dos portugueses através das mexidas no IRS.

c/ Lusa
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RTP / Adicionar como fonte informativa

OE2027. Governo elogia "contas sólidas", oposição critica proposta

A oposição acusa o Governo de não apresentar medidas que respondam ao aumento do custo de vida no Orçamento do Estado para 2027. PSD e CDS-PP pedem à oposição que viabilize o documento de modo a que seja evitada uma crise política.

Foto: António Pedro Santos - Lusa

O PSD e o CDS-PP elogiaram esta quinta-feira as "contas sólidas e justas" da proposta orçamental do Governo para 2027 e defenderam a opção da AD de aumentar o rendimento dos portugueses através das várias descidas do IRS.

Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, apontou uma diferença fundamental entre as opções do executivo da AD e a que seria a dos principais partidos da oposição.

"O PS e o Chega acham que toda a folga orçamental do Estado devia ser direcionada para diminuir o preço dos combustíveis. Isso poderia levar a que todas as semanas isso acontecesse e levar o país alegremente, como já aconteceu, à bancarrota", considerou.

O dirigente social-democrata questionou até se seria justo para quem não tem ou não pode ter carro soubesse que o Estado estava "a canalizar todos os seus recursos para diminuir o preço dos combustíveis".

"Eu não acho que seja justo. É preciso dizer aos portugueses de forma muito clara que as nossas políticas são precisamente dar rendimento às pessoas para que elas possam fazer as suas opções", afirmou.

Também o líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio, elogiou o documento apresentado pelo ministro das Finanças.

"Este é um orçamento que é certo e é o orçamento que o país precisa para este momento", disse, avisando que "a última coisa de que o país precisaria era de uma crise política" provocada por um eventual chumbo do documento, que deverá ser viabilizado pela anunciada abstenção do PS. Chega diz que Governo apresentou um "mau orçamento"
O presidente do Chega considerou que o Governo apresentou um "mau orçamento, que não responde às necessidades" e disse que o partido "não é muleta" do Executivo, apesar de não se comprometer para já com um voto contra.

"Este é um mau orçamento, é um orçamento que não responde por isso às necessidades que as pessoas têm e às grandes crises que estão a passar", afirmou André Ventura.

O deputado considerou que o Orçamento do Estado para o próximo ano "vai traduzir-se para os portugueses num brutal aumento do custo de vida".

Questionado sobre o sentido de voto, o líder do Chega remeteu o anúncio para mais tarde, mas salientou que o seu partido "não é muleta do Governo, nem quer ser".

"A nossa função é liderar a oposição responsavelmente, por isso esse anúncio será feito a seu tempo, mas acho que fica claro por esta análise que é um mau orçamento", afirmou.

André Ventura disse que também vai esperar para ver "o que é que o Governo está disposto a mudar".

O presidente do Chega antecipou que o partido irá apresentar "muitas propostas de alteração" e indicou que vai insistir em matérias como a isenção de portagens, a descida do IVA dos combustíveis ou a isenção deste imposto para um conjunto de bens alimentares essenciais.
PS tem dúvidas se estão cumpridas condições para viabilizar proposta
O PS manifestou, por sua vez, dúvidas se o Governo cumpriu duas das condições que colocou para viabilizar a proposta de Orçamento para 2027, casos dos investimentos para conclusão de projetos PRR e para recuperação dos prejuízos das tempestades.

O vice-presidente da bancada socialista, António Mendonça Mendes, repetiu a tese de que o PS "não quer acrescentar às crises uma crise política". Por outro lado, nunca colocou em causa a abstenção do seu partido na votação do Orçamento na generalidade.

Mas deixou um aviso para a fase de especialidade na apreciação da proposta do Governo de Orçamento para o próximo ano.

"Uma análise preliminar não nos permite tirar a dúvida sobre se duas das condições (colocadas pelo PS) estão cumpridas. Uma diz respeito a garantir que todos os projetos que estavam no PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) deveriam ser continuados e, em segundo lugar, que havia cabimentação orçamental para pagar os investimentos dos prejuízos das tempestades do início do ano. Cabe agora ao Governo, durante o processo de especialidade, que é um processo trabalhoso, demonstrar de forma absolutamente inequívoca que todos esses projetos estão consagrados", declarou António Mendonça Mendes. IL diz que voto contra "é muito provável" se Governo não "corrigir rota" da despesa
O líder parlamentar da IL, Mário Amorim Lopes, criticou que a despesa do Estado continue "a crescer acima daquilo que são as possibilidades do país e dos portugueses" e disse que quer impor ao Governo "como uma condição para este Orçamento do Estado" que limite o crescimento da despesa.

"O voto contra é muito provável, se o Governo não quiser corrigir esta rota, se não estiver disposto a colocar um limite ao crescimento da despesa", anunciou.

A IL, de acordo com o seu líder parlamentar, não está a pedir um "corte na despesa" porque sabe que "o Governo não é capaz de o fazer".

"Não tem essa coragem política, não tem esse perfil, não está talhado para isso. E, portanto, o que nós estamos a pedir é que a despesa não cresça tanto quanto o Governo quer que cresça", explicou.CGTP fala em OE "muito negativo"
A CGTP considera que a proposta de Orçamento do Estado é muito má para a vida de cada português. Tiago Oliveira fala numa degradação dos serviços.

“Não há nada para estar contente neste Orçamento do Estado”, disse em declarações à RTP, considerando que a proposta é “uma ferramenta política”.

“Aquilo que está neste OE é muito mau e muito negativo para a vida de cada um”, vincou, dizendo que a proposta “continua a degradar os serviços públicos, nomeadamente o Serviço Nacional de Saúde”.
CFP valida previsões do Governo mas alerta para riscos no crescimento
O Conselho das Finanças Públicas (CFP) validou as previsões macroeconómicas do Governo para o Orçamento do Estado de 2027 (OE2027), mas alertou para riscos de crescimento económico inferior ao previsto e de uma inflação mais elevada.

"No que respeita à inflação, destaca-se uma potencial subestimação tanto em 2026, como em 2027", refere o CFP, no parecer sobre o cenário macroeconómico que acompanha a proposta orçamental.

O organismo independente considera que o cenário do Governo se apresenta "globalmente como estatisticamente provável", embora identifique riscos descendentes para a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027.

c/ Lusa
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OE 2027: IVA e imposto sobre os combustíveis sem alterações. Escalões do IRS atualizados

Em matéria de impostos, a proposta do Orçamento do Estado para 2027, entregue esta quinta-feira, prevê a atualização dos escalões de IRS em 3,88 por cento. Debate-se, no entanto, em que medida este alívio poderá fazer frente ao aumento do custo de vida.

Um cidadão que veja o salário ser aumentado em mais de 4,5 por cento pode acabar penalizado pela nova atualização.
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