Duas obras de Vieira da Silva cedidas pelo Novo Banco ao museu da pintora em Lisboa

| Cultura

Duas pinturas de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) vão ser cedidas pelo Novo Banco à fundação que gere o legado da artista, em Lisboa, para ficarem em exposição a partir de quinta-feira, anunciou hoje a instituição bancária.

De acordo com o Novo Banco, na quinta-feira será assinado um protocolo com a Fundação Arpad Szenes -- Vieira da Silva, para a cedência das duas telas que pertencem à Coleção de Pintura do Novo Banco.

As obras são uma tela "Sem título" (1947) e "Le grand navire" (1966), selecionadas para "enriquecer o acervo" do museu da pintora, considerada uma das maiores artistas do século XX.

O protocolo é feito no âmbito da parceria anunciada em 2018 entre o Estado e esta instituição bancária, que vai permitir, até ao primeiro semestre deste ano, ceder um total de 37 obras a 20 museus de 14 regiões do país.

Esta iniciativa está integrada na estratégia do Novo Banco - adquirido pelo fundo norte-americano Lone Star - para realizar parcerias com entidades públicas e privadas, como museus e universidades, para depósito do seu património cultural e artístico.

Este património inclui a Coleção de Pintura, com cerca de cem quadros do século XVII ao século XX, a Biblioteca de Estudos Humanísticos de Pina Martins, que está à guarda da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a Coleção de Numismática e a Coleção de Fotografia, já qualificada pelo presidente do Novo Banco como "a joia da coroa".

A assinatura do protocolo com a Fundação Arpad Szenes -- Vieira da Silva vai contar com a presença do presidente da Fundação, António Gomes de Pinho, e do CEO do Novo Banco, António Ramalho.

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