Política
Presidenciais 2026
Vice-presidente do PSD e a segunda volta das presidenciais: "A escolha parece-me evidente"
Numa altura em que se começam a somar apoios para a segunda volta das eleições presidenciais - e depois de Luís Montenegro ter afirmado que o PSD "não emitirá nenhuma indicação de voto" -, Inês Palma Ramalho, vice-presidente e membro da comissão política nacional do PSD, defende, na Antena 1, que não devem restar dúvidas no momento de escolher entre António José Seguro e André Ventura.
"O eleitorado da direita moderada - o que não se revê em André Ventura - dividiu-se muito por vários candidatos. Houve dois candidatos que dividiram o eleitorado entre nós: o candidato da Iniciativa Liberal e o candidato do PSD. Agora esse problema não se coloca, porque vamos ter só dois [na segunda volta] e, portanto, a escolha a mim parece-me evidente", disse, no programa Entre Políticos.
Apoiante de Luís Marques Mendes, a dirigente social-democrata sublinha que a divisão do eleitorado da "direita moderada" entre Luís Marques e João Cotrim de Figueiredo teve um "impacto significativo" para um desfecho em que, assinala Inês Palma Ramalho, o candidato apoiado pelo PSD se mostrou um digno vencido.
"Onde se viu a dignidade do candidato e, sobretudo, um discurso onde deu os parabéns a quem ganhou as eleições e com o qual mostrou o estadista que nós sempre soubemos que era, o que é uma lufada de ar fresco", apontou a dirigente do PSD, que acrescenta: "Aliás, só havia dois candidatos a quem reconheço em institucionalismo associado ao papel de presidente da República e um deles era nitidamente Luís Marques Mendes. Agora, é evidente que não foi muito feliz".
Sobre a segunda volta, e defendendo que entre António José Seguro e André Ventura não deve haver dúvidas sobre em quem votar, Inês Palma Ramalho adiantou ainda que "não há nenhumas indicações" e que o voto é pessoal, mas garante: "Eu sei exatamente em quem vou votar, para mim não há dúvidas nenhumas de escolha".´
"Tínhamos vários perfis de candidatos em corrida e isso notou-se muito. São eleições em que olhamos para a pessoa. Aliás, correndo o risco de me repetir, nas autárquicas disse exatamente a mesma coisa, a pessoa conta muito", disse ainda a dirigente do PSD, que, na Antena 1, referiu que Marques Mendes é "livre de endossar ou dar uma indicação [de apoio]", mas que é preciso "respeitar" a decisão do candidato presidencial que foi apoiado pelo PSD e que não alcançou a segunda volta das eleições que escolhem o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa.
Apoiante de Luís Marques Mendes, a dirigente social-democrata sublinha que a divisão do eleitorado da "direita moderada" entre Luís Marques e João Cotrim de Figueiredo teve um "impacto significativo" para um desfecho em que, assinala Inês Palma Ramalho, o candidato apoiado pelo PSD se mostrou um digno vencido.
"Onde se viu a dignidade do candidato e, sobretudo, um discurso onde deu os parabéns a quem ganhou as eleições e com o qual mostrou o estadista que nós sempre soubemos que era, o que é uma lufada de ar fresco", apontou a dirigente do PSD, que acrescenta: "Aliás, só havia dois candidatos a quem reconheço em institucionalismo associado ao papel de presidente da República e um deles era nitidamente Luís Marques Mendes. Agora, é evidente que não foi muito feliz".
Sobre a segunda volta, e defendendo que entre António José Seguro e André Ventura não deve haver dúvidas sobre em quem votar, Inês Palma Ramalho adiantou ainda que "não há nenhumas indicações" e que o voto é pessoal, mas garante: "Eu sei exatamente em quem vou votar, para mim não há dúvidas nenhumas de escolha".´
"Tínhamos vários perfis de candidatos em corrida e isso notou-se muito. São eleições em que olhamos para a pessoa. Aliás, correndo o risco de me repetir, nas autárquicas disse exatamente a mesma coisa, a pessoa conta muito", disse ainda a dirigente do PSD, que, na Antena 1, referiu que Marques Mendes é "livre de endossar ou dar uma indicação [de apoio]", mas que é preciso "respeitar" a decisão do candidato presidencial que foi apoiado pelo PSD e que não alcançou a segunda volta das eleições que escolhem o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa.