Política
Leitão Amaro não quer "novo Sócrates" a mandar na Agência Lusa
O ministro da Presidência diz querer assegurar que a Lusa nunca volte a estar sujeita a influências indevidas, declarando que não quer a agência “nas mãos de um novo Sócrates”.
António Leitão Amaro defende que o Parlamento é hoje a melhor garantia dessa proteção.
O governante explica que que a comparência da direção de informação da Lusa no Parlamento é um mecanismo de escrutínio e não de ingerência politica e sublinha que não existe qualquer obrigação anual de audições, apenas a possibilidade de serem convocadas.Leitão Amaro diz que o objetivo é tornar a Lusa mais forte, mais independente e com maior capacidade de atuação.
O governante explica que que a comparência da direção de informação da Lusa no Parlamento é um mecanismo de escrutínio e não de ingerência politica e sublinha que não existe qualquer obrigação anual de audições, apenas a possibilidade de serem convocadas.Leitão Amaro diz que o objetivo é tornar a Lusa mais forte, mais independente e com maior capacidade de atuação.
Palavras de António Leitão Amaro num jantar-debate, em Lisboa, organizado pela Confederação Portuguesa dos Meios de Comunicação Social, em que insistiu que os serviços públicos de media precisam de uma transformação e defende as mudanças.
Camila Vidal - Antena 1
Na Agência Lusa as mudanças já motivaram protestos. Há manifestações esta quinta-feira e greve parcial - das 10h00 às 14h00. Em Lisboa os trabalhadores concentram-se na sede do Governo, no Campus 21. No Porto o encontro é à porta da redação da Lusa.
Quanto à RTP, o governante fala numa aproximação de redações da rádio, televisão e multimédia, mas que os trabalhadores temem que se traduza numa fusão das redações.