Política
Guerra no Médio Oriente
Impactos da guerra voltam a São Bento. Montenegro enfrenta debate quinzenal
A guerra no Médio Oriente e a consequente crise energética são temas que estarão no centro do debate quinzenal. Espera-se que as alterações à lei laboral também sejam abordadas pela oposição na Assembleia da República.
O debate será aberto esta quarta-feira, a partir das 15h00, pelos socialistas e deverá ficar marcado pelo conflito entre os Estados Unidos e Israel com o Irão, as condições de utilização pelos EUA da Base das Lajes, a expansão da crise energética e, a nível mais nacional, a lei laboral.
No último debate, há duas semanas, poucos dias após o início do conflito, o primeiro-ministro anunciou que o Governo estava a preparae um mecaninsmo de desconto nos combustívies quando o aumento ultrapasse os dez cêntimos. Desconto que os líderes do PS e do Chega consideraram insuficiente. Já PCP e BE edem a regulação e fixação dos preços dos combustíveis e dos bens essenciais para proteger os consumidores.
Na altura, Luís Monenegro revelou que "antes do ataque inicial dos EUA ao Irão não houve nenhuma informação adicional a Portugal", quando questionado sobre a utilização da Base das Lajes.
A IL marcou para quinta-feira um debate de urgência no Parlamento sobre os efeitos da guerra no Irão e da "sobrecarga fiscal no dia-a-dia dos portugueses" e o PCP agendou para dia 25 um debate com o Governo sobre "política geral", centrado na "escalada de preços".
Esta tarde, o primeiro-ministro vai manter-se no hemiciclo depois da Assembleia da República para o debate preparatório do Conselho Europeu. Esta semana os líderes europeus devem aprovar medidas temporárias para fazer face ao aumento dos custos da energia. Inês Ameixa - Antena 1
As negociações com os parceiros sociais sobre a proposta do Governo de revisão da lei laboral e o novo adiamento das eleições dos órgãos externos da Assembleia da República serão outros dos temas que marcaram a agenda política nos últimos dias e que poderão passar pela discussão parlamentar de hoje.
No último debate, há duas semanas, poucos dias após o início do conflito, o primeiro-ministro anunciou que o Governo estava a preparae um mecaninsmo de desconto nos combustívies quando o aumento ultrapasse os dez cêntimos. Desconto que os líderes do PS e do Chega consideraram insuficiente. Já PCP e BE edem a regulação e fixação dos preços dos combustíveis e dos bens essenciais para proteger os consumidores.
Na altura, Luís Monenegro revelou que "antes do ataque inicial dos EUA ao Irão não houve nenhuma informação adicional a Portugal", quando questionado sobre a utilização da Base das Lajes.
A IL marcou para quinta-feira um debate de urgência no Parlamento sobre os efeitos da guerra no Irão e da "sobrecarga fiscal no dia-a-dia dos portugueses" e o PCP agendou para dia 25 um debate com o Governo sobre "política geral", centrado na "escalada de preços".
Esta tarde, o primeiro-ministro vai manter-se no hemiciclo depois da Assembleia da República para o debate preparatório do Conselho Europeu. Esta semana os líderes europeus devem aprovar medidas temporárias para fazer face ao aumento dos custos da energia. Inês Ameixa - Antena 1
As negociações com os parceiros sociais sobre a proposta do Governo de revisão da lei laboral e o novo adiamento das eleições dos órgãos externos da Assembleia da República serão outros dos temas que marcaram a agenda política nos últimos dias e que poderão passar pela discussão parlamentar de hoje.
O debate quinzenal começará com uma intervenção inicial de dez minutos do primeiro-ministro, seguindo-se os pedidos de esclarecimento e respostas ao Chega, PS, IL, Livre, PCP, BE, PAN, JPP, CDS-PP e PSD, numa discussão com cerca de duas horas prevista.
c/ Lusa