Governo admite que deve haver outra interpretação fiscal para portugueses residentes em paraísos fiscais

| Economia

O Governo reconhece que deveria ser alterada a situação que obriga os portugueses residentes em paraísos fiscais a pagar um elevado valor de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

Esses portugueses têm que pagar 7,5 por cento, enquanto que em Portugal se paga 0,7 por cento. Em declarações à jornalista da RDP Internacional Paula Machado, o secretário de Estado das Comunidades reconhece que deveria haver uma alteração desta situação.

José Cesário explica que o objetivo seria o combate à fraude e à fuga de capitais, mas admite que no caso dos portugueses que vivem e trabalham nesses países deveria ser feita outra interpretação por parte da administração fiscal.

Apesar deste reconhecimento, o secretário de Estado das Comunidades recusa apontar uma data para a correção desta situação. Os paraísos fiscais onde há uma presença significativa de portugueses são o Liechtenstein, Andorra, Bermudas e Mónaco.

Relacionados:

A informação mais vista

+ Em Foco

Elina Fraga, bastonária da Ordem dos Advogados, disse no 360º da RTP3 que a imunidade diplomática não pode ser geradora de impunidade.

O padre jesuíta Nuno da Silva Gonçalves vê a universidade como um grande laboratório da Igreja Católica com alunos de 130 países.

A ponte que começou por se chamar Salazar e recebeu, depois da Revolução dos Cravos, a designação de 25 de Abril cumpriu meio século. A RTP assinalou o aniversário com um dossier multimédia.

    Uma rubrica do site da RTP e do Jornal 2 dentro do contexto evocativo do centenário da Grande Guerra. Será emitida todas as segundas-feiras.