Economia
Paralisação de camionistas deixa o país na reserva
A paralisação dos camionistas está a deixar o país com falta de alguns produtos com destaque maior para os combustíveis. Mas carne, peixe, fruta ou legumes também estão a faltar com a situação a tornar-se mais grave na região Sul de Portugal.
A greve das empresas de transportes de mercadorias está a deixar o país praticamente na reserva e já começam a faltar produtos essenciais como a carne, peixe, fruta, legumes e até os combustíveis.
O director-geral da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição já confirmou que começaram a faltar produtos hortofrutícolas e peixe nos supermercados, principalmente no centro e sul do país.
José António Rousseaux referiu que "a situação se agravou" adiantando também que aumentaram os piquetes nas estradas para impedir a circulação dos veículos que transportam mercadorias.
No caso dos combustíveis já há estações de serviço a fecharem e, por isso, não é de admirar que sejam muitos os cartazes de encerramento a serem colocados pelos proprietários.
Os postos de abastecimento de combustíveis venderam no dia de ontem o que tinham previsto vender em três ou quatro dias e muitos deles entraram em ruptura.
A informação foi dada pelo presidente da Associação de Revendedores de Combustíveis, Augusto Cymbron, que acrescentou que "ontem todos os postos de combustível que secaram venderam num dia o que previam vender em três ou quatro dias".
Como já se disse a situação está a tornar-se mais grave no sul do que no norte do país e não é de admirar que a juntar às estações de serviço de combustíveis encerradas se comecem e ver as prateleiras dos hipermercados vazias.
A paragem dos camionistas já deixou sem combustível o Aeroporto de Lisboa e a ANA, empresa que gere o aeroporto, confirmou que os aviões não estão a abastecer em Lisboa tendo as companhias sido avisadas no dia de ontem para procederem ao abastecimento noutros aeroportos.
A falta de combustível obrigou esta manhã três aviões que partiram de Lisboa com destino ao Brasil e a Genebra a passarem pelo aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, onde tiveram de efectuar reabastecimento.
O aeroporto de Faro pode ser outra alternativa para abastecimento de aviões porque ainda não tem problemas de abastecimento de combustível.
Esta madrugada as autoridades tentaram evitar que os depósitos do aeroporto de Lisboa secassem e, para isso, dezenas de camiões foram escoltados desde Aveiras até ao aeroporto da Portela apesar da contestação do piquete de greve que recebeu os camionistas com palmas e assobios.
No Carregado um incêndio destruiu esta noite um camião e no distrito de Santarém dois camiões foram queimados e dois apedrejados.
O director-geral da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição já confirmou que começaram a faltar produtos hortofrutícolas e peixe nos supermercados, principalmente no centro e sul do país.
José António Rousseaux referiu que "a situação se agravou" adiantando também que aumentaram os piquetes nas estradas para impedir a circulação dos veículos que transportam mercadorias.
No caso dos combustíveis já há estações de serviço a fecharem e, por isso, não é de admirar que sejam muitos os cartazes de encerramento a serem colocados pelos proprietários.
Os postos de abastecimento de combustíveis venderam no dia de ontem o que tinham previsto vender em três ou quatro dias e muitos deles entraram em ruptura.
A informação foi dada pelo presidente da Associação de Revendedores de Combustíveis, Augusto Cymbron, que acrescentou que "ontem todos os postos de combustível que secaram venderam num dia o que previam vender em três ou quatro dias".
Como já se disse a situação está a tornar-se mais grave no sul do que no norte do país e não é de admirar que a juntar às estações de serviço de combustíveis encerradas se comecem e ver as prateleiras dos hipermercados vazias.
A paragem dos camionistas já deixou sem combustível o Aeroporto de Lisboa e a ANA, empresa que gere o aeroporto, confirmou que os aviões não estão a abastecer em Lisboa tendo as companhias sido avisadas no dia de ontem para procederem ao abastecimento noutros aeroportos.
A falta de combustível obrigou esta manhã três aviões que partiram de Lisboa com destino ao Brasil e a Genebra a passarem pelo aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, onde tiveram de efectuar reabastecimento.
O aeroporto de Faro pode ser outra alternativa para abastecimento de aviões porque ainda não tem problemas de abastecimento de combustível.
Esta madrugada as autoridades tentaram evitar que os depósitos do aeroporto de Lisboa secassem e, para isso, dezenas de camiões foram escoltados desde Aveiras até ao aeroporto da Portela apesar da contestação do piquete de greve que recebeu os camionistas com palmas e assobios.
No Carregado um incêndio destruiu esta noite um camião e no distrito de Santarém dois camiões foram queimados e dois apedrejados.