Cultura
Segunda providência cautelar sobre obras de Miró baseia-se na ilegalidade referida na sentença da primeira
O Ministério Público avançou com uma nova providência cautelar no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, conforme a Antena 1 noticiou na terça-feira. A segunda providência cautelar interposta pelo Ministério Público baseia-se na ilegalidade da saída das obras de Joan Miró de Portugal, que é admitida na sentença da primeira providência cautelar.
Foto: Mário Cruz/Lusa
O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, explicou na terça-feira que o Governo teve a opção de “assumir como prioridade liquidar a dívida do Banco Português de Negócios (BPN) com os ativos do BPN”. As obras em causa chegaram às mãos do Estado através da nacionalização do banco.
(com Sandra Henriques)