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Marcelo vê afluência às urnas como "positiva" mas espera que aumente
Em declarações à RTP à porta do Palácio de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que a afluência registada até ao momento "é positiva" mas espera que aumente ainda mais.
Foto: Filipe Amorim - Lusa
Afluência às urnas foi de 48,28% até às 16h00
Ramalho Eanes já votou em Lisboa
O ex-presidente da República, Ramalho Eanes, já votou em Lisboa. O general afirmou que "é necessário debruçarmo-nos sobre o que é preciso transformar para que a nossa economia se transforme e acabe por ser sustentada e sustentável".
"Não creio que seja altura de falar das presidenciais", disse, considerando que Gouveio e Melo não respeitou este tempo ao anunciar a candidatura quatro dias antes das legislativas.
Presidente da República já está em Belém
Freguesia de Alvalade em Lisboa regista 50% de votantes
Açores e da Madeira com menor afluência às urnas da parte da manhã
Nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, durante a manhã foi menor a afluência às urnas nestas eleições em relação às legislativas do ano passado.
À esquerda, o apelo ao voto é feito a recordar a conquista de Abril
Pedro Nuno Santos diz que é importante para que não haja surpresas.<br />Mariana Mortágua defende o voto livre. PCP, Livre e PAN reiteram que votar é fundamental à democracia.
Líderes dos partidos à direita apelam à participação expressiva dos portugueses
Luís Montenegro diz que é importante que sintam a responsabilidade de escolher um futuro com estabilidade. O mesmo princípio segue parceiro de coligação, Nuno Melo.
André Ventura, do Chega, diz que hoje o que conta é a saúde da democracia.
Legislativas. Votação decorre com normalidade em todo o país
As urnas estão então abertas desde as 8h00. A votação está a decorrer com normalidade.
Bolieiro deseja "forte mobilização" em nome da governabilidade do país
O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, manifestou hoje esperança numa "forte mobilização" dos eleitores no ato eleitoral que promova a "governabilidade do país".
Bolieiro, que votou na freguesia da Fajã de Baixo, em Ponta Delgada, apelou a uma "forte mobilização no interesse do país" e que haja uma "decisão pela governabilidade".
"O país precisa de Governo. É bom para as pessoas, para a economia e para a solidariedade que o Estado assegure uma capacidade de governação para além da mera gestão para o desenvolvimento de Portugal", afirmou o líder do executivo açoriano, aos jornalistas.
O chefe do executivo açoriano, de coligação PSD/CDS-PP/PPM, apontou que os Açores "também precisam de um Governo estável no país porque também ajuda à estabilidade nos Açores".
Bolieiro reconhece que a ida frequente às urnas pode desmotivar o eleitor e engrossar a abstenção porque "são eleições atrás de eleições fora do prazo adequado", daí "o valor da estabilidade", desejando que haja agora "decisão do povo que permita governabilidade e estabilidade para cumprimento do mandato do princípio ao fim".
De acordo com José Manuel Bolieiro, o "exercício da democracia em funções públicas também exige reputação", o que "também está em avaliação neste momento no mundo, na Europa e em Portugal".
São 230.305 os eleitores dos Açores que estão hoje a ser chamados às urnas, ou seja, mais do que em 2024, quando estavam inscritos 230.082 para escolher os cinco candidatos a deputados, em representação da região autónoma.
Nas eleições de março de 2024, a coligação PSD/CDS-PP/PPM venceu no círculo eleitoral dos Açores, por onde também concorreram 13 partidos, com 39,84% dos votos dos 106.273 eleitores, elegendo dois deputados, seguindo-se o PS, com 29,18% e dois deputados, e o Chega com 15,76% dos votos (um deputado).
As mesas de voto estarão abertas até às 19:00 no continente e na Madeira, enquanto nos Açores abrem e fecham uma hora mais tarde em relação à hora de Lisboa, devido à diferença horária.
No total, serão eleitos 230 deputados, em 22 círculos eleitorais - 18 dos quais em Portugal continental e os restantes nos Açores, na Madeira, na Europa e Fora da Europa -, num ato eleitoral que terá um custo a rondar os 26,5 milhões de euros.
