Economia
Quais os deveres e obrigações do vice-presidente do BCE?
Mário Centeno foi escolhido pelo governo português para o cargo e poderá consagrar-se o primeiro português na direção do BCE, desde a criação do banco em 1998.
O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) é o segundo cargo mais elevado no conselho de direção da instituição bancária e desempenha um papel central na definição e implementação da política monetária da Zona Euro. Entre as suas funções estão a implementação das decisões de política monetária e a tomada de decisões sobre taxas de juro, programas de liquidez e medidas de estabilidade financeira, de acordo o Estatuto do Sistema Europeu de Bancos Centrais.
Enquanto membro do Conselho Executivo- órgão responsável pela gestão do BCE- o vice-presidente contribui ainda, para a comunicação das orientações e decisões a mercados, governos e ao público, assegurando que a instituição mantém credibilidade e transparência.
O governo formalizou, esta sexta-feira, a candidatura do antigo ministro das Finanças e ex-governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, ao cargo de vice presidente do Banco Central Europeu, numa nomeação que pode ter implicações importantes para Portugal e para a política monetária da zona euro.
As decisões do BCE influenciam diretamente as taxas de juro cobradas pelos bancos em créditos a famílias e empresas, bem como o custo de financiamento da dívida pública portuguesa. A atuação do Banco Central Europeu afeta também a inflação, a estabilidade de preços e, por consequência, o poder de compra dos cidadãos.
Ter um vice-presidente conhecedor da realidade portuguesa pode trazer uma maior consciência do contexto nacional nas decisões tomadas.
A candidatura de Centeno reforça a presença e a voz de Portugal nas instâncias europeias, permitindo uma participação mais ativa nos debates sobre política monetária e financeira. O antigo governador do Banco de Portugal sublinha que a sua candidatura se integra no seu “persistente contributo para o aprofundamento da integração europeia, sustentado na experiência adquirida” ao longo do seu percurso profissional, em declarações ao jornal económico digital Eco
A vice-presidência do Banco Central Europeu é, portanto, um cargo com impacto direto na economia portuguesa, desde o custo do crédito e das hipotecas até ao crescimento económico e emprego, além de contribuir para a estabilidade financeira do país dentro da zona euro.
Na corrida ao cargo estão ainda candidatos da Letónia, Croácia, Finlândia, Lituânia e Estónia.
A candidatura de Mário Centeno será analisada pelo Eurogrupo, seguindo depois para o Conselho Europeu, que tomará a decisão final, conforme previsto nos tratados europeus. O mandato do atual vice-presidente, Luis de Guindos, termina em 31 de maio de 2026.
Em maio de 2027 serão abertas candidaturas para substituir a francesa Christine Lagarde, atual presidente do BCE.
Enquanto membro do Conselho Executivo- órgão responsável pela gestão do BCE- o vice-presidente contribui ainda, para a comunicação das orientações e decisões a mercados, governos e ao público, assegurando que a instituição mantém credibilidade e transparência.
O governo formalizou, esta sexta-feira, a candidatura do antigo ministro das Finanças e ex-governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, ao cargo de vice presidente do Banco Central Europeu, numa nomeação que pode ter implicações importantes para Portugal e para a política monetária da zona euro.
As decisões do BCE influenciam diretamente as taxas de juro cobradas pelos bancos em créditos a famílias e empresas, bem como o custo de financiamento da dívida pública portuguesa. A atuação do Banco Central Europeu afeta também a inflação, a estabilidade de preços e, por consequência, o poder de compra dos cidadãos.
Ter um vice-presidente conhecedor da realidade portuguesa pode trazer uma maior consciência do contexto nacional nas decisões tomadas.
A candidatura de Centeno reforça a presença e a voz de Portugal nas instâncias europeias, permitindo uma participação mais ativa nos debates sobre política monetária e financeira. O antigo governador do Banco de Portugal sublinha que a sua candidatura se integra no seu “persistente contributo para o aprofundamento da integração europeia, sustentado na experiência adquirida” ao longo do seu percurso profissional, em declarações ao jornal económico digital Eco
A vice-presidência do Banco Central Europeu é, portanto, um cargo com impacto direto na economia portuguesa, desde o custo do crédito e das hipotecas até ao crescimento económico e emprego, além de contribuir para a estabilidade financeira do país dentro da zona euro.
Na corrida ao cargo estão ainda candidatos da Letónia, Croácia, Finlândia, Lituânia e Estónia.
A candidatura de Mário Centeno será analisada pelo Eurogrupo, seguindo depois para o Conselho Europeu, que tomará a decisão final, conforme previsto nos tratados europeus. O mandato do atual vice-presidente, Luis de Guindos, termina em 31 de maio de 2026.
Em maio de 2027 serão abertas candidaturas para substituir a francesa Christine Lagarde, atual presidente do BCE.