Colonos israelitas disparam contra palestinianos na Cisjordânia
Num breve comunicado, o Crescente Vermelho reportou duas mortes, "uma de 13 anos e outra de 32, e quatro feridos por munições reais durante um ataque de colonos à aldeia de Al-Moughayer, perto de Ramallah". "Os feridos foram levados para o hospital", acrescentou o comunicado.
Quando contactado pela AFP, o exército israelita, que ocupa a Cisjordânia desde 1967, indicou que estava a investigar os factos.
Exército israelita emite nova ameaça para os residentes do sul do Líbano
“Além disso, aproximar-se da área do Rio Litani, Wadi Salhania e Saluki não é permitido”, acrescentou o seu porta-voz numa publicação nas redes sociais, enumerando uma série de aldeias que os residentes foram alertados para não atravessarem ou regressarem.
Amnistia Internacional considera que Portugal violou direito internacional humanitário
A violação aconteceu, diz a Amnistia, por Portugal ter permitido a escala de três caças na base das lajes que foram vendidos a Israel pelos Estados Unidos.
No mundo, concluiu que o ano 2025 ficou marcado por ataques às relações internacionais, ao direito internacional e à sociedade civil.
A organização afirma que os líderes mundiais têm sido submissos e critica, em concreto, a União Europeia por apaziguar os ataques dos Estados Unidos ao direito internacional.
A Amnistia alerta ainda que o mundo já vive um novo tempo que é racista, patriarcal e de anti direitos.
Iran Air vai retomar voos domésticos na quarta-feira
A primeira rota a voltar a operar será o corredor Teerão-Mashhad, com os voos de regresso a serem também retomados no mesmo dia
Irão condena destruição de locais de minorias religiosas nos ataques dos EUA e Israel
A declaração afirmou que a destruição direcionada da Sinagoga Judaica de Teerão, um local histórico de culto, bem como os graves danos na Catedral Ortodoxa de São Nicolau e na Igreja Ortodoxa Grega de Santa Maria, ultrapassaram as violações do direito internacional humanitário e equivalem a um ataque à liberdade fundamental de crença.
“Estes ataques não só demonstram o completo desrespeito destes regimes agressores pelos direitos humanos básicos e pelas normas internacionais, como também evidenciam uma intenção sinistra de eliminar os símbolos de identidade das minorias religiosas no Irão”, referiu o comunicado.
Acrescentou ainda que as minorias religiosas do Irão “usufruem sempre dos seus direitos religiosos dentro da estrutura das leis e do respeito mútuo”.
Petroleiro iraniano conseguiu contornar bloqueio dos EUA
“Apesar dos múltiplos avisos e ameaças da força-tarefa naval do Exército dos EUA… o petroleiro iraniano Sili City, com o apoio operacional da Marinha do Exército… entrou em águas territoriais iranianas na noite passada, após atravessar o Mar Arábico”, afirmou o gabinete de relações públicas do Exército num comunicado divulgado pela agência de notícias iraniana Mehr.
O petroleiro “está ancorado há várias horas numa das zonas de fundeio dos portos do sul da República Islâmica do Irão”, prosseguiu o comunicado.
Ortega acusa Trump de "instabilidade mental" por lançar guerra com o Irão
O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, acusou o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, de sofrer de "instabilidade mental" por ter lançado uma guerra contra o Irão que abalou o Médio Oriente e a economia global.
"A guerra travada desta forma pelo presidente norte-americano é típica de alguém que perdeu a cabeça e pensa que pode cometer qualquer ato, qualquer crueldade", declarou Ortega durante uma cerimónia em Manágua transmitida na segunda-feira pelos meios de comunicação estatais.
"É um problema, sejamos francos, de desequilíbrio mental. Como dizemos aqui, ele não está no seu perfeito juízo", acrescentou o líder latino-americano, que criticou ainda Donald Trump por publicar uma imagem sua como Jesus Cristo na plataforma Truth Social.
