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A PSP levantou 13 autos de contraordenação a participantes num evento ilegal ocorrido na noite de quinta-feira no restaurante "Lapo", no Bairro Alto, em Lisboa, anunciou hoje aquela força policial.
Numa nota, a PSP revelou que os participantes no evento foram identificados "para participação às autoridades competentes", pelas 22:00 de quinta-feira, quando saíam do edifício onde se situa o restaurante "'Lapo', que se encontrava encerrado".
Os 13 autos de contraordenação foram passados com base na "violação do dever geral de recolhimento obrigatório" pelos cidadãos.
Num direto divulgado na quinta-feira à noite nas redes sociais do restaurante, com a música "Grândola, Vila Morena" em fundo, o sócio-gerente do "Lapo", António Guerreiro, apelava à "resistência".
"Meus amigos. Resistir é preciso. Abram os vossos negócios. A liberdade não se pede, exerce-se", diz António Guerreiro, enquanto vai mostrando os participantes no evento, de várias idades, sem máscaras ou distanciamento social, e mais do que os 13 indicados pela PSP.
O restaurante já tinha desrespeitado, em 28 de janeiro, as restrições ao abrigo do estado de emergência em vigor então em Portugal, altura em que os proprietários do restaurante organizaram um protesto, recusando encerrar o estabelecimento.
1.ª fase: 28 de junho a 2 de julho, com afixação de resultados a 19 de julho.
2.ª fase: 1 a 7 de setembro, com afixação de resultados a 16 de setembro
O secretário da Saúde disse hoje que o Governo dos Açores continua muito preocupado com a situação epidemiológica em Rabo de Peixe, freguesia que está sob cerca sanitária e que registou hoje um aumento de casos de covid-19.
"Estamos muito preocupados com a situação de Rabo de Peixe. Tentamos tomar as medidas adequadas em termos de restrições, quer em termos de respostas positivas, com equipas multidisciplinares e os alojamentos", afirmou Clélio Meneses aos jornalistas.
23h55 - Secretário de Estado espera regresso normal da formação com vacinação prevista
O secretário de Estado da Juventude e Desporto (SEJD), João Paulo Rebelo, disse hoje ter a esperança que os escalões de formação possam começar normalmente na próxima temporada, caso a vacinação decorra como o esperado.
“Se forem cumpridos os prazos de entrega das vacinas pelas farmacêuticas, e com a premissa que no verão grande parte da população já esteja vacinada, a expectativa é que o desporto possa estar em funcionamento mais ou menos em pleno a tempo de pensarmos começar a época desportiva [2021/2022]”, destacou o SEJD, João Paulo Rebelo, durante o ‘webinar’ ‘Desporto em tempos de pandemia’, organizado pela Federação Distrital do PS de Santarém e pela Federação Distrital da JS de Santarém.
Referindo-se aos escalões de formação, o governante disse ainda esperar que estes tenham o seu início normal entre setembro e outubro, mas salientou que tem a esperança de que ainda “alguma coisa possa acontecer” durante esta época desportiva.
“Tenho falado com os dirigentes das federações para apelar à criatividade”, vincou, elogiando treinadores e dirigentes que têm sido capazes “de se reinventarem e adaptarem” às circunstâncias.
O secretário de Estado da Juventude e Desporto (SEJD), João Paulo Rebelo, disse hoje ter a esperança que os escalões de formação possam começar normalmente na próxima temporada, caso a vacinação decorra como o esperado.
“Se forem cumpridos os prazos de entrega das vacinas pelas farmacêuticas, e com a premissa que no verão grande parte da população já esteja vacinada, a expectativa é que o desporto possa estar em funcionamento mais ou menos em pleno a tempo de pensarmos começar a época desportiva [2021/2022]”, destacou o SEJD, João Paulo Rebelo, durante o ‘webinar’ ‘Desporto em tempos de pandemia’, organizado pela Federação Distrital do PS de Santarém e pela Federação Distrital da JS de Santarém.
Referindo-se aos escalões de formação, o governante disse ainda esperar que estes tenham o seu início normal entre setembro e outubro, mas salientou que tem a esperança de que ainda “alguma coisa possa acontecer” durante esta época desportiva.
“Tenho falado com os dirigentes das federações para apelar à criatividade”, vincou, elogiando treinadores e dirigentes que têm sido capazes “de se reinventarem e adaptarem” às circunstâncias.
23h42 - Nível de transmissibilidade em Portugal é o mais baixo desde o inicio da pandemia
Baltazar Nunes, epidemiologista do Instituto Ricardo Jorge, disse esta sexta-feira no 360 que a este ritmo a pressão sobre os serviços de saúde estará em níveis mais aceitáveis no final de março, princípios de abril.
Baltazar Nunes, epidemiologista do Instituto Ricardo Jorge, disse esta sexta-feira no 360 que a este ritmo a pressão sobre os serviços de saúde estará em níveis mais aceitáveis no final de março, princípios de abril.
23h10 - Segurança Social já recebeu 40.685 pedidos para novo apoio social
A Segurança Social recebeu, em cinco dias, 40.685 pedidos para o novo Apoio Extraordinário ao Rendimento dos Trabalhadores (AERT), segundo dados publicados hoje pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho.
O prazo para submeter o requerimento para o AERT relativo ao mês de janeiro arrancou na segunda-feira e terminava no domingo mas foi hoje alargado para dia 19.
“Tendo em conta que o Apoio Extraordinário ao Rendimento dos Trabalhadores se encontra no primeiro mês de implementação, foi prolongado até ao dia 19 de fevereiro o prazo para apresentar o requerimento a este apoio”, lê-se numa nota do Instituto da Segurança Social (ISS).
A Segurança Social recebeu, em cinco dias, 40.685 pedidos para o novo Apoio Extraordinário ao Rendimento dos Trabalhadores (AERT), segundo dados publicados hoje pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho.
O prazo para submeter o requerimento para o AERT relativo ao mês de janeiro arrancou na segunda-feira e terminava no domingo mas foi hoje alargado para dia 19.
“Tendo em conta que o Apoio Extraordinário ao Rendimento dos Trabalhadores se encontra no primeiro mês de implementação, foi prolongado até ao dia 19 de fevereiro o prazo para apresentar o requerimento a este apoio”, lê-se numa nota do Instituto da Segurança Social (ISS).
22h53 - Mais 1.288 mortes e 51.546 infeções no Brasil em 24 horas
O Brasil reportou hoje 1.288 mortes e 51.546 casos de covid-19, totalizando 237.489 óbitos e 9.765.455 infeções desde o início da pandemia, números que tornam o país num dos mais afetados no mundo.
Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério da Saúde brasileiro, que dá ainda conta de mais de 8,6 milhões de pacientes recuperados e de 849.639 infetados sob acompanhamento médico.
O Brasil reportou hoje 1.288 mortes e 51.546 casos de covid-19, totalizando 237.489 óbitos e 9.765.455 infeções desde o início da pandemia, números que tornam o país num dos mais afetados no mundo.
Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério da Saúde brasileiro, que dá ainda conta de mais de 8,6 milhões de pacientes recuperados e de 849.639 infetados sob acompanhamento médico.
22h46 - Fama de vacina peruana resiste a abandono do projeto
A expetativa gerada no Peru pelo desenvolvimento de uma vacina para a covid-19 resiste ao abandono do mesmo pelo laboratório veterinário Farvet e ao facto do seu diretor admitir que "se equivocou" ao dizer que estava pronta.
Desde que Manolo Fernandez, veterinário e diretor da Farvet, disse numa entrevista à imprensa local que havia tomado a vacina peruana, além de a ter administrado aos seus colaboradores e família, o entusiasmo cresceu incessantemente, envolvendo até o Governo. A ministra da Saúde, Pilar Mazzetti, chegou a referir mesmo que o projeto, o primeiro a receber aprovação no país para a fase de ensaios pré-clínicos, poderia vir a contar com financiamento do Governo, que até ao momento apenas autorizou as vacinas Pfizer/BioNTech e Sinopharm (China).
Através das redes sociais, os peruanos têm manifestado o seu apoio à iniciativa, mas a informação foi entretanto deturpada e circulam mensagens celebrando que “o Peru tem a sua própria vacina”, algumas delas com agradecimentos a Manolo Fernández.
Alguns apelam mesmo ao Governo, de Francisco Sagasti, para que acelere o registo da vacina e imunize toda a população.
A expetativa gerada no Peru pelo desenvolvimento de uma vacina para a covid-19 resiste ao abandono do mesmo pelo laboratório veterinário Farvet e ao facto do seu diretor admitir que "se equivocou" ao dizer que estava pronta.
