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Artemis II. Visões fora deste mundo
O lado visível da Lua é observado através da Orion quando se aproximava para o sobrevoo lunar. O lado visível, caracterizado pelas manchas escuras de lava antiga, é visível no terço superior do disco lunar. A cratera Aristarco é o ponto branco brilhante em meio a um fluxo de lava cinza-escuro na parte superior da imagem. Crédito: NASA
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6 de abril de 2026, durante a passagem da tripulação da missão Artemis II pela Lua. A imagem apresenta um crescente de uma Terra azulada e discreta, com nuvens brancas brilhantes, a surgir atrás da superfície lunar repleta de crateras. A parte escura da Terra está em período noturno. No lado diurno da Terra, nuvens rodopiantes são visíveis sobre a região da Austrália e Oceânia. Em primeiro plano, a cratera Ohm apresenta bordas em terraços e um fundo plano interrompido por picos centrais. Os picos centrais se formam em crateras complexas quando a superfície lunar, liquefeita pelo impacto, é lançada para cima durante a formação da cratera. Créditos: NASA
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Nesta imagem da Lua, a tripulação da Artemis II capturou um instantâneo detalhado dos anéis da bacia Orientale, uma das crateras de impacto maiores mais jovens e bem preservadas da Lua, na primeira observação durante o período de sobrevoo lunar. Crédito: NASA
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A tripulação da Artemis II captura uma porção da Lua – a fronteira entre o dia e a noite lunar – onde a luz solar rasante projeta sombras longas e dramáticas sobre a superfície. Essa luz rasante acentua a topografia acidentada da Lua, revelando crateras, cristas e estruturas em forma de bacia com detalhes impressionantes. Características ao longo do terminador, como a Cratera Jule, a Cratera Birkhoff, a Cratera Stebbins e as terras altas circundantes, se destacam. Desta perspectiva, a interação entre luz e sombra realça a complexidade da superfície lunar de maneiras não visíveis sob iluminação plena. A imagem foi capturada cerca de três horas após o início do período de observação lunar da tripulação, enquanto sobrevoavam o lado oculto da Lua no sexto dia da missão. Créditos: NASA
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A tripulação da Artemis II – o astronauta da CSA (Agência Espacial do Canadá) Jeremy Hansen (à esquerda) e os astronautas da NASA Christina Koch (centro à esquerda), Reid Wiseman (centro à direita) e Victor Glover (à direita) – conversam ao vivo com o presidente Donald J. Trump, depois de seu histórico sobrevoo lunar durante o sexto dia de voo. Uma imagem que revela esta conversa através dos monitores gigantes instalados na Sala de Controle de Voo no Centro de Controle de Missão da NASA, no Centro Espacial Johnson da agência, em Houston. Crédito da imagem: ROBERT MARKOWITZ NASA-JSC
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Esta imagem mostra a Lua eclipsando completamente o Sol. Da perspectiva da tripulação, a Lua parece grande o suficiente para bloquear completamente o Sol, criando quase 54 minutos de totalidade e ampliando a visão muito além do que é possível da Terra. A coroa solar forma um halo brilhante ao redor do disco lunar escuro, revelando detalhes da atmosfera externa do Sol, normalmente ocultos por seu brilho. Também são visíveis estrelas, geralmente muito ténues para serem vistas ao fotografar a Lua, mas com a Lua na escuridão, as estrelas são facilmente observadas. Este ponto de vista único proporciona tanto uma imagem impressionante quanto uma oportunidade valiosa para os astronautas documentarem e descreverem a coroa solar durante o retorno da humanidade ao espaço profundo. O ténue brilho do lado visível da Lua é visível nesta imagem, tendo sido iluminado pela luz refletida da Terra. Crédito: NASA
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Um eclipse solar total, com apenas parte da Lua visível na imagem, enquanto ela obscurece completamente o Sol. Embora o disco lunar completo se estenda além da imagem, a ténue coroa solar permanece visível como um suave halo de luz ao redor da borda da Lua. Deste ponto de vista no espaço profundo, a Lua parecia grande o suficiente para sustentar quase 54 minutos de totalidade, muito mais tempo do que os eclipses solares totais normalmente vistos da Terra. Esta perspectiva recortada enfatiza a escala do alinhamento e revela estruturas subtis na coroa durante o raro e prolongado eclipse observado pela tripulação. O brilho prateado intenso na borda esquerda da imagem é o planeta Vénus. A formação arredondada e cinza-escura visível ao longo do horizonte lunar entre as posições de 9 e 10 horas é o Mare Crisium, uma formação visível da Terra. Vemos detalhes lunares ténues porque a luz refletida pela Terra fornece uma fonte de iluminação. Crédito: NASA
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A capsula espacial Orion em primeiro plano, iluminada pelo Sol surge perante uma Lua crescente gibosa é visível ao fundo. A bacia Orientale, uma cratera de impacto com 965 quilómetros de diâmetro e cercada por montanhas, é visível na parte inferior central da Lua. Essa bacia estende-se pelos lados visível e oculto da Lua. À esquerda de Orientale, que possui uma área de lava antiga em sua bacia, está o lado oculto; este é o hemisfério que não vemos da Terra. À direita de Orientale está o lado visível, o hemisfério que vemos todos os dias da Terra. O lado visível é notável pelas gigantescas e escuras manchas de antigos fluxos de lava que cobrem sua superfície. Crédito: NASA
