Mundo
Guerra no Médio Oriente
Trump diz que Irão vai pagar "muitas vezes" a morte de soldados americanos
A ameaça do presidente dos EUA foi publicada na sua conta da rede Truth Social, juntamente com a revelação de que a diretiva foi transmitida às principais chefias das forças militares norte-americanas, começando pelo secretário da Defesa dos EUA.
"Cada vez que o Irão matar um soldado americano, pagará por essa morte muitas vezes! Esta directiva foi transmitida ao secretário da Defesa, Pete Hegseth, ao Chefe do Estado-Maior Conjunto, Daniel Caine, e a todos os chefes militares.
A morte de três soldados norte-americanos este fim-de-semana, em ataques iranianos retaliatórios, levou já as forças norte-americanas a bombardearem alvos no Irão, esta madrugada, pela nôna vez consecutiva.
Donald Trump, disse que estes ataques atingiram o Irão "com muita força", acrescentando que os bombardeamentos foram uma "homenagem" a três soldados norte-americanos mortos nos últimos dias - dois na Jordânia e um no Iraque.
Desafio a Mamdani
"Benjamin Netanyahu não será preso, de forma alguma, enquanto estiver nos Estados Unidos da América. Está a combater a República Islâmica do Irão, que matou recentemente 52 mil manifestantes inocentes e passou os últimos 47 anos a matar soldados norte-americanos e outras pessoas. Os únicos que deveriam ser presos são aqueles que levaram o Irão a esta ESPIRAL DE MORTE E DESTRUIÇÃO sem precedentes, algo que deveria ter sido resolvido há anos pelos presidentes anteriores!
Presidente DONALD J. TRUMP", publicou.
O primeiro-ministro israelita tem pendente sobre si um mandado de detenção decretado pelo Tribunal Penal Internacional, acusado de crimes de guerra e contra a humanidade na Faixa de Gaza, devido às operações militares israelitas desencadeadas contra o território e contra o Hamas, no seguimento do ataque e invasão brutal de Israel a 7 de outubro de 2023.
Presidente DONALD J. TRUM", escreveu.
A morte de três soldados norte-americanos este fim-de-semana, em ataques iranianos retaliatórios, levou já as forças norte-americanas a bombardearem alvos no Irão, esta madrugada, pela nôna vez consecutiva.
Donald Trump, disse que estes ataques atingiram o Irão "com muita força", acrescentando que os bombardeamentos foram uma "homenagem" a três soldados norte-americanos mortos nos últimos dias - dois na Jordânia e um no Iraque.
Desafio a Mamdani
Momentos após a publicação de aviso a Teerão, Trump escreveu uma segunda mensagem na mesma conta, esta em defesa do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que "está a combater a República islâmica do Irão".
"Os únicos que deveriam ser presos são aqueles que levaram o Irão a esta ESPIRAL DE MORTE E DESTRUIÇÃO", acrescentou.
"Os únicos que deveriam ser presos são aqueles que levaram o Irão a esta ESPIRAL DE MORTE E DESTRUIÇÃO", acrescentou.
"Benjamin Netanyahu não será preso, de forma alguma, enquanto estiver nos Estados Unidos da América. Está a combater a República Islâmica do Irão, que matou recentemente 52 mil manifestantes inocentes e passou os últimos 47 anos a matar soldados norte-americanos e outras pessoas. Os únicos que deveriam ser presos são aqueles que levaram o Irão a esta ESPIRAL DE MORTE E DESTRUIÇÃO sem precedentes, algo que deveria ter sido resolvido há anos pelos presidentes anteriores!
Presidente DONALD J. TRUMP", publicou.
O primeiro-ministro israelita tem pendente sobre si um mandado de detenção decretado pelo Tribunal Penal Internacional, acusado de crimes de guerra e contra a humanidade na Faixa de Gaza, devido às operações militares israelitas desencadeadas contra o território e contra o Hamas, no seguimento do ataque e invasão brutal de Israel a 7 de outubro de 2023.
Há dois dias, o presidente de Nova Iorque, Zohram Mamdani, admitiu que está a ponderar deter Netanyahu, em cumprimento da ordem do TPI, quando o primeiro-ministro de Israel se deslocar à cidade para participar na Assembleia das Nações Unidas.
"Acho que o primeiro-ministro Netanyahu pertence a Haia", disse Mamdani ao The New York Times. "É um criminoso de guerra que foi acusado pelo Tribunal Penal Internacional", disse, considerando Israel como um "regime de Apartheid",
Netanyahu reagiu, afirmando que, com esta declaração, Mamdani está a procurar desviar as atenções das dificuldades que Nova Iorque está a enfrentar sob o seu mandato.
Netanyahu reagiu, afirmando que, com esta declaração, Mamdani está a procurar desviar as atenções das dificuldades que Nova Iorque está a enfrentar sob o seu mandato.
c/agências