Desde que Manolo Fernandez, veterinário e diretor da Farvet, disse numa entrevista à imprensa local que havia tomado a vacina peruana, além de a ter administrado aos seus colaboradores e família, o entusiasmo cresceu incessantemente, envolvendo até o Governo. A ministra da Saúde, Pilar Mazzetti, chegou a referir mesmo que o projeto, o primeiro a receber aprovação no país para a fase de ensaios pré-clínicos, poderia vir a contar com financiamento do Governo, que até ao momento apenas autorizou as vacinas Pfizer/BioNTech e Sinopharm (China).
Através das redes sociais, os peruanos têm manifestado o seu apoio à iniciativa, mas a informação foi entretanto deturpada e circulam mensagens celebrando que “o Peru tem a sua própria vacina”, algumas delas com agradecimentos a Manolo Fernández.
Alguns apelam mesmo ao Governo, de Francisco Sagasti, para que acelere o registo da vacina e imunize toda a população.
22h40 - Bolsonaro quer que Brasil participe em testes de spray nasal israelita
O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, falou hoje com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, sobre a possibilidade de o Brasil participar nos testes de um spray nasal contra a covid-19, que está a ser desenvolvido em Tel Aviv.
O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, falou hoje com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, sobre a possibilidade de o Brasil participar nos testes de um spray nasal contra a covid-19, que está a ser desenvolvido em Tel Aviv.
- Conversei há pouco com o Primeiro-Ministro de Israel, @netanyahu . Dentre outros assuntos, tratamos da participação do Brasil na 3ª fase de testes do spray EXO-CD24, medicamento israelense que, até o momento, vem obtendo grande sucesso no tratamento da covid-19 em casos graves.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) February 12, 2021
22h28 - Madeira já vacinou mais de 14.000 pessoas desde dezembro
Mais de 14.000 mil pessoas já foram vacinadas contra a covid-19 na Madeira, mas o processo de imunização vai ser “muito duradouro” e adequado à disponibilidade de vacinas, disse hoje o diretor regional de Saúde, Herberto Jesus.
"Estas vacinas foram administradas aos chamados grupos prioritários da primeira fase, nomeadamente ao sistema de saúde, à área social, aos serviços e forças de segurança, aos serviços críticos e também a pessoas com mais de 80 anos ou com mais de 50 [anos] e patologias associadas", disse o diretor regional de Saúde, em conferência de imprensa, no Funchal.
Das 14.124 vacinas aplicadas no arquipélago desde o início da operação, em 31 de dezembro de 2020, 9.603 correspondem à primeira dose e 4.521 à segunda dose.
Mais de 14.000 mil pessoas já foram vacinadas contra a covid-19 na Madeira, mas o processo de imunização vai ser “muito duradouro” e adequado à disponibilidade de vacinas, disse hoje o diretor regional de Saúde, Herberto Jesus.
"Estas vacinas foram administradas aos chamados grupos prioritários da primeira fase, nomeadamente ao sistema de saúde, à área social, aos serviços e forças de segurança, aos serviços críticos e também a pessoas com mais de 80 anos ou com mais de 50 [anos] e patologias associadas", disse o diretor regional de Saúde, em conferência de imprensa, no Funchal.
Das 14.124 vacinas aplicadas no arquipélago desde o início da operação, em 31 de dezembro de 2020, 9.603 correspondem à primeira dose e 4.521 à segunda dose.
22h14 - Unilabs identificou mais casos suspeitos da variante brasileira em Portugal
A Unilabs identificou mais casos suspeitos da variante brasileira em Portugal. A informação foi avançada esta noite, em entrevista ao Jornal 2 pelo Diretor-geral Luis Menezes. Isto a somar aos dois detetados na quarta-feira que aguardam confirmação do Instituto Ricardo Jorge.
22h00 - Madeira regista 111 novos casos e dois óbitos
A Madeira registou hoje 111 novos casos de covid-19, todos de transmissão local, e mais duas mortes associadas à infeção pelo novo coronavírus, revelou a Direção Regional da Saúde (DRS).
A Madeira registou hoje 111 novos casos de covid-19, todos de transmissão local, e mais duas mortes associadas à infeção pelo novo coronavírus, revelou a Direção Regional da Saúde (DRS).
21h40 - Angola com mais três mortes e 33 casos em 24 horas
Angola somou mais três mortes e 33 novos casos de covid-19 em 24 horas, assim como 76 doentes considerados recuperados, anunciou hoje o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.
Dos novos casos, 16 foram registados na província de Luanda, seis em Cabinda, seis no Huambo, três no Bié, um na Huíla e um no Zaire, com idades entre os 01 e 72 anos, sendo 11 do sexo masculino e 22 do sexo feminino, detalhou Franco Mufinda numa comunicação.
Angola somou mais três mortes e 33 novos casos de covid-19 em 24 horas, assim como 76 doentes considerados recuperados, anunciou hoje o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.
Dos novos casos, 16 foram registados na província de Luanda, seis em Cabinda, seis no Huambo, três no Bié, um na Huíla e um no Zaire, com idades entre os 01 e 72 anos, sendo 11 do sexo masculino e 22 do sexo feminino, detalhou Franco Mufinda numa comunicação.
21h20 - Irlanda impõe quarentena a viajantes de 20 países
O Governo irlandês acrescentou 18 países, incluindo um europeu (Áustria), à lista de covid-19 de "alto risco" que exige que os viajantes destes destinos mantenham uma quarentena obrigatória de 14 dias em instalações selecionadas.
A África do Sul e Brasil eram os dois países que já faziam parte da lista de covid-19 de "alto risco" da Irlanda.
O ministro da Saúde, Stephen Donnelly, disse hoje que o executivo apresentará "em breve" uma nova lei para assegurar que o período de isolamento destes viajantes se realizará em "instalações selecionadas", tais como hotéis ou outros.
"Sob as restrições existentes, ninguém deve estar a realizar viagens não essenciais neste momento. Estas medidas rigorosas para quem chega à Irlanda proveniente destes 20 Estados são necessárias para responder aos riscos colocados pelas variantes (da covid-19)", disse Donnelly.
O Governo irlandês acrescentou 18 países, incluindo um europeu (Áustria), à lista de covid-19 de "alto risco" que exige que os viajantes destes destinos mantenham uma quarentena obrigatória de 14 dias em instalações selecionadas.
A África do Sul e Brasil eram os dois países que já faziam parte da lista de covid-19 de "alto risco" da Irlanda.
O ministro da Saúde, Stephen Donnelly, disse hoje que o executivo apresentará "em breve" uma nova lei para assegurar que o período de isolamento destes viajantes se realizará em "instalações selecionadas", tais como hotéis ou outros.
"Sob as restrições existentes, ninguém deve estar a realizar viagens não essenciais neste momento. Estas medidas rigorosas para quem chega à Irlanda proveniente destes 20 Estados são necessárias para responder aos riscos colocados pelas variantes (da covid-19)", disse Donnelly.
20h59 - Alteradas as normas da DGS para a testagem
A Direção-Geral da Saúde deu novas orientações para a realização de testes à covid-19. A partir da próxima segunda-feira os testes vão passar a ser feitos a cada 14 dias nas escolas, prisões, fábricas e construção civil dos concelhos com elevada incidência. Há também novos critérios para os contactos de alto e baixo risco.
A Direção-Geral da Saúde deu novas orientações para a realização de testes à covid-19. A partir da próxima segunda-feira os testes vão passar a ser feitos a cada 14 dias nas escolas, prisões, fábricas e construção civil dos concelhos com elevada incidência. Há também novos critérios para os contactos de alto e baixo risco.
20h49 - PSP e GNR começam no sábado vacinação de 20 mil polícias
Vinte mil agentes de forças policiais vão ser vacinados nas próximas três semanas, adiantou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI), acrescentando que o processo de vacinação começa no sábado.
Vinte mil agentes de forças policiais vão ser vacinados nas próximas três semanas, adiantou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI), acrescentando que o processo de vacinação começa no sábado.
20h42 - Em todo país prossegue a vacinação dos idosos com 80 ou mais anos
Com um número de doses ainda muito reduzido, são poucos os conseguem acesso à vacinação. Os autarcas queixam-se que muitos idosos não têm telemóveis e procuram por isso encontrar soluções alternativas.
Com um número de doses ainda muito reduzido, são poucos os conseguem acesso à vacinação. Os autarcas queixam-se que muitos idosos não têm telemóveis e procuram por isso encontrar soluções alternativas.
20h37 - Ordem cria petição a exigir vacinação imediata de todos os médicos
A Ordem dos Médicos criou uma petição dirigida ao primeiro-ministro a exigir a "vacinação imediata" de todos os clínicos contra a covid-19, que tinha recolhido, ao final da tarde de hoje, mais de 9.100 assinaturas.
