Política
PS acusa Governo de "manobras ideológicas" com o Chega para desviar atenções
O secretário-geral do PS acusou, esta terça-feira, o Governo de recorrer a "manobras de diversão ideológica" em articulação com o Chega para afastar do debate público os problemas que mais preocupam os portugueses.
No final de uma viagem de comboio entre a Portela de Sintra e o Rossio, em Lisboa, no arranque do segundo dia das jornadas parlamentares socialistas dedicadas ao custo de vida, José Luís Carneiro defendeu que o executivo da AD está "em contramão" e apelou a uma mudança de rumo.
"Há muito tempo que o Governo está em contramão. Está em contramão numa autoestrada e a grande velocidade. E esse contramão só pode dar mau resultado", afirmou o líder socialista, que considera que o Governo de Luís Montenegro tem optado por debates ideológicos ao invés de manter o foco em encontrar soluções para os problemas do país, dando como exemplo as áreas do aumento do custo de vida, da a habitação, da saúde, dos transportes ou dos combustíveis.
Entre as medidas defendidas pelo PS estão a redução para zero do IVA dos bens alimentares essenciais, a descida do IVA dos combustíveis, a redução do imposto sobre a eletricidade e o gás e apoios aos agricultores e pescadores para compensar o aumento dos custos de produção.
"É com muita dificuldade que as pessoas conseguem chegar ao fim do mês com contas certas. O custo de vida é hoje quase impossível de vencer para muitos milhares de portuguesas e de portugueses", disse, na chegada à estação do Rossio, depois de uma viagem de mais de 40 minutos, onde foi acompanhado por vários deputados - entre os quais o ex-secretário de Estado Adjunto e das Infraestruturas, Frederico Francisco, e José Carlos Barbosa, antigo diretor executivo da Unidade de Manutenção e Engenharia da CP.
Em declarações aos jornalistas, José Luís Carneiro assinalou que o PS vai insistir em várias das propostas que têm sido chumbadas, no parlamento, sobretudo pelas bancadas do PSD, do CDS-PP, do Chega e da IL, com o líder socialista a esperar que, do Governo, haja menos "manobras" e mais respostas.
"As manobras ideológicas que o Governo tem conduzido com o Chega são a prova do contramão em grande velocidade. O que tem constituído uma autêntica barragem comunicacional para que não se tratem dos temas que dizem respeito à vida das pessoas", reiterou o líder do PS. Tem que ver com o modo como os partidos que constituíram momentaneamente uma maioria têm procurado distrair as atenções dos portugueses", criticou.
No mesmo sentido, José Luís Carneiro dá como exemplo de alegadas "manobras de diversão" do Governo o anúncio da criação de um fundo soberano: "Já ouviram mais falar desse assunto? O que isto mostra é que há manobras de diversão ideológica que fazem com que as atenções mediáticas saiam daquilo que é o essencial", afirmou o socialista, que quer fazer dos três dias de jornadas parlamentares um aviso ao Governo da AD para que inverta o rumo.
José Luís Carneiro recusa ainda alimentar especulações sobre o debate do Orçamento do Estado e defende que, mais do que responder sobre possibilidades de viabilização do documento do Governo, o essencial é resolver problemas concretos no imediato.
"Falar do Orçamento agora serve os propósitos do Governo. Porquê? Porque impede que o Governo responda às questões fundamentais que tem de responder", concluiu.
Entre as medidas defendidas pelo PS estão a redução para zero do IVA dos bens alimentares essenciais, a descida do IVA dos combustíveis, a redução do imposto sobre a eletricidade e o gás e apoios aos agricultores e pescadores para compensar o aumento dos custos de produção.
"É com muita dificuldade que as pessoas conseguem chegar ao fim do mês com contas certas. O custo de vida é hoje quase impossível de vencer para muitos milhares de portuguesas e de portugueses", disse, na chegada à estação do Rossio, depois de uma viagem de mais de 40 minutos, onde foi acompanhado por vários deputados - entre os quais o ex-secretário de Estado Adjunto e das Infraestruturas, Frederico Francisco, e José Carlos Barbosa, antigo diretor executivo da Unidade de Manutenção e Engenharia da CP.
Em declarações aos jornalistas, José Luís Carneiro assinalou que o PS vai insistir em várias das propostas que têm sido chumbadas, no parlamento, sobretudo pelas bancadas do PSD, do CDS-PP, do Chega e da IL, com o líder socialista a esperar que, do Governo, haja menos "manobras" e mais respostas.
"As manobras ideológicas que o Governo tem conduzido com o Chega são a prova do contramão em grande velocidade. O que tem constituído uma autêntica barragem comunicacional para que não se tratem dos temas que dizem respeito à vida das pessoas", reiterou o líder do PS. Tem que ver com o modo como os partidos que constituíram momentaneamente uma maioria têm procurado distrair as atenções dos portugueses", criticou.
No mesmo sentido, José Luís Carneiro dá como exemplo de alegadas "manobras de diversão" do Governo o anúncio da criação de um fundo soberano: "Já ouviram mais falar desse assunto? O que isto mostra é que há manobras de diversão ideológica que fazem com que as atenções mediáticas saiam daquilo que é o essencial", afirmou o socialista, que quer fazer dos três dias de jornadas parlamentares um aviso ao Governo da AD para que inverta o rumo.
José Luís Carneiro recusa ainda alimentar especulações sobre o debate do Orçamento do Estado e defende que, mais do que responder sobre possibilidades de viabilização do documento do Governo, o essencial é resolver problemas concretos no imediato.
"Falar do Orçamento agora serve os propósitos do Governo. Porquê? Porque impede que o Governo responda às questões fundamentais que tem de responder", concluiu.