Concorrem a estas eleições 21 forças políticas, mais três do que nas eleições de março do ano passado.
JME (ASR) // CC
Lusa/Fim
Afluência às urnas até ao meio dia era de 25,56%
Esta percentagem é superior à das últimas legislativas, realizadas em 10 de março de 2024, quando a afluência média às urnas à mesma hora se estimava em 25,21%% dos eleitores.
Processo eleitoral está a decorrer dentro da normalidade, refere CNE à RTP
A Comissão Nacional de Eleições diz que tem havido algumas queixas, em linha com os anos anteriores. Casos pontuais, sobre alguma demora dos primeiros eleitores poderem votar por as mesas estarem a dar baixa dos votos antecipados.
Socialista Miguel Coelho diz ter sido alvo de agressão
Miguel Coelho do PS diz ter sido alvo de agressão por um indivíduo que o terá apelidado de "amigo dos monhés". "Atirou-me ao chão com uma "pazada" na cara", lê-se na publicação na rede social Facebook do presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.
Ventura afirma que é a "saúde da democracia" que está em jogo e que é "apenas um peão"
O líder do Chega votou em Lisboa e afirmou aos jornalistas que neste domingo o mais importante "para o país é a saúde da democracia" e que ele é "apenas um peão da democracia". Ventura apelou ainda aos portugueses para "não deixarem ninguém decidir por vocês. Façam a vossa escolha, escolham o futuro do país, independentemente do que seja".
Foto: Lusa
Em relação à própria saúde, André Ventura afirmou que está a ser acompanhado por um médico.
Num momento incerto, "votar não é apenas um direito, é um dever", alerta Cavaco Silva
O antigo Presidente da República considera que num momento internacional de instabilidade, os portugueses devem ir votar. "É decisivo", frisa mesmo Aníbal Cavaco Silva.
Votação no Arquipélago dos Açores
Votação no Funchal
Pedro Nuno Santos apela ao voto "para que não sejamos surpreendidos por algo que não queremos"
O líder do Partido Socialista votou em Lisboa com o filho Sebastião e apelou ao voto e a uma forte participação eleitoral. "Que não deixemos para outros a decisão do que queremos" e para que "não sejamos surpreendidos por algo que não queremos".
Foto: Lusa
Lembra que o voto é uma conquista da liberdade, um "instrumento de defesa dos portugueses" e uma "arma do povo", que deve ser usada.
"Apelo a que votem", pede Nuno Melo
O dirigente do CDS-PP e parte da coligação da AD, votou em Aldoar e pediu para que as pessoas votem e diz estar %u201Cimpressionado%u201D com a quantidade de pessoas que viu a votar nesta escola, quando comparado com a votação do ano passado.
Mariana Mortágua relembra os "50 anos do voto livre em Portugal"
A líder do Bloco de Esquerda votou numa escola em Lisboa a meio da manhã e frisou que ainda "há muito tempo para votar". Mariana Mortágua apelou ao voto e relembra que "são os 50 anos do voto livre em Portugal. São os 50 anos em que as mulheres puderam votar livremente pela primeira vez em Portugal. E por isso, é tão importante votar e lembrar-nos que estamos a eleger quem nos representa".
Foto: Lusa
Votação em Évora
Inês Sousa Real diz que pessoas "não devem desistir de participar, muito pelo contrário"
A dirigente do PAN admite que ciclos eleitorais curtos não chamam ao voto, mas considera que as pessoas não devem desistir de participar para escolherem o futuro e que deve ser o dever cívico.
Foto: Lusa
Votação em Vila Real
Aguiar-Branco apela ao voto num "momento crítico"
O atual presidente da Assembleia da República votou no Porto e apelou ao voto numa altura em que o país "atravessa um momento crítico" e está confiante "que os portugueses, esclarecidos com a campanha eleitoral, irão fazer a sua opção".
