Seguro reúne-se com sindicalista da PSP e agradece às forças de segurança

 António José Seguro reuniu-se hoje numa esquadra da PSP com o subintendente e sindicalista Bruno Pereira, agradeceu o trabalho das forças de segurança, mas rejeitou leituras sobre captação de eleitorado, numa ação de campanha que não estava prevista.

Lusa /
José Coelho - Lusa

"Vim expressar o meu reconhecimento e a gratidão aos profissionais de segurança pública do nosso país, neste caso à PSP. Eu já tinha falado com o representante dos Oficiais da GNR, porque estes profissionais trabalham todos os dias para garantir a nossa segurança, a proteção das nossas vidas e a proteção dos nossos bens", disse hoje António José Seguro à saída da esquadra da PSP de Vila Franca de Xira (distrito de Lisboa).

O candidato presidencial foi recebido pelo subintendente Bruno Pereira, presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia (SNOP), com quem se reuniu durante cerca de meia hora e discutiu "os problemas que atravessam neste momento as corporações, as reivindicações que têm", tendo também uma "conversa mais global sobre as questões de segurança" no país.

"Tenho um respeito enorme pelas polícias deste país, pelas forças de segurança e vim expressá-lo. Como também tenho um respeito enorme pelas forças armadas e também já tive a oportunidade de visitar uma base naval e uma base aérea", recordou.

À saída, e questionado pelos jornalistas sobre se a sua aparição numa esquadra está relacionada com a captação de eleitorado do adversário André Ventura, presidente do Chega, Seguro respondeu que não tem "a ver com o eleitorado", mas sim "com o Estado de Direito democrático".

"O Estado de Direito tem que se reforçar e nós temos que garantir que cada agente tem, digamos, a certeza de que o Estado confia neles como homens e mulheres que agem ao serviço da lei", apontou.

Para Seguro, o tema da segurança "não tem quadrante político" e é "essencial para que as pessoas vivam a liberdade, para que as pessoas façam aquilo que é a sua vida, quer do ponto de vista pessoal, quer do ponto de vista profissional".

"As forças de segurança, neste caso a PSP, são essenciais para proteger os nossos bens e para proteger as nossas vidas. Volto a dizer, eu que sou um amante da liberdade, mas só há liberdade verdadeiramente quando nós podemos exercê-la em condições de segurança", reiterou Seguro após ter transmitido a mesma ideia no discurso da noite de terça-feira no Barreiro (distrito de Setúbal).

 

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