Cultura
Hélia Correia surpreendida e feliz com Prémio Camões
A escritora lisboeta vê a atribuição do Prémio como sendo "muito generosa". Afirma mesmo não sentir que merece tal reconhecimento literário e não esconde que apenas a escrita a faz ficar empolgada, disse na Antena 1.
A escritora Hélia Correia, vencedora do Prémio Camões 2015, revelou na Antena 1 a sua felicidade mas também não esconde a surpresa, uma vez que não considera que o seu nome fosse um dos prováveis a ser escolhido, tal como veio a acontecer.
Segundo fez saber à agência Lusa "há grandes escritores de língua portuguesa com uma obra de muito maior impacto e fecundidade do que a minha", sublinhou.
Considerado o mais importante prémio literário para autores de língua portuguesa, o Prémio Camões, no valor monetário de 100 mil euros, foi hoje anunciado no Rio de Janeiro, no Brasil.
A escolha de Hélia Correia, 65 anos, nesta 27.ª edição do Prémio Camões, foi feita por unanimidade, segundo fonte da organização do galardão, instituído por Portugal e pelo Brasil, em 1989.
"Não sinto que mereço. Nunca me vejo a fazer parte destas pessoas com probabilidade de obter estas distinções. "Camões é um nome muito importante na minha vida. É a referência maior da língua portuguesa", frisou a escritora nascida em Lisboa, em 1949.No entanto, Hélia Correia diz que apenas fica empolgada com a escrita, confessou ao jornalista Mário Rui Cardoso, da Antena 1. O júri desta edição do Prémio Camões foi constituído por Rita Marnoto, professora na Universidade de Coimbra, Pedro Mexia, crítico literário e escritor, Inocência Mata, professora nas universidades de Lisboa e de Macau, e pelos escritores Affonso Romano de Sant'Anna, António Carlos Secchin e Mia Couto.
O Prémio Camões foi instituído como forma de reconhecer autores, "cuja obra contribua para a projeção e reconhecimento da literatura de língua portuguesa em todo o mundo", sustenta a organização.
O primeiro distinguido, em 1989, foi o escritor português Miguel Torga. Em 2014, o Prémio Camões foi atribuído ao historiador e ensaísta brasileiro Alberto da Costa e Silva.
O anterior autor português a receber o Prémio Camões foi Manuel António Pina, em 2011.
Considerado o mais importante prémio literário para autores de língua portuguesa, o Prémio Camões, no valor monetário de 100 mil euros, foi hoje anunciado no Rio de Janeiro, no Brasil.
A escolha de Hélia Correia, 65 anos, nesta 27.ª edição do Prémio Camões, foi feita por unanimidade, segundo fonte da organização do galardão, instituído por Portugal e pelo Brasil, em 1989.
"Não sinto que mereço. Nunca me vejo a fazer parte destas pessoas com probabilidade de obter estas distinções. "Camões é um nome muito importante na minha vida. É a referência maior da língua portuguesa", frisou a escritora nascida em Lisboa, em 1949.No entanto, Hélia Correia diz que apenas fica empolgada com a escrita, confessou ao jornalista Mário Rui Cardoso, da Antena 1. O júri desta edição do Prémio Camões foi constituído por Rita Marnoto, professora na Universidade de Coimbra, Pedro Mexia, crítico literário e escritor, Inocência Mata, professora nas universidades de Lisboa e de Macau, e pelos escritores Affonso Romano de Sant'Anna, António Carlos Secchin e Mia Couto.
O Prémio Camões foi instituído como forma de reconhecer autores, "cuja obra contribua para a projeção e reconhecimento da literatura de língua portuguesa em todo o mundo", sustenta a organização.
O primeiro distinguido, em 1989, foi o escritor português Miguel Torga. Em 2014, o Prémio Camões foi atribuído ao historiador e ensaísta brasileiro Alberto da Costa e Silva.
O anterior autor português a receber o Prémio Camões foi Manuel António Pina, em 2011.