Para o presidente da Assembleia da República, a queda da abstenção é "a sondagem das sondagens. E tudo o que seja uma participação ativa, é sinal que estamos a fazer o que é importante na democracia, que é intervir, participar civicamente e depois todos aceitarmos as decisões do povo".
Votação em Faro
Votação em Coimbra
Votação na Guarda
Rui Rocha frisa que "é muito importante o que estamos a decidir"
O presidente da Iniciativa Liberal votou em Braga e frisou que o que se está a decidir neste ato eleitoral "é muito importante o que estamos a decidir" e apelou aos portugueses "que decidam em consciência" e "que tenham em conta que temos quatro anos pela frente".
Foto: Lusa
Segundo o líder da Iniciativa Liberal aproxima-se "uma legislatura muito exigente e faz sentido que todos contribuam com a sua escolha para esses quatro anos que se seguem".
Rui Rocha vai almoçar com a família em Braga e de seguida segue para Lisboa para acompanhar a noite eleitoral.
Rui Tavares faz a "pedagogia da simplicidade do voto"
O porta-voz do Livre votou e deixou o apelo a que os eleitores cumpram "o dever para com o nosso país" e, para isso, frisou a simplicidade do ato de votar para que mais pessoas possam ir às urnas.
Foto: Lusa
Pede que sejam resolvidos de vez os problemas administrativos do voto na diáspora, para que não seja o Estado a fomentar um maior distanciamento de quem vive no estrangeiro.
Votação a decorrer com normalidade, avança a CNE
As eleições legislativas estão a decorrer com normalidade, apenas com algumas queixas relativas a atrasos no início da votação presencial, devido à necessidade de lançar em urna os votos antecipados, disse à Lusa fonte da Comissão Nacional de Eleições.
"Neste momento não temos informação nenhuma de boicotes, está tudo a correr na normalidade. Há pequenos incidentes pontuais, mas normais nas eleições", afirmou o porta-voz da CNE, André Wemans.
"Temos algumas queixas de eleitores, que têm de esperar pela contagem [dos votos postais], mas a mesa quando faz isso já está aberta", precisou a mesma fonte.
De acordo com o porta-voz da CNE, a mesa tem de colocar em urna os votos antecipados, quando abre: "Por lei, é das primeiras coisas que tem de fazer, verificar os envelopes que recebeu e a seguir abrir o voto e colocá-lo dentro da urna".
"Isso em algumas mesas está a fazer com que demore. As pessoas podem ter de esperar e como tivemos aquele recorde de participação em voto antecipado, se calhar em algumas mesas fica mais pesado o arranque", admitiu.
Os números relativos ao voto em mobilidade, enviados à CNE pela Secretaria Geral da Administração Interna, indicavam 333.000 inscrições para votar antecipadamente e a participação rondou os 94%, com cerca de 314.000 votos, precisou André Wemans.
As mesas de voto para as eleições legislativas antecipadas encerram hoje às 19:00 em Portugal Continental e na Madeira, fechando uma hora depois nos Açores, devido à diferença horária.
Montenegro pede que eleitores "sintam a responsabilidade de escolher o futuro" e votem
O líder do PSD votou em Espinho, onde disse aos jornalistas que espera que haja "uma boa taxa de participação" e que as pessoas sintam a responsabilidade de votar para escolher o futuro. Um futuro que espera de "prosperidade, esperança e estabilidade".
Foto: Lusa
Diz estar confiante e revela que vai passar o resto do dia com a família.
Paulo Raimundo apela ao voto para combater os números da abstenção
O secretário-geral do PCP foi o primeiro líder partidário a exercer o direito de voto em Alhos Vedros, no concelho da Moita. Em relação à abstenção, Paulo Raimundo recordou que o voto "é um direito da democracia. Uma conquista de Abril, que não podemos desperdiçar".
Foto: Lusa
O secretário-geral do PCP vai acompanhar os resultados na sede do partido.