“Ele publicou uma fotografia sua vestido de Cristo, a realizar curas. Quantas pessoas curou realmente? O povo americano e os povos do mundo vão responsabilizá-lo por quantas pessoas matou”, vociferou o presidente da Nicarágua.
Daniel Ortega, antigo líder da guerrilha sandinista que derrubou a ditadura na Nicarágua em 1979, aliado da União Soviética e de Cuba durante a Guerra Fria regressou ao poder em 2007, após eleições contestadas pela comunidade internacional.
No seu discurso, Ortega, que governa o país com a sua mulher Rosa Murillo, denunciou ainda as recentes sanções americanas contra dois dos seus filhos, acusados de participar numa tomada de poder no país. “Estão a ficar sem pessoas para sancionar”, ironizou.No passado domingo, membros da comunidade nicaraguense na Costa Rica e nos Estados Unidos pediram justiça no oitavo aniversário da repressão de uma manifestação que fez mais de 300 mortos em Manágua.
Primeiros funerais coletivos para combatentes do Hezbollah no sul do Líbano
Os funerais incluirão 15 combatentes e um civil na aldeia de Qlayleh e outros 29 combatentes na aldeia de Kfarsir, detalhou o movimento xiita pró-Irão em comunicado, sem especificar o número total das suas baixas em ataques aéreos israelitas e em combates com tropas que entraram em zonas do sul.
Um cortejo fúnebre passará por várias aldeias antes do enterro, que, segundo o Hezbollah, permitirá que "as almas abençoadas regressem à terra do sul".
Nos subúrbios do sul de Beirute, quatro combatentes do Hezbollah foram sepultados na segunda-feira, segundo um fotógrafo da AFP, na presença de dezenas de familiares e apoiantes, incluindo mulheres e crianças, que transportavam retratos dos falecidos.
Outros três combatentes do grupo armado foram sepultados na segunda-feira em três locais diferentes no Vale do Bekaa, no leste do país, de acordo com o canal de televisão Al-Manar, afiliado do Hezbollah.
Alguns destes combatentes mortos durante a guerra tinham sido inicialmente sepultados temporariamente fora do sul, uma prática muçulmana xiita permitida em circunstâncias excecionais.
Os ataques aéreos e os combates israelitas fizeram 2.387 mortos e um milhão de deslocados no país desde o início de março, segundo um balanço oficial, que não especifica se estes números incluem civis ou combatentes.
Este número inclui pelo menos 274 mulheres e 177 crianças, de acordo com o Ministério da Saúde libanês.
Negociações com os EUA são "inaceitáveis"
Em declarações divulgadas pela agência de notícias iraniana Mehr, afirmou que “as negociações não são aceitáveis” na “situação atual”, acusando os EUA de serem “excessivamente exigentes” e de perseguirem objetivos ocultos para benefício próprio.
“Dadas as condições atuais, as recentes agressões e o historial que temos com os Estados Unidos em negociações anteriores, a próxima ronda de negociações está, se Deus quiser, descartada”, disse.
Mensagens fraudulentas oferecem passagem segura aos navios pelo Estreito de Ormuz
Os EUA mantêm o bloqueio aos portos iranianos, enquanto o Irão suspendeu e reimpôs o bloqueio ao Estreito de Ormuz, por onde passava cerca de um quinto do petróleo e gás natural liquefeito do mundo antes do início da guerra no Médio Oriente.
Em plenas negociações de cessar-fogo, Teerão, que controla o ponto de estrangulamento, propôs a cobrança de portagens para que os navios possam transitar em segurança.
Na segunda-feira, a MARISKS emitiu um alerta avisando os armadores de que agentes desconhecidos, alegando representar autoridades iranianas, enviaram mensagens a algumas empresas de navegação exigindo taxas de trânsito em criptomoedas, Bitcoin ou Tether, para "libertação".
"Estas mensagens específicas são um golpe", afirmou a empresa, acrescentando que a mensagem não foi enviada pelas autoridades iranianas.
Não houve comentários imediatos de Teerão.
Centenas de navios e cerca de 20 mil tripulantes permanecem retidos no Golfo.
