Combustíveis. Marcelo defende alargamento de serviços mínimos

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O Presidente da República defende que o que “está em causa é o interesse coletivo e estratégico do país” e que “interessa assegurar que os serviços mínimos estejam garantidos”. É a reação do Chefe de Estado à greve dos motoristas de matérias perigosas que apela, novamente, ao diálogo entre as partes envolvidas.

Marcelo Rebelo de Sousa defende “que os serviços mínimos são de tal forma amplos que cobrem as necessidades coletivas verdadeiramente justificam esses serviços mínimos”.

“Faz sentido pensar na eventual ampliação dos serviços mínimos, não só a todo o país, como penso que o Governo já deu a entender”, acrescentou.


Para o Presidente da República, “é necessário tratar da questão de fundo. Porque os serviços mínimos não resolvem o problema das pessoas”.

“É preciso que as duas partes continuem a falar. Que o Governo ajude a que elas falem, porque esta é uma questão de conflito entre privados, mas não é qualquer conflito entre privados. É um conflito entre privados em que está em causa o interesse coletivo e o interesse estratégico. Porque a energia é uma realidade estratégica”, realçou.

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