Política
Presidenciais 2026
Seguro diz que não fará campanha nos concelhos com presidenciais adiadas
"Porventura, farei aquilo que fiz logo do início. Irei discretamente a essas regiões, se isso for útil para ajudar a minorar as dificuldades com que as pessoas passam", disse.
O candidato presidencial António José Seguro afirmou hoje que, na próxima semana, não fará campanha nos concelhos com eleições adiadas por causa do mau tempo, mas admitiu ir "discretamente a essas regiões", se for útil.
"O que eu farei para a semana não está ainda decidido. Mas, de toda forma, posso dizer que a minha intenção é não fazer campanha nessas zonas que estão abrangidas. Aliás, as pessoas têm informação suficiente", respondeu aos jornalistas Seguro no final de uma visita à Sword Health, no Porto.
O candidato presidencial foi questionado pelos jornalistas sobre se admitia ir fazer campanha nos concelhos que, abrigo da lei, pediram adiamento da segunda volta das eleições presidenciais por estarem em situação da calamidade devido aos efeitos da passagem da tempestade Kristin.
"Porventura, farei aquilo que fiz logo do início. Irei discretamente a essas regiões, se isso for útil para ajudar a minorar as dificuldades com que as pessoas passam", disse.
Seguro insistiu que o "Estado português não está preparado para fazer face a intempéries desta natureza".
Sobre o comunicado da Comissão Nacional de Eleições da véspera, que indicou hoje que a lei "não permite" o adiamento geral das eleições a nível nacional, como o seu opositor André Ventura tinha defendido, Seguro reiterou que "Portugal é uma República e é um Estado de direito e há leis".
"E as leis devem ser aplicadas para todos. Todos devem cumprir a lei", referiu.
"O que eu farei para a semana não está ainda decidido. Mas, de toda forma, posso dizer que a minha intenção é não fazer campanha nessas zonas que estão abrangidas. Aliás, as pessoas têm informação suficiente", respondeu aos jornalistas Seguro no final de uma visita à Sword Health, no Porto.
O candidato presidencial foi questionado pelos jornalistas sobre se admitia ir fazer campanha nos concelhos que, abrigo da lei, pediram adiamento da segunda volta das eleições presidenciais por estarem em situação da calamidade devido aos efeitos da passagem da tempestade Kristin.
"Porventura, farei aquilo que fiz logo do início. Irei discretamente a essas regiões, se isso for útil para ajudar a minorar as dificuldades com que as pessoas passam", disse.
Seguro insistiu que o "Estado português não está preparado para fazer face a intempéries desta natureza".
Sobre o comunicado da Comissão Nacional de Eleições da véspera, que indicou hoje que a lei "não permite" o adiamento geral das eleições a nível nacional, como o seu opositor André Ventura tinha defendido, Seguro reiterou que "Portugal é uma República e é um Estado de direito e há leis".
"E as leis devem ser aplicadas para todos. Todos devem cumprir a lei", referiu.