A 18 de abril, quando o Irão abriu brevemente o estreito sob controlo, os navios tentaram passar, mas pelo menos dois deles, incluindo um petroleiro, relataram que embarcações iranianas dispararam contra eles, forçando-os a regressar.
A MARISKS afirmou acreditar que pelo menos um dos navios, que tentou sair do estreito no sábado e foi atingido por tiros, foi vítima do golpe.
A Reuters não conseguiu verificar as informações nem rastrear as empresas que receberam a mensagem.
"Após o fornecimento dos documentos e a avaliação da sua elegibilidade pelos Serviços de Segurança Iranianos, poderemos determinar a taxa a pagar em criptomoeda (BTC ou USDT). Só então a sua embarcação poderá transitar pelo estreito sem impedimentos no horário pré-acordado", dizia a mensagem citada pela MARISKS.
Presidência da UE quer evitar filas nos postos de combustível perante eventuais problemas
“Temos diante de nós a possibilidade - e sublinho a palavra possibilidade - de uma escassez de combustível para transporte. Esta crise geopolítica em evolução no Médio Oriente destacou que a Europa pode enfrentar problemas de abastecimento de combustível a curto prazo e isto é algo que precisamos discutir”, disse o ministro dos Transportes, Comunicações e Obras de Chipre, Alexis Vafeades, em Bruxelas.
Em declarações à imprensa antes de uma reunião informal dos ministros dos Transportes da UE centrada nos impactos conflito no Irão, causado pelos ataques norte-americanos e israelitas, o governante cipriota defendeu que a União deve “estar consciente da situação”.
“Mas também temos, a médio e longo prazo, uma questão de procura que precisa de ser neutralizada. Para ser claro, o que quero dizer é que precisamos de estar preparados para evitar filas nos postos de combustível caso isto venha a acontecer, mas também precisamos de eliminar de forma permanente a possibilidade de existirem filas nos postos - e isso faz parte da discussão que espero que tenhamos hoje”, acrescentou Alexis Vafeades.
Questionado sobre eventual escassez de combustível para a aviação, dados os alertas do setor, o ministro de Chipre rejeitou que a UE esteja “numa situação perigosa”.
“Não chegámos a esse ponto, estamos apenas perante uma possibilidade, mas se isso vier a acontecer afetará a conectividade e todos os cidadãos e, portanto, temos de estar atentos e preparados, esse é o ponto principal”, adiantou.
Conduta de Israel no Líbano é "totalmente inaceitável", afirma MNE da Bélgica
"A conduta de Israel é totalmente inaceitável. É claro que devemos condenar firmemente os ataques iniciais do Hezbollah, que, ao procurar mostrar solidariedade com o Irão, arrastaram o Líbano para uma guerra que este não queria, assim como a resposta desproporcionada e indiscriminada de Israel", afirmou.
Ainda não partiu nenhuma delegação iraniana para o Paquistão
A imprensa de Teerão vem, assim, desmentir notícias internacionais que anunciavam a viagem de representantes iranianos a Islamabad e horários previstos para as conversações entre os EUA e o Irão.
Irão responderá a qualquer nova ação hostil
Um cessar-fogo de duas semanas entre o Irão e os EUA expira esta quarta-feira. Os dois países acusam-se mutuamente de violar o cessar-fogo e ambos reforçaram o controlo sobre o trânsito marítimo no Golfo.
Israel afirma que Hezbollah libanês será desarmado por "meios militares e diplomáticos"
"O objetivo estratégico da campanha no Líbano é o desarmamento do Hezbollah (...) através de uma combinação de medidas militares e diplomáticas", afirmou o ministro, numa cerimónia que comemorava o dia nacional em homenagem aos soldados mortos nas guerras de Israel.
Um cessar-fogo marcado por vários incidentes entrou em vigor na sexta-feira entre Israel e o movimento pró-Irão Hezbollah, e novas negociações "diretas" entre o Líbano e Israel vão decorrer esta quinta-feira em Washington, cerca de dez dias depois da primeira sessão, informou um funcionário do Departamento de Estado norte-americano à AFP esta segunda-feira.