Tendo o bastonário Miguel Guimarães como primeiro subscritor, a petição criada no início da semana e disponível no `site´ peticaopublica.com refere que "faltam ser vacinados a maioria" dos médicos que trabalham no Serviço Nacional de Saúde e a "imensa maioria" dos que prestam serviço nos setores privado e social.
"Sendo as vacinas contra a covid-19 um bem escasso exclusivo do Estado, não podemos deixar de transmitir a nossa indignação pelo facto de muitos milhares de médicos ainda não terem sido vacinados, estando a ser excluídos no Plano de Vacinação", sublinha o texto.
A Ordem dos Médicos criou uma petição dirigida ao primeiro-ministro a exigir a "vacinação imediata" de todos os clínicos contra a covid-19, que tinha recolhido, ao final da tarde de hoje, mais de 9.100 assinaturas.
Tendo o bastonário Miguel Guimarães como primeiro subscritor, a petição criada no início da semana e disponível no `site´ peticaopublica.com refere que "faltam ser vacinados a maioria" dos médicos que trabalham no Serviço Nacional de Saúde e a "imensa maioria" dos que prestam serviço nos setores privado e social.
"Sendo as vacinas contra a covid-19 um bem escasso exclusivo do Estado, não podemos deixar de transmitir a nossa indignação pelo facto de muitos milhares de médicos ainda não terem sido vacinados, estando a ser excluídos no Plano de Vacinação", sublinha o texto.
20h30 - OMS mantém toma de duas doses das vacinas apesar de recomendação francesa
A Organização Mundial da Saúde (OMS) mantém a orientação da toma de duas doses das vacinas para a covid-19, apesar de a autoridade sanitária francesa ter recomendado hoje a administração de uma às pessoas que já estiveram infetadas.
Na habitual videoconferência de imprensa sobre a evolução da pandemia da covid-19, a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, disse, respondendo a uma pergunta sobre a recomendação francesa, que "as diretrizes" da organização continuam a ser o uso de duas doses, apesar de os países procurarem "otimizar" a inoculação perante a "escassez de vacinas".
Soumya Swaminathan assinalou que são necessários "mais estudos" para se perceber se a primeira dose pode atuar como "um reforço" da imunidade à covid-19 para as pessoas infetadas, que desenvolveram naturalmente anticorpos contra o novo coronavírus, o SARS-CoV-2.
A médica e cientista indiana adiantou que os anticorpos gerados naturalmente contra um vírus após uma infeção podem durar seis meses, enquanto a resposta das células imunitárias de memória (que reconhecem o agente infeccioso depois de um contacto anterior) pode persistir durante anos. As vacinas contra a covid-19 já autorizadas e administradas em diversos países, incluindo Portugal e França, são administradas em duas doses, com intervalos de tempo variável.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) mantém a orientação da toma de duas doses das vacinas para a covid-19, apesar de a autoridade sanitária francesa ter recomendado hoje a administração de uma às pessoas que já estiveram infetadas.
Na habitual videoconferência de imprensa sobre a evolução da pandemia da covid-19, a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, disse, respondendo a uma pergunta sobre a recomendação francesa, que "as diretrizes" da organização continuam a ser o uso de duas doses, apesar de os países procurarem "otimizar" a inoculação perante a "escassez de vacinas".
Soumya Swaminathan assinalou que são necessários "mais estudos" para se perceber se a primeira dose pode atuar como "um reforço" da imunidade à covid-19 para as pessoas infetadas, que desenvolveram naturalmente anticorpos contra o novo coronavírus, o SARS-CoV-2.
A médica e cientista indiana adiantou que os anticorpos gerados naturalmente contra um vírus após uma infeção podem durar seis meses, enquanto a resposta das células imunitárias de memória (que reconhecem o agente infeccioso depois de um contacto anterior) pode persistir durante anos. As vacinas contra a covid-19 já autorizadas e administradas em diversos países, incluindo Portugal e França, são administradas em duas doses, com intervalos de tempo variável.
20h25 - Marta Temido elogiou colaboração das Forças Armadas no combate à pandemia
A ministra da Saúde admite que a vacinação contra a covid-19 nas farmácias pode avançar mais adiante no processo. Hoje cerca de 32 mil pessoas receberam a primeira dose da vacina. São mais 10 mil do que ontem. No total foram administradas, até agora, 468.319 doses. Mais de 310 mil pessoas tomaram a primeira dose. Com a vacinação completa há 157.604 pessoas.
A ministra da Saúde admite que a vacinação contra a covid-19 nas farmácias pode avançar mais adiante no processo. Hoje cerca de 32 mil pessoas receberam a primeira dose da vacina. São mais 10 mil do que ontem. No total foram administradas, até agora, 468.319 doses. Mais de 310 mil pessoas tomaram a primeira dose. Com a vacinação completa há 157.604 pessoas.
20h17 - Cabo Verde regista mais 45 novos casos em 24 horas
Cabo Verde registou mais 45 novos casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando para 14.647 os casos positivos acumulados desde 19 de março, informou hoje o Ministério da Saúde.
O Ministério da Saúde e da Segurança Social avançou em comunicado que do total de 755 resultados recebidos, somam-se 45 casos novos positivos nas últimas 24 horas, a maioria (19) na ilha de São Vicente.
Cabo Verde registou mais 45 novos casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando para 14.647 os casos positivos acumulados desde 19 de março, informou hoje o Ministério da Saúde.
O Ministério da Saúde e da Segurança Social avançou em comunicado que do total de 755 resultados recebidos, somam-se 45 casos novos positivos nas últimas 24 horas, a maioria (19) na ilha de São Vicente.
20h08 - Guiné-Bissau regista mais 21 casos
A Guiné-Bissau registou mais 21 casos de infeção pelo novo coronavírus para um total acumulado de 2.869, segundo os dados divulgados hoje pelo Alto Comissariado para a Covid-19.
De acordo com os dados divulgados no boletim diário, na quinta-feira foram registados mais 21 casos de covid-19, subindo o total acumulado para 2.869.
A Guiné-Bissau registou mais 21 casos de infeção pelo novo coronavírus para um total acumulado de 2.869, segundo os dados divulgados hoje pelo Alto Comissariado para a Covid-19.
De acordo com os dados divulgados no boletim diário, na quinta-feira foram registados mais 21 casos de covid-19, subindo o total acumulado para 2.869.
20h00 - Como as vacinas se tornaram um instrumento de política externa
A pandemia transformou o mundo nos últimos meses, incluindo os mercados financeiros e o panorama político. As vacinas contra a Covid-19 são, agora, e à semelhança de bens como o petróleo, a nova moeda para a diplomacia internacional: países mais desenvolvidos e com mais recursos económicos e humanos começam a usar as vacinas como meio de obter favores ou melhorar os laços com outras nações.
Países como a Índia, a China ou os Emirados Árabes Unidos estão a doar doses de vacinas a outros países, numa tentativa de poder, de alguma forma, controlá-los. Em alguns casos, enviam milhares de vacinas para outras nações, apesar de também continuarem a precisar de satisfazer as suas próprias carências e necessidades no que diz respeito à vacinação e à sua situação epidemiológica.
A vacina contra o Sars-Cov-2 tornou-se uma das mercadorias mais procuradas no mundo e uma nova moeda para a diplomacia internacional.
A pandemia transformou o mundo nos últimos meses, incluindo os mercados financeiros e o panorama político. As vacinas contra a Covid-19 são, agora, e à semelhança de bens como o petróleo, a nova moeda para a diplomacia internacional: países mais desenvolvidos e com mais recursos económicos e humanos começam a usar as vacinas como meio de obter favores ou melhorar os laços com outras nações.
Países como a Índia, a China ou os Emirados Árabes Unidos estão a doar doses de vacinas a outros países, numa tentativa de poder, de alguma forma, controlá-los. Em alguns casos, enviam milhares de vacinas para outras nações, apesar de também continuarem a precisar de satisfazer as suas próprias carências e necessidades no que diz respeito à vacinação e à sua situação epidemiológica.
A vacina contra o Sars-Cov-2 tornou-se uma das mercadorias mais procuradas no mundo e uma nova moeda para a diplomacia internacional.
19h43 - GNR fecha associação e multa quatro pessoas em Vimioso
Militares do GNR fecharam uma Associação Recreativa e Cultural e identificaram quatro pessoas por violação das normas para a contenção da epidemia covid-19, na localidade de Vimioso, no distrito de Bragança, foi hoje anunciado.
"Na sequência de uma denúncia, os militares da Guarda deslocaram-se ao local onde encontraram quatro pessoas no interior da associação, detetando indícios de consumo de bebidas alcoólicas", concretizou aquela força de segurança.
Segundo a Guarda, esta ação culminou com a identificação dos intervenientes e com a elaboração de quatro autos de contraordenação por violação do dever geral de recolhimento domiciliário.
