Política
Presidenciais 2026
Presidenciais. Imprensa internacional destaca vitória do "moderado" sem esquecer ameaça da extrema-direita
O resultado das eleições presidenciais não passa despercebido lá fora, com a imprensa internacional a destacar a vitória do "socialista" e "moderado" António José Seguro sobre o "populista" André Ventura. Apesar da "vitória expressiva" de Seguro, destacam também a percentagem recorde de votos de Ventura.
“Portugal elegeu no domingo António José Seguro, antigo líder do Partido Socialista de Portugal com amplo apoio do sistema, numa vitória esmagadora sobre o seu adversário nacionalista, André Ventura”, escreve o New York Times.
“Apesar de uma vitória decisiva de António José Seguro”, o jornal norte-americano lembra que “a presença de um nacionalista na segunda volta mostrou que Portugal não está imune à crescente maré de extrema-direita na Europa”.
“Portugal, outrora considerado um dos últimos bastiões do continente contra o nacionalismo de linha dura, já não está imune à onda populista”, escreve o New York Times.
O Guardian também destaca a “vitória expressiva” de Seguro, mas observa que Ventura, ainda assim, conseguiu uma percentagem recorde de votos.
O francês Libération escreve que o socialista “derrotou com folga” o seu adversário. “Mas a sua vitória não consegue mascarar nem a ascensão da extrema-direita, nem as divisões sociais que atravessam o país”, acrescenta.
O Le Monde chama candidato da “extrema-direita” a Ventura e recorda que o recém-eleito chefe de Estado assegurou “o apoio de numerosas personalidades políticas da extrema-esquerda, do centro e mesmo da direita, mas não do primeiro-ministro, Luís Montenegro”.
O Politico escreve que “Seguro, um moderado que a ganhou a primeira volta em 18 de janeiro, tornou-se uma escolha segura para contrariar o candidato do Chega”, que descreve como “anti-ciganos, anti-imigrantes e antissistema”.
António José Seguro é o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa. Com as 20 freguesias que adiaram a votação devido ao mau tempo e sete consulados por apurar, Seguro tem 3.482.481 votos (66,82%), com André Ventura com 1.729.381 (33,18%).
Seguro ultrapassou Mário Soares e é o presidente com mais votos de sempre.
Apesar de sair derrotado, André Ventura destacou que conseguiu mais votos do que a Aliança Democrática nas eleições legislativas.
“Apesar de uma vitória decisiva de António José Seguro”, o jornal norte-americano lembra que “a presença de um nacionalista na segunda volta mostrou que Portugal não está imune à crescente maré de extrema-direita na Europa”.
“Portugal, outrora considerado um dos últimos bastiões do continente contra o nacionalismo de linha dura, já não está imune à onda populista”, escreve o New York Times.
O Guardian também destaca a “vitória expressiva” de Seguro, mas observa que Ventura, ainda assim, conseguiu uma percentagem recorde de votos.
O francês Libération escreve que o socialista “derrotou com folga” o seu adversário. “Mas a sua vitória não consegue mascarar nem a ascensão da extrema-direita, nem as divisões sociais que atravessam o país”, acrescenta.
O Le Monde chama candidato da “extrema-direita” a Ventura e recorda que o recém-eleito chefe de Estado assegurou “o apoio de numerosas personalidades políticas da extrema-esquerda, do centro e mesmo da direita, mas não do primeiro-ministro, Luís Montenegro”.
O Politico escreve que “Seguro, um moderado que a ganhou a primeira volta em 18 de janeiro, tornou-se uma escolha segura para contrariar o candidato do Chega”, que descreve como “anti-ciganos, anti-imigrantes e antissistema”.
António José Seguro é o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa. Com as 20 freguesias que adiaram a votação devido ao mau tempo e sete consulados por apurar, Seguro tem 3.482.481 votos (66,82%), com André Ventura com 1.729.381 (33,18%).
Seguro ultrapassou Mário Soares e é o presidente com mais votos de sempre.
Apesar de sair derrotado, André Ventura destacou que conseguiu mais votos do que a Aliança Democrática nas eleições legislativas.