Economia
Pinto Monteiro quer que DIAP investigue o Millennium BCP
O Procurador-Geral da República quer uma investigação ao Millennium BCP. Uma semana após o envio das denúncias pelo empresário e accionista do banco Joe Berardo, Pinto Monteiro encaminha-as agora para o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP).
A Procuradoria-Geral da República já confirmou o envio dos documentos apresentados por Joe Berardo para o DIAP. O processo vai ficar nas mãos do departamento liderado, desde Abril, por Maria José Morgado, que havia definido como prioridade uma maior especialização no combate à criminalidade económico-financeira.
O DIAP vai recolher provas que sustentem uma acusação do Ministério Público. O facto de os documentos terem sido enviados para o DIAP indica que Pinto Monteiro encontrou indícios criminais nas provas de Joe Berardo. Caso as provas reunidas não sejam suficientes o processo pode ser arquivado.
O accionista do BCP não deu pormenores das suas denúncias, aquando da entrega dos documentos na Procuradoria. Apenas referiu tratar-se de operações bancárias realizadas pelo banco que envolvem “off-shores e pessoas individuais”. Berardo também disse que o montante envolvido era de “200 milhões de euros e a redução de reservas – que não foi explicada aos accionistas, e há perdões de dívida no papel por ter sido especulação na bolsa”.
Berardo entregou as denúncias também no Banco de Portugal e na Comissão de Mercados de Valores Mobiliários (CMVM). A investigação desta instituição encontra-se igualmente na fase final.
O DIAP vai recolher provas que sustentem uma acusação do Ministério Público. O facto de os documentos terem sido enviados para o DIAP indica que Pinto Monteiro encontrou indícios criminais nas provas de Joe Berardo. Caso as provas reunidas não sejam suficientes o processo pode ser arquivado.
O accionista do BCP não deu pormenores das suas denúncias, aquando da entrega dos documentos na Procuradoria. Apenas referiu tratar-se de operações bancárias realizadas pelo banco que envolvem “off-shores e pessoas individuais”. Berardo também disse que o montante envolvido era de “200 milhões de euros e a redução de reservas – que não foi explicada aos accionistas, e há perdões de dívida no papel por ter sido especulação na bolsa”.
Berardo entregou as denúncias também no Banco de Portugal e na Comissão de Mercados de Valores Mobiliários (CMVM). A investigação desta instituição encontra-se igualmente na fase final.