Militares do GNR fecharam uma Associação Recreativa e Cultural e identificaram quatro pessoas por violação das normas para a contenção da epidemia covid-19, na localidade de Vimioso, no distrito de Bragança, foi hoje anunciado.
"Na sequência de uma denúncia, os militares da Guarda deslocaram-se ao local onde encontraram quatro pessoas no interior da associação, detetando indícios de consumo de bebidas alcoólicas", concretizou aquela força de segurança.
Segundo a Guarda, esta ação culminou com a identificação dos intervenientes e com a elaboração de quatro autos de contraordenação por violação do dever geral de recolhimento domiciliário.
19h26 - Gabão antecipou recolher obrigatório para travar aumento de casos
O Gabão anunciou hoje que antecipou o recolher obrigatório em duas horas e a proibição de entrada e saída da capital para as províncias, com o objetivo de travar uma "subida preocupante" de casos de covid-19.
O pequeno país da África Central com uma população de pouco menos de 2 milhões de habitantes e um clima equatorial tem sido relativamente poupado pela pandemia, com 12.171 infetados detetados desde os primeiros casos há um ano e 71 mortes até à data.
"Desde dezembro, temos registado um aumento significativo e preocupante" de infeções, disse o ministro da Saúde, Guy Patrick Obiang Ndong, numa conferência de imprensa governamental.
De 357 casos detetados em dezembro, o número saltou para 1.177 em janeiro e 1.424 casos nos primeiros 10 dias de fevereiro.
O recolher obrigatório foi por isso prolongado e começará agora às 18h00, em vez das 20h00, e a até às 05h00, anunciou o ministro do Interior, Lambert Noël Matha, depois da primeira-ministra, Rose Christiane Ossouka Raponda, ter falado de um "laxismo culpável" e "incivilidade" de alguns gaboneses na observação das medidas de prevenção.
O Gabão anunciou hoje que antecipou o recolher obrigatório em duas horas e a proibição de entrada e saída da capital para as províncias, com o objetivo de travar uma "subida preocupante" de casos de covid-19.
O pequeno país da África Central com uma população de pouco menos de 2 milhões de habitantes e um clima equatorial tem sido relativamente poupado pela pandemia, com 12.171 infetados detetados desde os primeiros casos há um ano e 71 mortes até à data.
"Desde dezembro, temos registado um aumento significativo e preocupante" de infeções, disse o ministro da Saúde, Guy Patrick Obiang Ndong, numa conferência de imprensa governamental.
De 357 casos detetados em dezembro, o número saltou para 1.177 em janeiro e 1.424 casos nos primeiros 10 dias de fevereiro.
O recolher obrigatório foi por isso prolongado e começará agora às 18h00, em vez das 20h00, e a até às 05h00, anunciou o ministro do Interior, Lambert Noël Matha, depois da primeira-ministra, Rose Christiane Ossouka Raponda, ter falado de um "laxismo culpável" e "incivilidade" de alguns gaboneses na observação das medidas de prevenção.
19h15 - Centro Hospitalar de Leiria reduz camas no internamento
O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) anunciou hoje que vai reduzir o número de camas de nível I na enfermaria covid-19 do Hospital de Santo André, tendo em conta a diminuição da procura.
"Devido à quebra que se tem vindo a registar na afluência de doentes à Área Dedicada a doentes com suspeita de Infeção Respiratória nos Serviços de Urgência (ADR-SU), e consequente redução do número de doentes covid-19 de nível I (enfermaria) internados no CHL", o Conselho de Administração vai "reduzir 30 camas de nível I", refere uma nota de imprensa.
Essa redução corresponde a uma disponibilização atual de 150 camas, localizadas na torre nascente do Hospital de Santo André, em Leiria. Desta forma, o CHL pretende "retomar a atividade assistencial, garantindo o acesso atempado dos utentes aos cuidados de saúde necessários nos diferentes níveis assistenciais, nomeadamente consulta e cirurgia".
O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) anunciou hoje que vai reduzir o número de camas de nível I na enfermaria covid-19 do Hospital de Santo André, tendo em conta a diminuição da procura.
"Devido à quebra que se tem vindo a registar na afluência de doentes à Área Dedicada a doentes com suspeita de Infeção Respiratória nos Serviços de Urgência (ADR-SU), e consequente redução do número de doentes covid-19 de nível I (enfermaria) internados no CHL", o Conselho de Administração vai "reduzir 30 camas de nível I", refere uma nota de imprensa.
Essa redução corresponde a uma disponibilização atual de 150 camas, localizadas na torre nascente do Hospital de Santo André, em Leiria. Desta forma, o CHL pretende "retomar a atividade assistencial, garantindo o acesso atempado dos utentes aos cuidados de saúde necessários nos diferentes níveis assistenciais, nomeadamente consulta e cirurgia".
19h01 - Reino Unido ultrapassa 4 milhões de casos desde início da pandemia
A pandemia covid-19 continua a desacelerar no Reino Unido, onde foram registadas 758 mortes e 15.144 novos casos nas últimas 24 horas, e ultrapassou os quatro milhões de casos, de acordo com dados de hoje do Governo britânico.
Apesar de o número de mortes notificado hoje ser superior às 678 da véspera, a média dos últimos sete dias está em 715.
O número de infeções subiu de 13.494 de quinta-feira, mas a média diária dos últimos sete dias está em 14.604 casos.
A pandemia covid-19 continua a desacelerar no Reino Unido, onde foram registadas 758 mortes e 15.144 novos casos nas últimas 24 horas, e ultrapassou os quatro milhões de casos, de acordo com dados de hoje do Governo britânico.
Apesar de o número de mortes notificado hoje ser superior às 678 da véspera, a média dos últimos sete dias está em 715.
O número de infeções subiu de 13.494 de quinta-feira, mas a média diária dos últimos sete dias está em 14.604 casos.
18h50 - Pessoas vacinadas podem eventualmente infetar sem ficarem doentes, indica OMS
A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu hoje que pessoas vacinadas contra a covid-19 podem eventualmente transmitir o novo coronavírus, porque podem ficar infetadas ainda que não fiquem doentes.
Soumya Swaminathan falava na videoconferência de imprensa regular da OMS sobre a evolução da pandemia da covid-19, a partir da sede da organização, em Genebra, na Suíça.
Segundo a médica e cientista indiana, "não é claro" se as vacinas para a covid-19, já autorizadas e administradas em diversos países, incluindo Portugal, previnem a infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, na origem da doença respiratória, sendo necessários mais estudos.
"Pode haver infeção, mas uma carga viral inferior", disse Soumya Swaminathan, alertando para a importância de as pessoas, mesmo vacinadas, continuarem a adotar medidas de proteção, como o uso de máscara, o distanciamento físico e a lavagem frequente das mãos, pois "podem eventualmente transmitir o vírus" apesar de não ficarem doentes.
A cientista-chefe sublinhou que os ensaios clínicos revelaram "uma clara proteção" das vacinas contra a doença grave.
A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu hoje que pessoas vacinadas contra a covid-19 podem eventualmente transmitir o novo coronavírus, porque podem ficar infetadas ainda que não fiquem doentes.
Soumya Swaminathan falava na videoconferência de imprensa regular da OMS sobre a evolução da pandemia da covid-19, a partir da sede da organização, em Genebra, na Suíça.
Segundo a médica e cientista indiana, "não é claro" se as vacinas para a covid-19, já autorizadas e administradas em diversos países, incluindo Portugal, previnem a infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, na origem da doença respiratória, sendo necessários mais estudos.
"Pode haver infeção, mas uma carga viral inferior", disse Soumya Swaminathan, alertando para a importância de as pessoas, mesmo vacinadas, continuarem a adotar medidas de proteção, como o uso de máscara, o distanciamento físico e a lavagem frequente das mãos, pois "podem eventualmente transmitir o vírus" apesar de não ficarem doentes.
A cientista-chefe sublinhou que os ensaios clínicos revelaram "uma clara proteção" das vacinas contra a doença grave.
18h40 - Fronteiras com Espanha mantêm-se fechadas até 1 de março
O controlo de pessoas nas fronteiras entre Portugal e Espanha vai manter-se até 1 de março devido à pandemia, passando a existir a partir de segunda-feira mais dois pontos de passagem autorizada, informou hoje o Ministério da Administração Interna.
A reposição temporária do controlo de pessoas nas fronteiras com Espanha para fazer face à covid-19 foi iniciada a 31 de janeiro e terminava no próximo domingo, mas foi prolongada até 1 de março com alguns ajustes.
O controlo de pessoas nas fronteiras entre Portugal e Espanha vai manter-se até 1 de março devido à pandemia, passando a existir a partir de segunda-feira mais dois pontos de passagem autorizada, informou hoje o Ministério da Administração Interna.
