Economia
Sistema europeu de controlo de fronteiras volta a ser testado no Aeroporto de Lisboa
O sistema de controlo de fronteiras no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, é reforçado com 24 militares da GNR e 80 agentes da PSP.
O Sistema de Entradas e Saídas (EES)- o novo mecanismo europeu de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários- vai ser reativado durante a tarde desta segunda-feira no Aeroporto de Lisboa apenas para testes. Isto após ter sido suspenso no final de dezembro devido aos longos tempos de espera.
O teste servirá para “aferir das melhorias introduzidas no sistema” após as alterações técnicas realizadas durante o período de suspensão, afirmou fonte policial citada pela agência Lusa.Concluída esta avaliação, o sistema voltará a ser novamente suspenso.
A possibilidade de reativação do EES para efeitos de teste já tinha sido admitida pelo presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP). Em declarações à Antena 1, Paulo Santos afirmou que a partir da desta segunda-feira já haveria “possibilidade de tentarem ativar o sistema exatamente para fazerem testes”.
O EES entrou em funcionamento em Portugal e nos restantes países do espaço Schengen a 12 de outubro do ano passado e, desde então, os tempos de espera agravaram-se significativamente, sobretudo no Aeroporto Humberto Delgado, onde alguns passageiros chegaram a aguardar várias horas.A situação tornou-se mais crítica a partir de 10 de dezembro com o início da segunda fase do sistema, que passou a incluir a recolha de dados biométricos, nomeadamente fotografia e impressões digitais dos passageiros.
Perante os constrangimentos, o Governo criou, no final de outubro, uma task force de emergência para gerir a crise. No final de dezembro, anunciou medidas de contingência, incluindo a suspensão do EES por três meses no Aeroporto de Lisboa, com o objetivo de reduzir os tempos de espera na zona das chegadas.
Na semana passada, o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna garantiu, no Parlamento, que esta suspensão “não compromete de forma alguma a segurança nacional”, sublinhando tratar-se de uma medida com “carácter excecional e temporário”, destinada a “evitar constrangimentos operacionais e impactos negativos na fluidez dos fluxos de passageiros”.
Segundo Paulo Simões Ribeiro, as medidas adotadas “estão a surtir efeitos positivos” no Aeroporto de Lisboa. Atualmente, o controlo de passageiros está a ser reforçado com 104 profissionais das Forças de Segurança, mobilizados desde o período do Natal.
O teste servirá para “aferir das melhorias introduzidas no sistema” após as alterações técnicas realizadas durante o período de suspensão, afirmou fonte policial citada pela agência Lusa.Concluída esta avaliação, o sistema voltará a ser novamente suspenso.
A possibilidade de reativação do EES para efeitos de teste já tinha sido admitida pelo presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP). Em declarações à Antena 1, Paulo Santos afirmou que a partir da desta segunda-feira já haveria “possibilidade de tentarem ativar o sistema exatamente para fazerem testes”.
O EES entrou em funcionamento em Portugal e nos restantes países do espaço Schengen a 12 de outubro do ano passado e, desde então, os tempos de espera agravaram-se significativamente, sobretudo no Aeroporto Humberto Delgado, onde alguns passageiros chegaram a aguardar várias horas.A situação tornou-se mais crítica a partir de 10 de dezembro com o início da segunda fase do sistema, que passou a incluir a recolha de dados biométricos, nomeadamente fotografia e impressões digitais dos passageiros.
Perante os constrangimentos, o Governo criou, no final de outubro, uma task force de emergência para gerir a crise. No final de dezembro, anunciou medidas de contingência, incluindo a suspensão do EES por três meses no Aeroporto de Lisboa, com o objetivo de reduzir os tempos de espera na zona das chegadas.
Na semana passada, o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna garantiu, no Parlamento, que esta suspensão “não compromete de forma alguma a segurança nacional”, sublinhando tratar-se de uma medida com “carácter excecional e temporário”, destinada a “evitar constrangimentos operacionais e impactos negativos na fluidez dos fluxos de passageiros”.
Segundo Paulo Simões Ribeiro, as medidas adotadas “estão a surtir efeitos positivos” no Aeroporto de Lisboa. Atualmente, o controlo de passageiros está a ser reforçado com 104 profissionais das Forças de Segurança, mobilizados desde o período do Natal.