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Bem-vindos a Beirais (IV)

Mais que tudo | 23 Mar, 2016 | Epis�dio 259

No largo, a Banda Filarmónica, dirigida por Júlio, ensaia a sua primeira composição original, que Júlio quer que se torne no hino de Beirais. Na igreja, o padre Justino está desconsolado por não ter angariado quase dinheiro nenhum para levar os miúdos da catequese a verem o Papa, a Fátima. Face às tentativas falhadas do padre, Olga mostra-se determinada em tratar do assunto. No posto da GNR, Júlio escreve a letra para a sua música, mas diz a Vítor que ainda não tem cantor. Para já, diz a Vítor para pedir a Nazaré para a fotocopiar. Em Lisboa, Clara sai do metro e corre para paragem de autocarro. Comenta que Diogo está à espera dela para irem almoçar a um restaurante que serve comida portuguesa com alimentos vindos do campo, mas ninguém lhe responde. Já Diogo faz um telefonema de trabalho e pára junto a um quiosque a ver os jornais. No minimercado, Olga, Alzira, Hortense e Lúcia costuram pequenas bonecas em pano, mas estão feias e mal feitas. Lúcia pica-se numa agulha e, apesar de não se importar de ajudar os miúdos, acha que ninguém vai comprar aquilo. Olga acaba por concordar e dizer que tem de arranjar outra solução para angariar fundos para a igreja. Na barbearia, Tozé fala de Diana, apaixonado. Júlio e Vítor mostram-se agastados, enquanto discutem possíveis Beiralenses para cantar a música. Farto da conversa de Tozé, Júlio acaba por dizer que aquele assunto morre ali. Na junta, Nazaré fala a Patrícia do bonito poema que Júlio escreveu para uma canção, entrega uma cópia a Inês e a Tânia, e volta a ler a folha que Vítor lhe deu para fotocopiar. Em Lisboa, Clara pensa em voz alta em ir a pé e um Lisboeta começa a responde-lhe, mas acaba por convidá-la para ir até sua casa. Clara fica indignada e acaba por ir mesmo a pé. Diogo já está à conversa com o dono do quiosque, mas depois farta-se. Antes de ir, o dono confessa-lhe que é natural da Aldeia da Torre. Na funerária, Olga pede ajuda a Joaquim e Moisés para arranjar dinheiro para os miúdos da catequese irem conhecer o Papa a Fátima, pois todo o bom católico devia ver o papa pelo menos uma vez na vida. Olga explica-lhes a operação "Sapato Universal": a fábrica de sapatos da Venda-dos-Bodes vai deitar fora nessa tarde um monte de sapatos que crescem conforme o tamanho do pé; eles vão interceptar o carregamento e depois põem à venda no minimercado. Moisés e Joaquim ficam interessados quando Olga diz que 10_ das receitas fica para eles e 90_ para a igreja. Em Lisboa, Diogo e Clara finalmente encontram-se. Diogo começa logo a discutir com Clara por causa do seu atraso e ela acaba por desistir do almoço, dizendo que vai voltar para casa para fazer a mala e que volta para Beirais nesse mesmo dia, com ou sem ele. Explica-lhe que já não é a mesma pessoa e que afinal só sentia a falta da cidade quando estava na aldeia e não se sente bem em Lisboa, e em Beirais tinha emprego e não dependia de ninguém. De volta à funerária, Moisés e Joaquim tiram notas do plano de Olga: um rapaz vai parar uma carrinha pequena com o nome da empresa, um deles fica ao pé dela a inventar que precisa de ajuda para alguma coisa, enquanto o outro tira os sapatos. Para surpresa de Rita, Clara aparece na casa de turismo a dizer que veio para ficar e que pode voltar já ao trabalho no dia seguinte. Ficam de conversar depois, pois Rita está muito atrapalhada com trabalho, e Clara também tem de ir às estufas falar com Ramiro. Xana entrega-lhe uma cópia da canção que Júlio escreveu sobre Beirais. Clara fica a sentir-se como uma estranha numa terra estranha. Na barbearia, Tozé tenta falar com o senhor Farçadas mas fica a saber que a agência matrimonial fechou e que não têm outro contacto dele. Tozé fica destroçado. Nas estufas, Ramiro fica confuso quando Clara lhe diz que agora ficará ela encarregue do negócio. Tal como fez com Rita, Clara inventa uma desculpa para Diogo não ter vindo com ela, e depois aprova a ideia de Carlos de plantar coqueiros. Diogo Almada, um bem sucedido gestor de contas numa empresa de telecomunicações confronta-se com problemas graves de stress e ansiedade, originados pela constante pressão em que vive. A situação piora quando sofre um ataque cardíaco. No hospital, é alertado para o risco que corre: se não abrandar o ritmo, poderá vir a ter graves consequências. Numa tentativa de reaver a sua qualidade de vida, Diogo muda-se para a pequena aldeia de Beirais, em Vila Real arriscando uma nova vida como agricultor. No entanto, a sua namorada Teresa recusa deixar Lisboa e a sua carreira e, mesmo assim, Diogo prossegue com os seus planos.