A reposição temporária do controlo de pessoas nas fronteiras com Espanha para fazer face à covid-19 foi iniciada a 31 de janeiro e terminava no próximo domingo, mas foi prolongada até 1 de março com alguns ajustes.
18h22 - Itália soma 13.908 novos casos e 316 óbitos nas últimas 24 horas
A Itália registou 13.908 novos contágios pelo novo coronavírus e 316 óbitos associados à covid-19 nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde italiano, informando igualmente que 2.868.505 doses de vacina já foram administradas no país.
O número total de mortes registadas no território italiano desde o início da crise pandémica, em 21 de fevereiro, situa-se agora nos 93.045, de acordo com a mesma fonte.
Com a contabilização dos novos contágios (menos 1.238 casos diários face ao dia anterior), Itália totaliza, até à data, 2.697.296 casos de pessoas que ficaram infetadas pelo novo coronavírus.
A Itália registou 13.908 novos contágios pelo novo coronavírus e 316 óbitos associados à covid-19 nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde italiano, informando igualmente que 2.868.505 doses de vacina já foram administradas no país.
O número total de mortes registadas no território italiano desde o início da crise pandémica, em 21 de fevereiro, situa-se agora nos 93.045, de acordo com a mesma fonte.
Com a contabilização dos novos contágios (menos 1.238 casos diários face ao dia anterior), Itália totaliza, até à data, 2.697.296 casos de pessoas que ficaram infetadas pelo novo coronavírus.
17h58 - Falta de doses atrasa vacinação no Brasil
A falta de doses disponíveis de vacinas contra a covid-19 no Brasil fez diminuir o rimo de vacinação no país, cuja campanha nacional começou em janeiro, admitiram hoje autoridades locais.
No Rio de Janeiro, a cidade brasileira que regista o maior número de vítimas mortais, com quase 20 mil óbitos, a Prefeitura alertou que só tinha doses suficientes para vacinar "até sábado".
"Esperamos a chegada de novas doses na próxima semana. Se não for o caso, a vacinação será interrompida", alertou governo local em nota.
Em duas cidades da periferia do Rio de Janeiro, São Gonçalo e Niterói, a vacinação já teve de ser suspensa por vários dias nesta semana por falta de vacinas.
O mesmo aconteceu em Salvador, capital da Bahia, que interrompeu a vacinação dos profissionais de saúde e atrasou o processo para as pessoas de 80 a 84 anos, que deve começar para a semana.
No estado de São Paulo, coração económico do país, as autoridades de saúde também tiveram de adiar o início da vacinação dessa faixa etária, para 01 de março.
A falta de doses disponíveis de vacinas contra a covid-19 no Brasil fez diminuir o rimo de vacinação no país, cuja campanha nacional começou em janeiro, admitiram hoje autoridades locais.
No Rio de Janeiro, a cidade brasileira que regista o maior número de vítimas mortais, com quase 20 mil óbitos, a Prefeitura alertou que só tinha doses suficientes para vacinar "até sábado".
"Esperamos a chegada de novas doses na próxima semana. Se não for o caso, a vacinação será interrompida", alertou governo local em nota.
Em duas cidades da periferia do Rio de Janeiro, São Gonçalo e Niterói, a vacinação já teve de ser suspensa por vários dias nesta semana por falta de vacinas.
O mesmo aconteceu em Salvador, capital da Bahia, que interrompeu a vacinação dos profissionais de saúde e atrasou o processo para as pessoas de 80 a 84 anos, que deve começar para a semana.
No estado de São Paulo, coração económico do país, as autoridades de saúde também tiveram de adiar o início da vacinação dessa faixa etária, para 01 de março.
17h46 - OMS diz que "não é hora de nenhum país abrandar medidas" de controlo
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou hoje que "não é hora de nenhum país abrandar as medidas" de controlo da pandemia de covid-19, apesar da redução global de infeções e mortes.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, que falava na videoconferência de imprensa regular da OMS sobre a covid-19, a partir da sede da organização, em Genebra, na Suíça, realçou a diminuição do número de infeções pela quarta semana consecutiva e de mortes pela segunda semana consecutiva, assinalando que os países estão a aplicar "medidas mais restritivas".
Contudo, apesar das estatísticas que considerou encorajadoras, disse que "não é hora de nenhum país abrandar as medidas".
"A complacência é tão perigosa quanto o vírus", acentuou.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou hoje que "não é hora de nenhum país abrandar as medidas" de controlo da pandemia de covid-19, apesar da redução global de infeções e mortes.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, que falava na videoconferência de imprensa regular da OMS sobre a covid-19, a partir da sede da organização, em Genebra, na Suíça, realçou a diminuição do número de infeções pela quarta semana consecutiva e de mortes pela segunda semana consecutiva, assinalando que os países estão a aplicar "medidas mais restritivas".
Contudo, apesar das estatísticas que considerou encorajadoras, disse que "não é hora de nenhum país abrandar as medidas".
"A complacência é tão perigosa quanto o vírus", acentuou.
17h38 - OMS volta a admitir origem laboratorial do vírus
O diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS), Thedros Ghebreyesus, disse hoje que, após a missão de especialistas na China, todas as opções estão em aberto para explicar a origem do novo coronavírus.
“Quero confirmar que todas as hipóteses permanecem em aberto e requerem mais análise e estudo”, disse Bhebreyesus, numa conferência de imprensa em Genebra, negando assim a mensagem que tinha sido passada pelos especialistas, numa conferência de imprensa em Wuhan, onde tinham descartado a hipótese de o vírus ter tido origem num laboratório.
Essa hipótese tinha sido repetida várias vezes pelo ex-Presidente dos EUA, Donald Trump, que atribuiu responsabilidades ao Governo de Pequim pela incapacidade de travar a pandemia de covid-19 na sua fase inicial e pediu à OMS um esclarecimento cabal sobre a origem do vírus.
Hoje, Ghebreyesus disse que a recente missão de especialistas na China “não encontrou todas as respostas, mas forneceu informações importantes” que “aproximam do conhecimento da origem do vírus”.
O diretor da OMS explicou que a missão - formada por especialistas de dez países, incluindo EUA, Reino Unido, Alemanha e Rússia - divulgará um relatório preliminar da sua visita na próxima semana, que será ampliado nas próximas semanas e explicado numa nova conferência de imprensa dada pela equipa de especialistas.
O diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS), Thedros Ghebreyesus, disse hoje que, após a missão de especialistas na China, todas as opções estão em aberto para explicar a origem do novo coronavírus.
“Quero confirmar que todas as hipóteses permanecem em aberto e requerem mais análise e estudo”, disse Bhebreyesus, numa conferência de imprensa em Genebra, negando assim a mensagem que tinha sido passada pelos especialistas, numa conferência de imprensa em Wuhan, onde tinham descartado a hipótese de o vírus ter tido origem num laboratório.
Essa hipótese tinha sido repetida várias vezes pelo ex-Presidente dos EUA, Donald Trump, que atribuiu responsabilidades ao Governo de Pequim pela incapacidade de travar a pandemia de covid-19 na sua fase inicial e pediu à OMS um esclarecimento cabal sobre a origem do vírus.
Hoje, Ghebreyesus disse que a recente missão de especialistas na China “não encontrou todas as respostas, mas forneceu informações importantes” que “aproximam do conhecimento da origem do vírus”.
O diretor da OMS explicou que a missão - formada por especialistas de dez países, incluindo EUA, Reino Unido, Alemanha e Rússia - divulgará um relatório preliminar da sua visita na próxima semana, que será ampliado nas próximas semanas e explicado numa nova conferência de imprensa dada pela equipa de especialistas.
17h20 - Ferro Rodrigues também já recebeu a primeira dose da vacina
O Presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, recebeu hoje a primeira dose da vacina contra a covid-19, no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa, disse à agência Lusa fonte oficial do gabinete do presidente do parlamento.
A mesma fonte adiantou à agência Lusa, embora sem especificar, que "também já se iniciou a vacinação contra a covid-19 de outros deputados".
O Presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, recebeu hoje a primeira dose da vacina contra a covid-19, no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa, disse à agência Lusa fonte oficial do gabinete do presidente do parlamento.
A mesma fonte adiantou à agência Lusa, embora sem especificar, que "também já se iniciou a vacinação contra a covid-19 de outros deputados".
17h11 - Espanha regista 14.581 novos casos e 530 mortes. Mais de um milhão de vacinados
O Ministério espanhol da Saúde anunciou que nas últimas 24 horas, o país reportou 14.581 novos casos e 530 vítimas mortais.
Esta sexta-feira, Espanha ultrapassou o milhão de vacinados contra a Covid-19. Em concreto, 1.485.000 espanhóis já foram inoculados com a segunda dose da vacina.
