Política
Presidenciais 2026
Sondagens inspiram "apelo público". Cotrim escreve a Montenegro a pedir apoio
Na esteira da sondagem da Universidade Católica para RTP, Antena 1 e Público, a apontar para uma segunda volta das presidenciais entre André Ventura, João Cotrim Figueiredo ou António José Seguro, o antigo dirigente da IL endereça uma missiva ao primeiro-ministro a exortar “ao voto do PSD”. E a citar Sá Carneiro.
Foi conhecida esta quarta-feira uma carta de João Cotrim Figueiredo, em formato de “apelo público”, para Luís Montenegro. O candidato a Belém, a quem as sondagens atribuem capacidade para disputar uma segunda volta das presidenciais, escreve ao primeiro-ministro a apelar “ao voto do PSD”.
“Estamos a quatro dias das eleições presidenciais. Os últimos dias mostram - e os estudos de opinião confirmam - que estamos agora numa corrida a três para a segunda volta do sufrágio”, lê-se no documento.
“Com sentido de responsabilidade, e sem querer menorizar a candidatura apoiada pelo partido liderado por V. Exa., assim como pelo CDS-PP, venho hoje apelar ao voto do PSD na minha candidatura à Presidência da República”, exorta Cotrim Figueiredo, referindo-se a Luís Marques Mendes.“Exorto-o a fazê-lo por estar certo de que, tal como eu, não deseja ver o candidato do Partido Socialista nem o candidato do Partido Chega no Palácio de Belém. A minha candidatura é, hoje, a única capaz de impedir esse cenário”, sustenta Cotrim, que foi esta semana confrontado com acusações de assédio sexual por parte de uma antiga assessora parlamentar da Iniciativa Liberal.
“Como V. Exa. afirmou na passada semana, não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta. Não poderia estar mais de acordo consigo. Está na hora de tomar a decisão consequente com as suas próprias palavras”, escreve ainda o candidato.
Cotrim assinala que, nas últimas eleições autárquicas, apoiou “as candidaturas de Pedro Duarte, no Porto, e de Carlos Moedas, em Lisboa”: “Fi-lo por acreditar que era o melhor para os dois municípios em apreço e para as respetivas populações. Fi-lo, portanto, por considerar tratar-se do melhor para Portugal. Confiei no PSD”.
“Estou consciente de que grande parte dos eleitores e dirigentes do PSD já confiam em mim. Peço-lhe que se junte a eles. Sei que mudar o sentido de uma decisão destas exige coragem, mas, como nos ensinou Francisco Sá Carneiro, Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um”, vinca.
Na ótica defendida por Cotrim, o país “precisa de um presidente exigente, que colabore com o Governo na implementação das reformas urgentes de que o país precisa para ter um futuro melhor”.“Conte comigo. Eu conto consigo. Os portugueses contam connosco”, clama Cotrim Figueiredo.
“Termino como comecei. Se não quer o candidato do Chega ou o do PS como presidente da República, apelo a que recomende o voto do PSD na minha candidatura”, remata.
“Estamos a quatro dias das eleições presidenciais. Os últimos dias mostram - e os estudos de opinião confirmam - que estamos agora numa corrida a três para a segunda volta do sufrágio”, lê-se no documento.
“Com sentido de responsabilidade, e sem querer menorizar a candidatura apoiada pelo partido liderado por V. Exa., assim como pelo CDS-PP, venho hoje apelar ao voto do PSD na minha candidatura à Presidência da República”, exorta Cotrim Figueiredo, referindo-se a Luís Marques Mendes.“Exorto-o a fazê-lo por estar certo de que, tal como eu, não deseja ver o candidato do Partido Socialista nem o candidato do Partido Chega no Palácio de Belém. A minha candidatura é, hoje, a única capaz de impedir esse cenário”, sustenta Cotrim, que foi esta semana confrontado com acusações de assédio sexual por parte de uma antiga assessora parlamentar da Iniciativa Liberal.
“Como V. Exa. afirmou na passada semana, não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta. Não poderia estar mais de acordo consigo. Está na hora de tomar a decisão consequente com as suas próprias palavras”, escreve ainda o candidato.
Cotrim assinala que, nas últimas eleições autárquicas, apoiou “as candidaturas de Pedro Duarte, no Porto, e de Carlos Moedas, em Lisboa”: “Fi-lo por acreditar que era o melhor para os dois municípios em apreço e para as respetivas populações. Fi-lo, portanto, por considerar tratar-se do melhor para Portugal. Confiei no PSD”.
“Estou consciente de que grande parte dos eleitores e dirigentes do PSD já confiam em mim. Peço-lhe que se junte a eles. Sei que mudar o sentido de uma decisão destas exige coragem, mas, como nos ensinou Francisco Sá Carneiro, Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um”, vinca.
Na ótica defendida por Cotrim, o país “precisa de um presidente exigente, que colabore com o Governo na implementação das reformas urgentes de que o país precisa para ter um futuro melhor”.“Conte comigo. Eu conto consigo. Os portugueses contam connosco”, clama Cotrim Figueiredo.
“Termino como comecei. Se não quer o candidato do Chega ou o do PS como presidente da República, apelo a que recomende o voto do PSD na minha candidatura”, remata.