Costa defende autonomia de gestão da administração da CGD no plano de reestruturação

| Economia

O primeiro-ministro defendeu hoje que o plano de reestruturação da CGD prevê a presença do banco público em todo o país e salientou que o Governo não se substituirá à administração, colocando em causa a liberdade de gestão.

António Costa falava aos jornalistas após ter estado reunido cerca de duas horas com representantes das ordens profissionais, depois de questionado sobre a contestação existente ao plano de reestruturação da Caixa Geral de Depósitos (CGD), o qual prevê o encerramento de 180 balcões até 2020.

"O plano de reestruturação da CGD garante a presença da Caixa em todo o país, em todos os concelhos. Mas, o Estado ser acionista da Caixa não significa que o Governo se deva meter na vida do dia-a-dia da CGD. Temos uma administração que deve exercer as suas funções com independência, com autonomia - e o Governo tem toda a confiança na Caixa para assegurar a boa gestão", respondeu o primeiro-ministro.

A informação mais vista

+ Em Foco

Os portugueses escolhem os seus representantes locais a 1 de outubro. Acompanhe aqui a campanha, os debates e toda a informação sobre as eleições Autárquicas.

    A deriva independentista do nacionalismo catalão está a revelar-se mais grave do que Madrid previa inicialmente. Temos posições que não permitem qualquer margem para diálogo e que conduziram o processo a um impasse.

    Um ensaio do LNEC e do Instituto Superior Técnico, no âmbito do KnowRisk, evidencia a importância da tomada de medidas preventivas. Veja os vídeos e compare os dois casos.

    A Alemanha aproxima-se da data do escrutínio de 24 de Setembro com uma economia próspera: muita exportação, muita construção, receitas fiscais abundantes, orçamentos públicos excedentários. O reverso da medalha é a degradação de condições sociais para uma parte significativa da população.