Economia
Guerra comercial. Huawei exclui retaliação contra a Apple
O fundador e presidente executivo da Huawei nega haver intenção por parte da tecnológica chinesa de retaliar contra a empresa norte-americana Apple. Em entrevista à Bloomberg, Ren Zhengfei disse que se opunha a qualquer tentativa de ataque contra a fabricante do iPhone.
Dias após à aplicação de sanções à China e de a Huawei ter passado para a “lista negra” dos Estados Unidos, ficando impedida de negociar com empresas norte-americanas, o fundador da gigante tecnológica chinesa declarou ser contra qualquer ideia de retaliação.
Questionado sobre a possibilidade de haver boicotes a empresas norte-americanas, em especial à Apple, Zhengfei disse que se opunha completamente e “protestaria”.
“Em primeiro lugar, isso não acontecerá. Em segundo, se vier a acontecer, serei o primeiro a protestar,” apontou. "A Apple é uma empresa líder mundial. Se não houvesse a Apple, não havia Internet móvel", disse Zhengfei.
O presidente da Huawei defendeu ainda a tecnológica norte-americana, a qual considera como “professora”.
A Apple, acentuou o administrador chinês, “está a avançar” à frente da Huawei, o que o leva a questionar: “Como aluno, por que me haveria de opor à minha professora?”.
As restrições de Donald Trump ameaçam a liderança da Huawei como maior fabricante de equipamentos e telecomunicações e segundo maior no mercado dos smartphones.
O fundador da maior empresa de tecnologia da China admitiu mesmo que as restrições à exportação, aplicadas pela Administração Trump, podem afetar a posição de mercado alcançada pela Huawei nos últimos dois anos. No entanto, realçou que a empresa pretende encontrar alternativas para manter a liderança no sector dos smartphones e do 5G.A Administração Trump acusa a Huawei de ser usada para espionagem pelo Governo de Pequim.
A 16 de maio, Donald Trump declarou “emergência nacional”, proibindo as empresas norte-americanas de utilizar tecnologia e redes de telecomunicações estrangeiras.
O Presidente dos Estados Unidos alegou então “riscos inaceitáveis” para a segurança nacional, como espionagem de “adversários estrangeiros”.
Ren Zhengfei afirmou ainda à Bloomberg que os EUA querem apenas usar sua empresa como moeda de troca na guerra comercial com a China: "Uma grande anedota".
O facto é que a guerra comercial entre as duas maiores economias mundiais pode mesmo vir a afetar a Apple, já que cerca de 18 por cento das suas vendas líquidas acontecem no mercado chinês.
Questionado sobre a possibilidade de haver boicotes a empresas norte-americanas, em especial à Apple, Zhengfei disse que se opunha completamente e “protestaria”.
“Em primeiro lugar, isso não acontecerá. Em segundo, se vier a acontecer, serei o primeiro a protestar,” apontou. "A Apple é uma empresa líder mundial. Se não houvesse a Apple, não havia Internet móvel", disse Zhengfei.
O presidente da Huawei defendeu ainda a tecnológica norte-americana, a qual considera como “professora”.
A Apple, acentuou o administrador chinês, “está a avançar” à frente da Huawei, o que o leva a questionar: “Como aluno, por que me haveria de opor à minha professora?”.
As restrições de Donald Trump ameaçam a liderança da Huawei como maior fabricante de equipamentos e telecomunicações e segundo maior no mercado dos smartphones.
O fundador da maior empresa de tecnologia da China admitiu mesmo que as restrições à exportação, aplicadas pela Administração Trump, podem afetar a posição de mercado alcançada pela Huawei nos últimos dois anos. No entanto, realçou que a empresa pretende encontrar alternativas para manter a liderança no sector dos smartphones e do 5G.A Administração Trump acusa a Huawei de ser usada para espionagem pelo Governo de Pequim.
A 16 de maio, Donald Trump declarou “emergência nacional”, proibindo as empresas norte-americanas de utilizar tecnologia e redes de telecomunicações estrangeiras.
O Presidente dos Estados Unidos alegou então “riscos inaceitáveis” para a segurança nacional, como espionagem de “adversários estrangeiros”.
Ren Zhengfei afirmou ainda à Bloomberg que os EUA querem apenas usar sua empresa como moeda de troca na guerra comercial com a China: "Uma grande anedota".
O facto é que a guerra comercial entre as duas maiores economias mundiais pode mesmo vir a afetar a Apple, já que cerca de 18 por cento das suas vendas líquidas acontecem no mercado chinês.