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Missão Artemis II, dia 6. O piloto da Artemis II, Victor Glover, o comandante Reid Wiseman e o especialista de missão Jeremy Hansen preparam-se para a jornada ao redor do lado oculto da Lua, configurando seus equipamentos de câmara pouco antes de iniciarem suas observações de sobrevoo lunar. Crédito da imagem: NASA
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A sonda Orion da NASA captura a Lua e a Terra numa única imagem durante a viagem espacial da tripulação da missão Artemis II, às 18h42 (horário do leste dos EUA) do sexto dia da missão. O lado direito da Orion é iluminado pelo Sol. Uma Lua crescente é visível atrás dela. E então, uma Terra crescente, minúscula em comparação com a Lua, está prestes a colocar-se abaixo do horizonte lunar à direita. Crédito: NASA
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A Lua, vista aqui iluminada pelo Sol durante um eclipse solar é fotografada por uma das câmaras instaladas num dos paineis solares da cápsula Orion. A constelação de Orion é visível em primeiro plano, à esquerda. A Terra reflete a luz solar na borda esquerda da Lua, que é ligeiramente mais brilhante que o restante do disco. O ponto brilhante visível logo abaixo da borda inferior direita da Lua é Saturno. Mais adiante, o ponto brilhante na borda direita da imagem é Marte. Crédito: NASA
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Capturada pela cápsula Orion, perto do fim do sobrevoo lunar da missão Artemis II no dia 6 de abril, esta imagem mostra o Sol a surgir por trás da Lua enquanto o eclipse transita para fora da totalidade. Apenas uma parte da Lua é visível na imagem, a curva lunar revela uma faixa brilhante de luz solar que regressa aos olhar dos quatro tripulantes após quase uma hora de escuridão. Nos momentos finais do eclipse observados pela tripulação, a luz que reaparece cria um forte contraste com a silhueta da Lua e revela a topografia lunar normalmente não visível ao longo do limbo lunar. Esta fase fugaz captura o alinhamento dinâmico do Sol, da Lua e da sonda enquanto a Orion continua sua jornada de volta do lado oculto da Lua. Crédito: NASA
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O comandante da Artemis II, Reid Wiseman, observa pela janela da Orion no início de seu primeiro período de observação lunar do dia. Ao longo do sexto dia da missão, Wiseman e seus colegas revezaram-se nas quatro pequenas janelas existentes na cápsula espacial, capturando imagens e vídeos da Lua, além de registrar observações. Os astronautas fazem parte da equipe científica, e os dados recolhidos que vão moldar o futuro da ciência lunar. Créditos: NASA
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Semelhante a uma "impressão digital" da tripulação da Artemis II, esta imagem destaca o contraste entre áreas claras e escuras na superfície da Lua. De cima para baixo, as regiões mais escuras incluem o Oceanus Procellarum, o Mare Humorum — conhecido como "Mar da Humidade" — e a cratera Byrgius A. Crédito: NASA
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O piloto da Artemis II, Victor Glover, e a especialista de missão Christina Koch recolhem imagens e observam a superfície lunar para depois compartilhar com o mundo durante o sobrevoo lunar no sexto dia da missão. A tripulação passou aproximadamente sete horas a trocar de lugar juntos às pequenas escotilhas da Orion enquanto sobrevoavam o lado oculto da Lua. No ponto de maior aproximação, eles chegaram a estar a 6.547 quilómetros da superfície lunar. Crédito: NASA
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Os motores do módulo de serviço da cápsula espacial Orion em destaque nesta imagem durante o sexto dia de voo da missão Artemis II. Capturada por uma câmara montada num dos paineis solares, a imagem mostra o maior deles, o motor do sistema de manobra orbital, cercado por oito propulsores auxiliares menores. Crédito: NASA
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Pôr-do-sol da Terra capturado pela janela da Orion no dia 6 de abril de 2026, durante a passagem da tripulação da missão Artemis II pela Lua. Uma Terra azulada e discreta, com nuvens brancas brilhantes, se põe atrás da superfície lunar repleta de crateras. Crédito da imagem: NASA
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Uma vista aproximada, capturada pela tripulação da Artemis II, da cratera Vavilov, na borda da bacia Hertzsprung, mais antiga e maior. A parte direita da imagem mostra a transição do material liso dentro de um anel interno de montanhas para o terreno mais acidentado ao redor da borda. Vavilov e outras crateras, bem como os materiais ejetados, são acentuados pelas longas sombras no terminador, a fronteira entre o dia e a noite lunar. A imagem foi capturada com uma câmara portátil com distância focal de 400 mm, enquanto a tripulação sobrevoava o lado oculto da Lua. Crédito: NASA
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Nascer da Terra às 19h22 (horário do leste dos EUA) durante a passagem da tripulação da missão Artemis II pela face oculta da Lua. A Terra aparece como um delicado crescente, com apenas sua borda superior iluminada. O suave tom azul do planeta e os sistemas de nuvens brancas dispersos se destacam contra a escuridão do espaço, enquanto a porção inferior se funde com a noite. Capturada com uma lente de 400 mm, a imagem do nascer da Terra revela um alinhamento impressionante entre a Terra e a Lua, com a Lua em primeiro plano e a Terra abaixo. Ao longo do horizonte lunar, o terreno acidentado se silhueta contra o crescente brilhante da Terra. Ambos os corpos celestes estão orientados com os polos norte à esquerda e polos sul à direita, oferecendo uma perspectiva única do nosso planeta a partir do espaço profundo. Esta foto foi girada 90 graus no sentido horário para a orientação de visualização padrão. Crédito da imagem: NASA
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