Mas o ministro da Defesa ameaçou o Governo libanês com a continuidade das operações militares caso "continue a desrespeitar as suas obrigações".
"Responderemos na mesma moeda a qualquer ataque" vindo do Líbano, disse Israel Katz.
"O objetivo estratégico da campanha no Líbano é desarmá-lo (...) através de uma combinação de medidas militares e diplomáticas", afirmou Katz. Na segunda-feira, um porta-voz do exército israelita em árabe alertou os residentes de várias aldeias no sul do Líbano para não regressarem, afirmando que as atividades do Hezbollah na zona violavam o cessar-fogo.
Irão executa homem acusado de ligações à Mossad
O Mizan identificou o homem como Amirali Mirjafari, afirmando que tinha sido condenado por incendiar a mesquita Qolhak, em Teerão, e por liderar atividades contra a segurança.
A sua sentença de morte foi confirmada pelo Supremo Tribunal e executada esta terça-feira, acrescentou o Mizan.
Mundo está a viver a "pior crise" energética da história
“Esta é, de facto, a maior crise da história”, disse Fatih Birol à rádio France Inter numa entrevista transmitida na manhã desta terça-feira.
“A crise já é enorme, se juntarmos os efeitos da crise do petróleo e da crise do gás com a Rússia.”
Birol afirmou que serão necessários cerca de dois anos para recuperar a produção de energia perdida no Médio Oriente devido à guerra.
Em resposta aos ataques dos EUA e de Israel contra o Irão no final de fevereiro, Teerão fechou efetivamente o Estreito de Ormuz às embarcações, permitindo a passagem apenas de um número relativamente reduzido de navios de países “amigos”, como a China, a Malásia e o Paquistão.
O encerramento efetivo do estreito, por onde passa normalmente cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, e os danos nas infraestruturas regionais provocaram a maior disrupção no mercado petrolífero global da sua história, acrescentou a AIE (Agência Internacional de Energia).
Isto levou a receios de uma recessão global e fez com que os preços globais da energia disparassem, levando os países a implementar o racionamento de combustível e restrições ao consumo de eletricidade.
Os EUA continuam a bloquear o estreito depois de terem apreendido um navio cargueiro de bandeira iraniana no domingo, prolongando ainda mais o sofrimento económico sentido em todo o mundo, especialmente pelos países mais pobres que dependem da importação de energia.
Preço do petróleo Brent cai 1,55% à espera de negociações entre EUA e Irão
O preço do petróleo Brent estava hoje a cair 1,55, com os mercados à espera de saber se os Estados Unidos (EUA) e o Irão se voltarão a reunir para negociações de paz no Paquistão.
O preço do petróleo Brent, que serve de referência para a Europa, caía 1,55% e estava a ser negociado a 93,98 dólares (79,82 euros) no mercado de futuros de Londres, às 07:00 (mesma hora em Lisboa), de acordo com dados da Bloomberg.
O crude West Texas Intermediate, usado como referência nos EUA, também caiu 1,75% para 85,89 dólares (72,95 euros) por barril, acrescentou a agência de notícias financeiras.
O Brent para entrega em junho tinha recuperado acentuadamente na segunda-feira, com uma subida superior a 5%, no meio de uma nova escalada de tensões entre os Estados Unidos e o Irão.
Isto depois de Teerão ter voltado a fechar o estreito de Ormuz, na sequência do ataque e apreensão, por parte da Marinha norte-americana, de um navio cargueiro de bandeira iraniana que tentou atravessar o bloqueio naval imposto por Washington.
Neste contexto de tensões renovadas entre os dois países, que ameaçam as negociações de paz, o presidente do parlamento iraniano, que lidera a delegação de Teerão nas conversações com os Estados Unidos, advertiu hoje que não aceitarão "negociações à sombra das ameaças".
Mohammad Bagher Qalibaf voltou a denunciar as violações do cessar-fogo vigente pelos EUA e o bloqueio naval imposto aos portos iranianos, e afirmou que o Irão está a preparar novas estratégias para retomar o conflito armado.
