Cavaco considera que quadros de Miró emergiram "como arma de arremesso"

O Presidente da República evitou esta quarta-feira estender-se em comentários sobre o caso dos quadros de Miró. Justificou, todavia, esta postura com o argumento de a coleção de obras de arte ter "emergido como uma arma de arremesso na luta política ou partidária". A somar ao facto de ter "havido uma decisão de uma juíza".

RTP /

Foto: Manuel de Almeida, Lusa

PUB