Política
Presidenciais 2026
Montenegro regressa à campanha presidencial contra "projectos de governação encapotados" numas eleições que "ainda estão em aberto"
Na recta final da campanha, o presidente do PSD regressa à estrada.
Foto: Miguel A. Lopes, Lusa
Num comício em Famalicão, distrito de Braga, começa por dizer que Marques Mendes será "o próximo Presidente da República" e traz com ele novas acusações aos adversários na corrida: "Esta é a escolha que coloca em Belém um Presidente que o será sem ter atrelado a si um projecto de governação, porque todos os outros são projectos de governação encapotados de projectos de Presidente da República", afirmou.
Luís Montenegro acusa os restantes candidatos de quererem governar a partir de Belém e defende que a escolha que garante a interdependência dos poderes é Marques Mendes. Apela também à concentração de votos, argumentando mesmo que a dispersão "seria masoquismo político", numas eleições que considera "ainda em aberto", e que poderiam levar a ter "dois extremos na segunda volta", em referência a André Ventura e a António José Seguro.
Já o candidato apoiado pelo PSD e CDS insistiu na ideia de que é o único candidato capaz de garantir a estabilidade política do país e voltou a reagir a uma nova sondagem, publicada esta quarta-feira, e que o coloca em segundo lugar nas intenções de voto: "Finalmente a sondagem da rua começa a aparecer nas sondagens das televisões", sublinhou.