Os futuros das principais bolsas europeias registaram uma ligeira subida na aberta da sessão de hoje.
Às 07:30 (06:30 em Lisboa), os futuros da Bolsa de Frankfurt subiam 0,5%, os da Bolsa de Londres 0,23%, enquanto e o índice Euro Stoxx 50, que acompanha o desempenho das 50 maiores empresas por capitalização bolsista na zona euro, registava uma subida de 0,51%.
Antes da abertura das bolsas europeias, os mercados asiáticos apresentaram resultados mistos, com o índice Shanghai Composite a cair 0,07%, enquanto o Nikkei de Tóquio subiu 1,14% e o Hang Seng de Hong Kong ganhou 0,4%.
Os futuros dos EUA subiram ligeiramente depois de terem fechado em baixa ligeira na segunda-feira.
O euro desvalorizou, negociando a 1,178 dólares, enquanto o ouro caiu 0,5% para 4.796,94 dólares (4.074,47 euros) e a prata negociava a 79,32 dólares (67,37 euros), com uma queda de 0,51%.
O Bitcoin, a moeda digital mais popular no mundo, caiu 0,57% para 75.879,1 dólares (64.451,71 euros).
Conselho de Segurança da ONU condena morte de militar francês no Líbano
Expressando as "mais profundas condolências" às famílias das vítimas, os 15 membros do Conselho reiteraram, em comunicado divulgado na segunda-feira, que "os soldados da paz nunca devem ser alvo de ataques" e pediram que os responsáveis sejam "levados à justiça sem demora".
Ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia discutem suspensão de acordo de associação com Israel
A reunião começa às 10h15, no Luxemburgo, e terá quatro pontos de agenda: os atuais acontecimentos no Médio Oriente, com uma intervenção do primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, a guerra na Ucrânia, o Cáucaso do Sul e a situação no Sudão.
O Governo português estará representado na reunião pela secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Inês Domingos.
No que se refere ao Médio Oriente, um dos principais temas em discussão é a suspensão do acordo de associação entre a UE e Israel, que tem sido frequentemente contestado desde o início da guerra na Faixa de Gaza, mas que voltou à ordem do dia com a ofensiva israelita no Líbano, a extensão de colonatos na Cisjordânia e a aprovação, no parlamento israelita, da pena de morte para palestinianos condenados por ataques terroristas.
Pelo menos quatro pessoas morreram em Gaza após ataques das forças israelitas
O jornal refere que pelo menos três pessoas foram mortas na sequência de um ataque com um aparelho aéreo não tripulado (drone) na zona de Al Amal, Khan Yunis, no sul de Gaza.
As mesmas informações sobre o ataque com drone foram igualmente difundidas pela agência de notícias palestiniana WAFA que identificou as vítimas.
Segundo o jornal Filastin, além dos três mortos no sul do enclave palestiniano, uma residente de Beit Lahia, norte de Gaza, foi vítima de disparos das forças de Israel.
O Exército israelita ainda não se pronunciou sobre estes ataques.
Ministros dos Transportes da União Europeia discutem hoje impactos do conflito no Médio Oriente
“Novas cartas” se ataques forem retomados
JD Vance deverá deslocar-se hoje para o Paquistão
Negociações em dúvida
Donald Trump. Cessar-fogo termina quarta-feira e é "altamente improvável" prolongá-lo sem acordo
O cessar-fogo estava originalmente previsto para expirar na noite de terça-feira, hora do leste dos EUA.
"Não me vou precipitar num mau acordo. Temos todo o tempo do mundo", disse Trump na entrevista.
Quando questionado se esperaria que os combates recomeçassem imediatamente caso não chegassem a acordo, Trump respondeu: "Se não houver acordo, certamente esperaria".
Anteriormente, Trump tinha demonstrado hesitação em relação à possibilidade de prolongar o cessar-fogo. Durante uma sessão de perguntas e respostas com jornalistas, na semana passada, foi questionado cinco vezes sobre a possibilidade de prolongar o cessar-fogo e ofereceu três respostas diferentes.