Votação em Braga
Votação em Castelo Branco
Votação em Bragança
Abstenção baixou nas duas últimas eleições após subida durante décadas
A taxa de abstenção nas eleições legislativas de 2024 situou-se nos 40,16%, a mais baixa desde 2005, quando ficou nos 35,74%, quando José Sócrates alcançou a primeira maioria absoluta do PS.
Nas legislativas de 30 de janeiro de 2022, a taxa de abstenção situou-se nos 48,54%, verificando-se já uma participação eleitoral superior à registada nas eleições de 2019, ano em que a abstenção atingiu o recorde de 51,43% e em que foram mais os não votantes do que os votantes.
A descida nas legislativas de 2022 e 2024 inverteu a tendência das últimas décadas, em que os portugueses tinham vindo a abster-se cada vez mais desde as eleições para a Assembleia Constituinte, em 1975.
Só em 1980, 2002, 2005, 2022 e 2024 houve quebras na galopante taxa de eleitores ausentes das mesas de voto desde 25 de abril de 1975 (o menor valor, de 8,34%).
Votação em Lisboa
Votação no Porto
Urnas abriram no continente e na Madeira
Mais de 10 milhões de portugueses são hoje chamados às urnas para escolher o próximo Parlamento.
Mais de 10 milhões de eleitores escolhem hoje os 230 deputados
Lisboa, 18 mai 2025 (Lusa) -- Mais de 10 milhões de eleitores são hoje chamados às urnas para eleger os 230 deputados à Assembleia da República na próxima legislatura, e de onde sairá o novo Governo.
As mesas de voto estarão abertas entre as 08:00 e as 19:00 em Portugal Continental e na Madeira, enquanto nos Açores abrem e fecham uma hora mais tarde em relação à hora de Lisboa, devido à diferença horária.
Segundo a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), podem votar para as eleições legislativas antecipadas de hoje 10,8 milhões de eleitores.
No passado domingo, mais de 314 mil eleitores dos 333.347 inscritos para o voto antecipado já exerceram o seu direito, correspondendo a uma afluência de 94,45%, segundo o balanço enviado à Lusa pela secretaria-geral do Ministério da Administração Interna.
Este número supera o registado nas eleições legislativas de 2024, onde foi registada uma taxa de participação de 93,8% no voto antecipado em mobilidade.
No total, serão eleitos 230 deputados, em 22 círculos eleitorais - 18 dos quais em Portugal continental e os restantes nos Açores, na Madeira, na Europa e Fora da Europa -, num ato eleitoral que terá um custo a rondar os 26,5 milhões de euros.
Concorrem a estas eleições 21 forças políticas, mais três do que nas eleições de março do ano passado.
O Partido Liberal Social (PLS) é o único partido estreante neste ato eleitoral, juntando-se a AD (PSD/CDS-PP), PS, Chega, IL, BE, CDU (PCP/PEV), Livre, PAN, ADN, RIR, JPP, PCTP/MRPP, Nova Direita, Volt Portugal, Ergue-te, Nós, Cidadãos!, PPM e, com listas apenas numa ou nas duas regiões autónomas, MPT, PTP e PSD/CDS/PPM.
Nas legislativas anteriores, em 10 de março de 2024, a taxa de abstenção situou-se nos 40,10%, tendo-se verificado uma descida em relação às legislativas de 2022, nas quais a taxa de abstenção atingiu os 48,54%.
A legislatura atual, que terminaria apenas em 2028, foi interrompida depois do chumbo de uma moção de confiança apresentada pelo executivo minoritário PSD/CDS-PP, que contou com os votos contra do PS, Chega, BE, PCP, Livre e deputada única do PAN.
Este texto surgiu após a apresentação de duas moções de censura ao Governo (de PCP e Chega, ambas rejeitadas) e de uma comissão de inquérito proposta pelo PS, e foi justificada pelo primeiro-ministro com a necessidade de "clarificação política".
No centro da crise política estiveram notícias sobre a empresa da família do primeiro-ministro, a Spinumviva, que geraram dúvidas da oposição sobre eventuais conflitos de interesses e acusações de falta de transparência a Luís Montenegro.