16h58 - Presidente da República recebeu hoje primeira dose da vacina
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, "recebeu hoje a primeira dose da vacina contra a covid-19, no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa", disse à agência Lusa fonte oficial de Belém.
A mesma fonte adiantou à Lusa que o chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas "deverá receber a segunda dose ainda antes da posse a 09 de março".
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, "recebeu hoje a primeira dose da vacina contra a covid-19, no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa", disse à agência Lusa fonte oficial de Belém.
A mesma fonte adiantou à Lusa que o chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas "deverá receber a segunda dose ainda antes da posse a 09 de março".
16h30 - Santos Silva admite responsabilidades do Governo no pico da crise
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, admitiu hoje responsabilidades do Governo no agravamento da pandemia de covid-19 em Portugal, no mês de janeiro, pelo relaxamento de medidas no Natal.
Numa entrevista ao programa Connect the World with Becky Anderson, do canal televisivo CNN Internacional, Santos Silva disse acreditar que a estirpe do novo coronavírus inicialmente detetada no Reino Unido foi o principal fator por detrás do pico de novos casos de contágio em Portugal, em janeiro.
Contudo, o chefe da diplomacia portuguesa reconheceu que o relaxamento de medidas de combate à pandemia no Natal também pode ter contribuído para a grave situação da crise sanitária em Portugal.
Quando a jornalista perguntou a Santos Silva se o abrandamento nas medidas de contenção no Natal e no Ano Novo estariam por detrás do pico de contágios e de mortes em janeiro, o ministro corrigiu-a e lembrou que a suavização de restrições apenas aconteceu durante o período natalício, “quando as pessoas puderam ir visitar a família”.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, admitiu hoje responsabilidades do Governo no agravamento da pandemia de covid-19 em Portugal, no mês de janeiro, pelo relaxamento de medidas no Natal.
Numa entrevista ao programa Connect the World with Becky Anderson, do canal televisivo CNN Internacional, Santos Silva disse acreditar que a estirpe do novo coronavírus inicialmente detetada no Reino Unido foi o principal fator por detrás do pico de novos casos de contágio em Portugal, em janeiro.
Contudo, o chefe da diplomacia portuguesa reconheceu que o relaxamento de medidas de combate à pandemia no Natal também pode ter contribuído para a grave situação da crise sanitária em Portugal.
Quando a jornalista perguntou a Santos Silva se o abrandamento nas medidas de contenção no Natal e no Ano Novo estariam por detrás do pico de contágios e de mortes em janeiro, o ministro corrigiu-a e lembrou que a suavização de restrições apenas aconteceu durante o período natalício, “quando as pessoas puderam ir visitar a família”.
Santos Silva atribuiu o agravamento da situação pandémica ao aparecimento em Portugal da nova estirpe inicialmente detetada no Reino Unido, que "representa cerca de metade dos novos casos" no território, mais do que ao relaxamento das medidas.
"Na altura, julgámos que havia condições para facilitar. Mas, na verdade, acreditamos que a nova variante do Reino Unido foi a principal razão", acrescentou Santos Silva.
Questionado sobre se, com essa resposta, o ministro dos Negócios Estrangeiros português estava a rejeitar qualquer responsabilidade sobre eventuais "erros cometidos" pelo seu Governo, Santos Silva esclareceu que não estava a demarcar-se de culpas.
"Claro que o Governo assume a responsabilidade", disse Santos Silva, referindo-se ao facilitar de regras na altura do Natal.
"Na altura, julgámos que havia condições para facilitar. Mas, na verdade, acreditamos que a nova variante do Reino Unido foi a principal razão", acrescentou Santos Silva.
Questionado sobre se, com essa resposta, o ministro dos Negócios Estrangeiros português estava a rejeitar qualquer responsabilidade sobre eventuais "erros cometidos" pelo seu Governo, Santos Silva esclareceu que não estava a demarcar-se de culpas.
"Claro que o Governo assume a responsabilidade", disse Santos Silva, referindo-se ao facilitar de regras na altura do Natal.
16h08 - Estudantes de saúde em estágios de risco reclamam acesso a vacinação
O Fórum Nacional de Estudantes de Saúde (FNES) e o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) defenderam hoje que os estudantes em estágios curriculares de risco devem ser equiparados aos profissionais de saúde no acesso à vacinação.
“O acesso dos estudantes de saúde à vacina contra a covid-19 também tem de ser uma prioridade”, afirmou a presidente do CNJ no comunicado em que as duas entidades defendem que alertam para a necessidade de os jovens que se encontrem em estágios curriculares de risco serem equiparados aos profissionais que acompanham no decorrer da sua formação.
A medida, defendeu a mesma responsável, “contribui para garantir a segurança destes estudantes que se encontram em formação no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e nas estruturas de apoio, bem como a dos utentes que com eles contactam”.
De acordo com as duas organizações de juventude existem atualmente cerca de dez mil estudantes de saúde que não se encontram contemplados nos grupos Prioritários do Plano de Vacinação contra a covid-19, “embora estejam sob o mesmo risco que os profissionais de saúde”.
O Fórum Nacional de Estudantes de Saúde (FNES) e o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) defenderam hoje que os estudantes em estágios curriculares de risco devem ser equiparados aos profissionais de saúde no acesso à vacinação.
“O acesso dos estudantes de saúde à vacina contra a covid-19 também tem de ser uma prioridade”, afirmou a presidente do CNJ no comunicado em que as duas entidades defendem que alertam para a necessidade de os jovens que se encontrem em estágios curriculares de risco serem equiparados aos profissionais que acompanham no decorrer da sua formação.
A medida, defendeu a mesma responsável, “contribui para garantir a segurança destes estudantes que se encontram em formação no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e nas estruturas de apoio, bem como a dos utentes que com eles contactam”.
De acordo com as duas organizações de juventude existem atualmente cerca de dez mil estudantes de saúde que não se encontram contemplados nos grupos Prioritários do Plano de Vacinação contra a covid-19, “embora estejam sob o mesmo risco que os profissionais de saúde”.
15h47 - França recomenda só uma dose da vacina para pessoas já infetadas
As autoridades sanitárias de França recomendaram esta sexta-feira a administração de apenas uma dose da vacina contra a covid-19 a pessoas que já tenham sido infetadas com o novo coronavírus.
As pessoas curadas da covid-19 "já desenvolveram na altura da infeção uma memória imunológica. A dose única da vacina irá desempenhar assim a função de um reforço”, explicou a Alta Autoridade de Saúde francesa no seu parecer, que ainda não recebeu a aprovação do Governo.
No mesmo parecer, a autoridade francesa recomenda esperar "mais de três meses" após o registo da doença, “de preferência seis meses" antes de injetar a dose única da vacina.
“Até à data, nenhum país tomou uma posição clara sobre uma vacinação de dose única para as pessoas que contraíram covid-19 antes da vacinação", sublinhou o organismo.
Nos últimos dias, esta hipótese foi mencionada em vários estudos realizados nos Estados Unidos da América e em Itália, análises que ainda não foram avaliadas por outros cientistas.
As autoridades sanitárias de França recomendaram esta sexta-feira a administração de apenas uma dose da vacina contra a covid-19 a pessoas que já tenham sido infetadas com o novo coronavírus.
As pessoas curadas da covid-19 "já desenvolveram na altura da infeção uma memória imunológica. A dose única da vacina irá desempenhar assim a função de um reforço”, explicou a Alta Autoridade de Saúde francesa no seu parecer, que ainda não recebeu a aprovação do Governo.
No mesmo parecer, a autoridade francesa recomenda esperar "mais de três meses" após o registo da doença, “de preferência seis meses" antes de injetar a dose única da vacina.
“Até à data, nenhum país tomou uma posição clara sobre uma vacinação de dose única para as pessoas que contraíram covid-19 antes da vacinação", sublinhou o organismo.
Nos últimos dias, esta hipótese foi mencionada em vários estudos realizados nos Estados Unidos da América e em Itália, análises que ainda não foram avaliadas por outros cientistas.
França deu início à sua campanha de vacinação a 27 de dezembro e até ao momento, mais de dois milhões de pessoas já receberam a primeira dose da vacina. Entre estas, 500 mil completaram o processo de vacinação, tendo também recebido a segunda dose.
15h18 - Vacinação em Coimbra decorre em oito locais
Começou em Coimbra e Viseu a vacinação das pessoas com 50 anos e com patologias associadas e também dos que têm mais de 80 anos. O processo decorre em oito locais e está previsto administrar cerca de 1500 vacinas.
Começou em Coimbra e Viseu a vacinação das pessoas com 50 anos e com patologias associadas e também dos que têm mais de 80 anos. O processo decorre em oito locais e está previsto administrar cerca de 1500 vacinas.
