"Factos supervenientes e inesperados" explicam desconvocação da Assembleia-Geral do BES

A Assembleia-Geral Extraordinária do Banco Espírito Santo (BES) de 31 de julho foi desconvocada a pedido dos dois maiores acionistas – Espírito Santo Financial Group e Crédit Agricole –, sendo a decisão justificada com “factos supervenientes e inesperados”.

Raquel Morão Lopes /

Foto: José Manuel Ribeiro/Reuters

A desconvocação foi anunciada num comunicado enviado esta tarde à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Estava previsto que na reunião de quinta-feira houvesse uma alteração de estatutos para criar um conselho estratégico de que fariam parte elementos da família Espírito Santo e do Crédit Agricole, para além da validação dos novos gestores do BES.

(com Sandra Henriques)
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