As eleições em números
Mais de 10,8 milhões de eleitores residentes em Portugal e no estrangeiro são chamados a votar nas eleições legislativas de 18 de maio para escolher 230 deputados.
Estas são as 19.ªs eleições para o parlamento, contabilizando as eleições para a Assembleia Constituinte de 25 de Abril de 1975.
É a segunda vez que os portugueses são chamados às urnas desde março de 2024 e são as terceiras eleições em três anos, desde 2022.
Número de eleitores: 10.850.215 eleitores
Eleitores recenseados no estrangeiro:
Europa - 947.217 eleitores
Fora da Europa - 631.673 eleitores
Total - 1.578.890 eleitores
Deputados a eleger: 230
Número de círculos eleitorais: 22
Maiores círculos eleitorais:
(no território nacional)
Lisboa -- 1.913.096 eleitores -- 48 deputados
Porto -- 1.591.445 eleitores -- 40 deputados
Braga -- 782.401 eleitores -- 19 deputados
Setúbal -- 754.775 eleitores -- 19 deputados
Aveiro -- 642.080 eleitores -- 16 deputados
Círculos eleitorais mais pequenos:
(no território nacional)
Portalegre -- 92.543 eleitores -- 2 deputados
Beja -- 118.328 eleitores -- 3 deputados
Évora -- 132.631 eleitores -- 3 deputados
Bragança -- 132.779 eleitores -- 3 deputados
Guarda -- 139.520 eleitores -- 3 deputados
Número de forças políticas concorrentes (partidos/coligações): 21
Partidos que concorrem a todos os círculos: AD, PS, CH, IL, BE, CDU, Livre, Ergue-te, PPM, ADN, RIR
Número total de candidatos: 4.757 (aproximadamente a população de Vila Nova de Paiva, segundo números do INE de 2023)
Partidos estreantes: Partido Social Liberal (PSL)
Orçamento total das campanhas: 8.511.740,73 Euro
Orçamentos de campanha por partido/coligação:
AD - Coligação PSD/CDS: 2.550.000 Euro
PS: 2.250.000 Euro
Chega: 1.600.000 Euro
IL: 575.000 Euro
CDU: 595.000 Euro
BE: 460.140,73 Euro
Livre: 150.000 Euro
PAN: 150.000 Euro
(...)
PTP: 100 Euro
Custo global das eleições: 26,5 milhões de euros
Número de membros das mesas de voto: 63.020 membros de mesa
Número de mesas de voto: 12.604 mesas de voto em território nacional.
(Fontes: Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna e agência Lusa)
RTP vai ter emissão especial para acompanhar jornada eleitoral
Chamados a decidir os portugueses vão às urnas e a RTP vai acompanhar todo o processo do princípio ao fim. Haverá uma emissão especial para acompanhar todos os momentos importantes até ser conhecido o resultado.
Presidente da República afirma que votar "é contribuir para a estabilidade"
Em dia de reflexão, o presidente da República dirigiu-se ao país para lançar um apelo ao voto nas legislativas marcadas para amanhã. Para Marcelo Rebelo de Sousa "votar neste momento é contribuir para a estabilidade".
Em primeiro lugar, frisou que o “mundo de 2025, é radicalmente diferente do mundo em 2024”.
“O regresso ao poder do atual presidente norte-americano implicou, em quatro meses mudanças enormes nas relações com a Europa, a Rússia e a China, imprevisibilidade na economia internacional, maiores responsabilidades para nós europeus, e para nós portugueses”, frisou numa breve declaração no Palácio de Belém.
A segunda reflexão do chefe de Estado prende-se “com um mundo mais complexo e imprevisível, não participar, não decidir, não votar, faz ainda menos sentido do que nas anteriores eleições”.
“Seria meter a cabeça na areia. Ficar indiferente à gravidade da do instante vivido. Fazer de ausente, quando, como sabemos, o nosso dia a dia, os ausentes acabam mais cedo, ou mais tarde por perder a razão. E limitar-se, como diz o povo, a chorar sobre o leite derramado”, acrescentou.