14h23 - Portugal regista 2854 novos casos e 149 mortes. Há menos 340 internados
Portugal continua numa tendência decrescente da pandemia, tendo registado nas últimas 24 horas 2854 novos casos e 149 óbitos. Com estes números, Portugal ultrapassou esta sexta-feira a barreira das 15 mil mortes por Covid-19 desde o início da pandemia.
Portugal registou ainda a maior queda do número de internamentos, com menos 340 pessoas internadas em enfermaria do que no dia anterior. No total, existem hoje 5230 internados, dos quais 846 em unidades de cuidados intensivos (mais dez do que na quinta-feira).
Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região com os maiores números, tendo registado 1366 novos casos e 64 mortes. Segue-se a região norte, com 720 novos casos e 35 óbitos; o centro, com 427 infeções e 32 vítimas mortais; o Alentejo, com 142 novos casos e dez óbitos e o Algarve, com 109 infeções e sete mortes.
Desde o início da pandemia, recuperaram da doença 652.739 pessoas (mais 7617 nas últimas 24 horas) e foram reportados 781.223 casos confirmados.
Segundo o boletim epidemiológico divulgado pela DGS, esta sexta-feira existem em Portugal menos 4912 casos ativos e menos 5647 contactos em vigilância.
14h22 - Hospitais de Setúbal e Almada com menos doentes em enfermaria mas mais dois em UCI
Os hospitais de São Bernardo (HSB), em Setúbal, e Garcia de Orta (HGO), em Almada, mantêm hoje uma ligeira tendência de descida no número de doentes ‘covid’, mas ainda sem qualquer impacto no número de internados em cuidados intensivos.
Em termos globais, os dois hospitais da margem sul do Tejo, no distrito de Setúbal, registam hoje um total de 391 doentes ‘covid’ internados, menos 17 do que na quinta-feira, mas há mais dois doentes em cuidados intensivos.
O HGO regista um total de 228 doentes ‘covid’ internados, o mesmo número que se verificava no dia anterior, mas 29 estão em cuidados intensivos, mais dois do que na quinta-feira.
Mais positiva é a tendência de descida no Hospital de São Bernardo, em Setúbal, que apresenta hoje um total de 163 internados infetados com o novo coronavírus, menos 17 do que na quinta-feira, embora mantenha os mesmos 16 doentes em cuidados intensivos.
Os hospitais de São Bernardo (HSB), em Setúbal, e Garcia de Orta (HGO), em Almada, mantêm hoje uma ligeira tendência de descida no número de doentes ‘covid’, mas ainda sem qualquer impacto no número de internados em cuidados intensivos.
Em termos globais, os dois hospitais da margem sul do Tejo, no distrito de Setúbal, registam hoje um total de 391 doentes ‘covid’ internados, menos 17 do que na quinta-feira, mas há mais dois doentes em cuidados intensivos.
O HGO regista um total de 228 doentes ‘covid’ internados, o mesmo número que se verificava no dia anterior, mas 29 estão em cuidados intensivos, mais dois do que na quinta-feira.
Mais positiva é a tendência de descida no Hospital de São Bernardo, em Setúbal, que apresenta hoje um total de 163 internados infetados com o novo coronavírus, menos 17 do que na quinta-feira, embora mantenha os mesmos 16 doentes em cuidados intensivos.
14h04 - Vacinação de idosos tem de recorrer muitas vezes ao presidente da junta
A RTP acompanhou esta manhã a vacinação de idosos em Vila Real e percebeu que nalgumas freguesias tem de ser o presidente da junta a acompanhá-los.
A RTP acompanhou esta manhã a vacinação de idosos em Vila Real e percebeu que nalgumas freguesias tem de ser o presidente da junta a acompanhá-los.
13h50 - Vacinação dos bombeiros sapadores em Lisboa começou esta sexta-feira
São vacinados, para já, apenas um em cada quatro efetivos, selecionados de acordo com o risco das funções que desempenham.
São vacinados, para já, apenas um em cada quatro efetivos, selecionados de acordo com o risco das funções que desempenham.
13h33 - DGS publica novos critérios para testagem
Está publicada a norma que muda a política de testagem em Portugal. A Direção-Geral da Saúde já concretizou que os testes à Covid-19 passam a ser feitos a todos os contactos de um infetado, mesmo os de baixo risco. O documento entra em vigor na próxima segunda-feira.
Está publicada a norma que muda a política de testagem em Portugal. A Direção-Geral da Saúde já concretizou que os testes à Covid-19 passam a ser feitos a todos os contactos de um infetado, mesmo os de baixo risco. O documento entra em vigor na próxima segunda-feira.
13h22 - Açores com 19 novos casos, maioria em Rabo de Peixe
13h19 - Vinte militares das Forças Armadas apoiam coordenador do plano de vacinação
13h12 - PSP identificou 13 participantes em evento ilegal em restaurante de Lisboa
A PSP levantou 13 autos de contraordenação a participantes num evento ilegal ocorrido na noite de quinta-feira no restaurante "Lapo", no Bairro Alto, em Lisboa, anunciou hoje aquela força policial.
Numa nota, a PSP revelou que os participantes no evento foram identificados "para participação às autoridades competentes", pelas 22:00 de quinta-feira, quando saíam do edifício onde se situa o restaurante "'Lapo', que se encontrava encerrado".
Os 13 autos de contraordenação foram passados com base na "violação do dever geral de recolhimento obrigatório" pelos cidadãos.
Num direto divulgado na quinta-feira à noite nas redes sociais do restaurante, com a música "Grândola, Vila Morena" em fundo, o sócio-gerente do "Lapo", António Guerreiro, apelava à "resistência".
"Meus amigos. Resistir é preciso. Abram os vossos negócios. A liberdade não se pede, exerce-se", diz António Guerreiro, enquanto vai mostrando os participantes no evento, de várias idades, sem máscaras ou distanciamento social, e mais do que os 13 indicados pela PSP.
O restaurante já tinha desrespeitado, em 28 de janeiro, as restrições ao abrigo do estado de emergência em vigor então em Portugal, altura em que os proprietários do restaurante organizaram um protesto, recusando encerrar o estabelecimento.
12h56 - Ano escolar termina a 23 de junho para 7.º, 8.º 10.º anos e a 18 de junho para 9.º ano, 11.º e 12.º
Ano escolar termina a 8 de julho para pré-escolar, primeiro e segundo ciclos.
Ano escolar termina a 8 de julho para pré-escolar, primeiro e segundo ciclos.
Férias da Páscoa entre 29 de março e 1 de abril.
Provas de aferição do 2.º, 5.º e 8.º anos entre 14 e 21 de junho
Provas finais de ciclo de 9.º ano:
1.ª fase: 28 de junho a 2 de julho, com afixação de resultados a 19 de julho.
2.ª fase: 21 a 23 de julho, com afixação de resultados a 3 de agosto.
Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário:
1.ª fase: 2 a 16 de julho, com afixação de resultados a 2 de agosto.
2.ª fase: 1 a 7 de setembro, com afixação de resultados a 16 de setembro
12h48 - Governo dos Açores "muito preocupado" com situação em Rabo de Peixe
O secretário da Saúde disse hoje que o Governo dos Açores continua muito preocupado com a situação epidemiológica em Rabo de Peixe, freguesia que está sob cerca sanitária e que registou hoje um aumento de casos de covid-19.
"Estamos muito preocupados com a situação de Rabo de Peixe. Tentamos tomar as medidas adequadas em termos de restrições, quer em termos de respostas positivas, com equipas multidisciplinares e os alojamentos", afirmou Clélio Meneses aos jornalistas.
12h07 - Forças Armadas alemãs vão prolongar ajuda médica em Portugal por mais seis semanas, disse aos meios de comunicação alemães a ministra da Defesa Annegret Kramp-Karrenbauer
"Estamos unidos na Europa ajudamos onde há maior necessidade", disse a responsável alemã.
12h03 - Portugal teve esta semana a média diária de novos casos de contágio pelo novo coronavírus mais baixa desde 31 de dezembro, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Nos indicadores semanais sobre a pandemia, o INE registou na quarta-feira um total de 29.511 casos acumulados nos sete dias anteriores, correspondentes a 4.216 novos casos em média por dia, "o valor mais baixo desde 31 de dezembro de 2020".
Nos indicadores semanais sobre a pandemia, o INE registou na quarta-feira um total de 29.511 casos acumulados nos sete dias anteriores, correspondentes a 4.216 novos casos em média por dia, "o valor mais baixo desde 31 de dezembro de 2020".
