REN conclui aumento de capital de 250 ME com procura a superar oferta em 65,6%

| Economia

A REN -- Redes Enérgicas Nacionais concluiu a totalidade do aumento de capital de 250 milhões de euros, tendo a procura superado em 65,6% a oferta de ações, disse hoje a empresa liderada por Rodrigo Costa em comunicado.

"O aumento de capital foi totalmente subscrito, correspondente a um encaixe financeiro de cerca de 250 milhões euros", lê-se na informação enviada à imprensa.

O aumento de capital foi de 133.191.262 ações ao preço de subscrição de 1,877 euros cada.

O administrador financeiro da REN, Gonçalo Morais Soares, considerou citado no comunicado que "os resultados do aumento de capital permitem concluir que a operação foi um sucesso".

A REN informou que "no exercício de direitos de subscrição" foram subscritas 126.731.246 ações (95,1% do total) e que as restantes 6.460.016 ações foram para rateio (correspondentes a 4,9%).

A liquidação financeira das ações com direitos de subscrição decorreu hoje e a liquidação financeira das ações atribuídas em rateio ocorre na segunda-feira.

O presidente executivo da REN, Rodrigo Costa, disse em meados de novembro à Lusa que os acionistas da empresa iriam acompanhar o aumento de capital.

Atualmente, o maior acionista da REN é a chinesa State Grid, com 25% do capital, seguida pela Oman Oil, com 15%.

Já fundo Lazard Asset Management tem 6,7%, segundo a página da REN na Internet, e a seguradora Fidelidade (que pertence à chinesa Fosun) 5%.

Em maio, os acionistas da REN aprovaram em assembleia-geral um aumento de capital no valor de 250 milhões de euros para financiar parte da compra da EDP Gás à EDP, concluída em outubro por 532,4 milhões de euros.

Tópicos:

Lazard Management, Oman Oil, REN Gonçalo Morais, REN Rodrigo, State Grid,

A informação mais vista

+ Em Foco

A Redação da RTP votou sobre as figuras e acontecimentos mais destacados, a nível nacional e internacional. Veja aqui as escolhas.

    O embaixador russo em Lisboa afirma, em entrevista à RTP, que as declarações e decisões de Donald Trump sobre Jerusalém podem incendiar todo o Médio Oriente.

    As sondagens para as presidenciais brasileiras colocam em segundo lugar um deputado federal defensor da ditadura que governou o país durante 20 anos e que é acusado de homofobia.

    Uma caricatura do mundo em que vivemos.