Mundo
Guerra no Médio Oriente
"Ataques precisos". Bombardeamentos israelitas fazem duas dezenas de mortos em Gaza
O Exército israelita disse ter realizado "ataques precisos" por via aérea e terrestre, depois de "terroristas terem aberto fogo" contra soldados e ferido gravemente um deles.
Bombardeamentos israelitas em Gaza fizeram esta quarta-feira pelo menos 21 vítimas mortais, de acordo com as autoridades de saúde palestinianas. Entre os mortos estão quatro crianças.
Outro dos mortos é um médico que se encontrava a ajudar as vítimas de um ataque na cidade de Khan Younis e que acabou por perder a vida num segundo ataque no mesmo local, segundo as autoridades do enclave.
Nos ataques no norte da cidade de Gaza, um bebé de cinco meses não resistiu aos ferimentos.
“Enquanto dormíamos na nossa casa, o tanque bombardeou-nos e os projéteis atingiram a nossa casa, os nossos filhos foram martirizados”, lamentou o habitante Abu Mohamed Habouch à agência Reuters. “Não temos nada a ver com isto, somos pessoas pacíficas”. As tendas em Mawasi, uma zona costeira perto de Khan Younis lotada de habitantes de Gaza deslocados pelo conflito, foram destruídas pelos ataques.
Os bombardeamentos ocorreram três dias depois de Israel ter reaberto a principal passagem fronteiriça entre Gaza e o Egito, um passo importante na trégua apoiada pelos EUA.
Segundo as Forças Armadas israelitas, estes ataques constituíram uma resposta ao fogo aberto por militantes do Hamas contra as tropas de Israel no local, na qual um soldado israelita terá ficado gravemente ferido.
Telavive denunciou esta ação como uma violação do acordo de cessar-fogo e anunciou a suspensão da reabertura da passagem de Rafah por algumas horas, alegando questões de segurança.
Na terça-feira, 16 pacientes e 40 familiares vindos de Gaza passaram a fronteira para o Egito, de acordo com fontes médicas da agência Reuters.
Desde a reabertura da passagem de Rafah, registaram-se já 28 mortes, de acordo com as autoridades de saúde de Gaza. No sábado, antes da reabertura, os ataques israelitas mataram mais de 30 palestinianos no enclave.
c/ agências
Outro dos mortos é um médico que se encontrava a ajudar as vítimas de um ataque na cidade de Khan Younis e que acabou por perder a vida num segundo ataque no mesmo local, segundo as autoridades do enclave.
Nos ataques no norte da cidade de Gaza, um bebé de cinco meses não resistiu aos ferimentos.
“Enquanto dormíamos na nossa casa, o tanque bombardeou-nos e os projéteis atingiram a nossa casa, os nossos filhos foram martirizados”, lamentou o habitante Abu Mohamed Habouch à agência Reuters. “Não temos nada a ver com isto, somos pessoas pacíficas”. As tendas em Mawasi, uma zona costeira perto de Khan Younis lotada de habitantes de Gaza deslocados pelo conflito, foram destruídas pelos ataques.
Os bombardeamentos ocorreram três dias depois de Israel ter reaberto a principal passagem fronteiriça entre Gaza e o Egito, um passo importante na trégua apoiada pelos EUA.
Segundo as Forças Armadas israelitas, estes ataques constituíram uma resposta ao fogo aberto por militantes do Hamas contra as tropas de Israel no local, na qual um soldado israelita terá ficado gravemente ferido.
Telavive denunciou esta ação como uma violação do acordo de cessar-fogo e anunciou a suspensão da reabertura da passagem de Rafah por algumas horas, alegando questões de segurança.
Na terça-feira, 16 pacientes e 40 familiares vindos de Gaza passaram a fronteira para o Egito, de acordo com fontes médicas da agência Reuters.
Desde a reabertura da passagem de Rafah, registaram-se já 28 mortes, de acordo com as autoridades de saúde de Gaza. No sábado, antes da reabertura, os ataques israelitas mataram mais de 30 palestinianos no enclave.
c/ agências