CAUSAS COMUNS
Comunidades Portuguesas Livros reclamações para que servem e...
Comunidades Portuguesas
A imagem que grande parte dos portugueses tem sobre os nosso emigrantes parou no tempo. Para muitos de nós, a mala de cartão continua a ser uma referência e os bidonville dos arredores de Paris, o exemplo do que é típico local de destino. Trata-se de uma imagem estereotipada que as comunidades portuguesas rejeitam e identificam como um sinal de que a informação não circula entre os portugueses e os seus emigrantes. A falta de visibilidade das nossas comunidades é interpretada pelos emigrantes como o resultado de décadas de deficiente relacionamento entre Portugal e os portugueses que vivem além fronteiras. Na verdade, hoje muitos dos bairros de lata que cristalizaram na nossa memória foram substituídos por bairros de moradias . Os antigos guetos abriram-se ao exterior e essa nova atitude trouxe como consequência o maior envolvimento dos portugueses na vida local. Com efeito o nível de participação cívica tem aumentado progressivamente, um pouco por todo mundo. Há cada vez mais sangue luso a ocupar cargos de responsabilidade em autarquias e demais organismos públicos. Esta mobilização trouxe como consequência a alteração positiva da nossa imagem nos países de acolhimento Só Portugal parece continuar preso a memórias que já não correspondem à realidade.
Convidados:José Cesário-Secretário de Estado das Comunidades, Paulo Marques-Membro do Conselho das Comunidades Portuguesas e Jorge Arroteia-Docente Universitário.
Livros reclamações para que servem e quando se devem utilizar?
Neste estabelecimento existe livro de reclamações" - a frase é conhecida de todos e é frequentemente associada a estabelecimentos ligados à restauração e ao turismo: cafés, pastelarias, restaurantes, hotéis. Por força de uma lei de 1996, os organismos da Administração Pública passaram a ficar sujeitos às mesmas regras que disciplinam as relações de consumo entre privados. Desta forma, o livro de reclamações passou a ser obrigatório nos locais de atendimento de utentes dos serviços públicos: hospitais, centros de saúde e da segurança social, repartições de finanças, tribunais. Mais: a existência do "livro amarelo" deve ser divulgada aos utentes de forma visível. Este livro é o meio de defesa, por excelência, dos consumidores e tem como objectivo assegurar uma melhor administração, com mais cidadania, garantindo que os utentes tenham um meio mais célere e eficaz de exercer o seu direito de reclamação sempre que entenderem que foram mal servidos.
Convidados: Ana Cristina Tapadinhas-DECO, Pedro Pichiochi- IGAE - Inspecção Geral das Actividades Económicas e João Leitão-Direcção Geral de Viação.
Ficha Técnica
- Título Original
- CAUSAS COMUNS
- Intérpretes
- Mário Carneiro
- Produção
- Oficina de Comunicação
- Duração
- 60m minutos