11h59 - Vacinação nas farmácias é "naturalmente uma hipótese de expansão", disse a ministra da Saúde
11h57 - Ministra da Saúde confirma que Luxemburgo e França mostraram disponibilidade para enviar equipas médicas. "Portugal congratula-se com essa possibilidade de trabalho em conjunto", disse Marte Temido
11h56 - Sobe para 18 o número de óbitos na Misericórdia de Grândola
11h42 - Rui Rio defende adiamento das eleições autárquicas por 60 dias devido ao contexto pandémico
O líder do PSD defendeu esta sexta-feira, em conferência de imprensa, o adiamento das próximas eleições autárquicas por 60 dias, justificando esta posição com a evolução do programa de vacinação contra a Covid-19.
"A lei em vigor no país diz que as eleições autárquicas têm de se realizar entre o dia 22 de setembro e 14 de outubro. Portanto, compete ao Governo marcar as eleições, mas tem de marcar neste intervalo", começou por afirmar o presidente dos social-democratas.
"Se tudo for cumprido, no dia 31 de agosto, temos 70 por cento da população portuguesa vacinada", continuou, dizendo-se, todavia, "cético".
"As eleições autárquicas são um pouco diferentes das legislativas, mas são muito diferentes das presidenciais", assinalou Rui Rio, argumentando que, no caso de um processo eleitoral para o poder local, não é possível fazer campanha sem contactar as pessoas: "Há muito pouca comunicação social, porque não pode haver".
"Isto serve quem está no poder", frisou.
O PSD vai apresentar um projeto de lei na Assembleia da República, ainda esta sexta-feira, para propor o adiamento das eleições para uma data entre 22 de novembro e 14 de dezembro.
"A lei em vigor no país diz que as eleições autárquicas têm de se realizar entre o dia 22 de setembro e 14 de outubro. Portanto, compete ao Governo marcar as eleições, mas tem de marcar neste intervalo", começou por afirmar o presidente dos social-democratas.
"Se tudo for cumprido, no dia 31 de agosto, temos 70 por cento da população portuguesa vacinada", continuou, dizendo-se, todavia, "cético".
"As eleições autárquicas são um pouco diferentes das legislativas, mas são muito diferentes das presidenciais", assinalou Rui Rio, argumentando que, no caso de um processo eleitoral para o poder local, não é possível fazer campanha sem contactar as pessoas: "Há muito pouca comunicação social, porque não pode haver".
"Isto serve quem está no poder", frisou.
O PSD vai apresentar um projeto de lei na Assembleia da República, ainda esta sexta-feira, para propor o adiamento das eleições para uma data entre 22 de novembro e 14 de dezembro.
11h37 - Até ontem DGES recebeu "três pedidos de apoio" a estudantes carenciados
11h34 - Sete em cada dez alunos de Coimbra já pensaram em abandonar o ensino superior
Sete em cada dez estudantes da Universidade de Coimbra já pensaram em abandonar o ensino superior durante o confinamento e 20% revela ter tido pelo menos um pensamento suicida, concluiu um estudo da Associação Académica de Coimbra (AAC).
Sete em cada dez estudantes da Universidade de Coimbra já pensaram em abandonar o ensino superior durante o confinamento e 20% revela ter tido pelo menos um pensamento suicida, concluiu um estudo da Associação Académica de Coimbra (AAC).
11h33 - Associação Académica de Coimbra com prejuízo de 500 mil euros
A pandemia da covid-19 provocou um prejuízo de mais de meio milhão de euros na Associação Académica de Coimbra (AAC), que defende um maior apoio estatal às associações estudantis.
"Tivemos um prejuízo de mais de meio milhão de euros nos últimos dez meses", afirmou à agência Lusa o presidente da AAC, João Assunção.
A pandemia da covid-19 provocou um prejuízo de mais de meio milhão de euros na Associação Académica de Coimbra (AAC), que defende um maior apoio estatal às associações estudantis.
"Tivemos um prejuízo de mais de meio milhão de euros nos últimos dez meses", afirmou à agência Lusa o presidente da AAC, João Assunção.
11h23 - Covid-19: Escolas, fábricas em concelhos com maior incidência rastreadas regularmente
Os testes à covid-19 vão passar a ser feitos a cada 14 dias nas escolas, prisões, fábricas e construção civil dos concelhos com elevada incidência de casos, segundo a Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2.
Segundo o documento da Direção-Geral da Saúde (DGS), que entra em vigor na segunda-feira, estão em causa os concelhos com incidência cumulativa de casos de covid-19 a 14 dias superior a 480 por 100 mil habitantes.
Nestas regiões serão utilizados testes rápidos de antigénio (TRAg) com uma periodicidade de 14/14 dias em "contextos ocupacionais de elevada exposição social" como fábricas, construção civil, escolas, entre outros locais.
"Se não forem identificados casos de infeção por SARS-CoV-2: mantém-se a periodicidade do rastreio", sublinha a norma da DGS, que entra em vigor às 00:00 de segunda-feira.
Os testes à covid-19 vão passar a ser feitos a cada 14 dias nas escolas, prisões, fábricas e construção civil dos concelhos com elevada incidência de casos, segundo a Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2.
Segundo o documento da Direção-Geral da Saúde (DGS), que entra em vigor na segunda-feira, estão em causa os concelhos com incidência cumulativa de casos de covid-19 a 14 dias superior a 480 por 100 mil habitantes.
Nestas regiões serão utilizados testes rápidos de antigénio (TRAg) com uma periodicidade de 14/14 dias em "contextos ocupacionais de elevada exposição social" como fábricas, construção civil, escolas, entre outros locais.
"Se não forem identificados casos de infeção por SARS-CoV-2: mantém-se a periodicidade do rastreio", sublinha a norma da DGS, que entra em vigor às 00:00 de segunda-feira.
11h09 - Japão aprova a vacina da Pfizer
10h36 - O calendário do plano português de recuperação
Em Bruxelas, onde foi assinado o regulamento do Mecanismo de Recuperação e Resiliência da União Europeia, António Costa adiantou que é intenção do Governo colocar já na próxima segunda-feira em discussão pública o plano português. A versão final poderá ser submetida à Comissão Europeia "daqui a três semanas".
"Nós temos trabalhado muito intensamente com a Comissão desde outubro até agora e estamos em condições de colocar em audição pública em Portugal a nossa proposta final de plano na próxima segunda-feira", anunciou o primeiro-ministro.
Costa indicou que se vai "proceder à audição das regiões autónomas, dos municípios, dos parceiros sociais, da sociedade civil, porque este obviamente é um plano que tem de ser um plano participado também a nível nacional".
"Fizemos isso no primeiro draft, fazemos isto agora na versão final. Vamos pôr por duas semanas em discussão pública e, portanto, espero que daqui a três semanas possamos estar a entregar à Comissão a versão final do nosso plano", acentuou.
10h22 - Agência Europeia de Medicamentos anunciou que deu início à avaliação em tempo real da vacina para a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica alemã CureVac.
Em Bruxelas, onde foi assinado o regulamento do Mecanismo de Recuperação e Resiliência da União Europeia, António Costa adiantou que é intenção do Governo colocar já na próxima segunda-feira em discussão pública o plano português. A versão final poderá ser submetida à Comissão Europeia "daqui a três semanas".
"Nós temos trabalhado muito intensamente com a Comissão desde outubro até agora e estamos em condições de colocar em audição pública em Portugal a nossa proposta final de plano na próxima segunda-feira", anunciou o primeiro-ministro.
Costa indicou que se vai "proceder à audição das regiões autónomas, dos municípios, dos parceiros sociais, da sociedade civil, porque este obviamente é um plano que tem de ser um plano participado também a nível nacional".
"Fizemos isso no primeiro draft, fazemos isto agora na versão final. Vamos pôr por duas semanas em discussão pública e, portanto, espero que daqui a três semanas possamos estar a entregar à Comissão a versão final do nosso plano", acentuou.
10h22 - Agência Europeia de Medicamentos anunciou que deu início à avaliação em tempo real da vacina para a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica alemã CureVac.
10h01 - Dinheiro da bazuca europeia antes do final do verão
A UE espera que o dinheiro do fundo de recuperação comece a chegar ainda antes do final do verão, disse esta manhã a presidente da Comissão Europeia.
Ursula von der Leyen, que estava com o presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli e com o primeiro-ministro português, Antonio Costa, pediu aos Estados-membros para aprovarem uma decisão que permite à Comissão ir ao mercado buscar dinheiro.
António Costa afirmou que o estímulo económico previsto é uma "vitamina" para superar a crise económica.
A UE espera que o dinheiro do fundo de recuperação comece a chegar ainda antes do final do verão, disse esta manhã a presidente da Comissão Europeia.
Ursula von der Leyen, que estava com o presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli e com o primeiro-ministro português, Antonio Costa, pediu aos Estados-membros para aprovarem uma decisão que permite à Comissão ir ao mercado buscar dinheiro.
António Costa afirmou que o estímulo económico previsto é uma "vitamina" para superar a crise económica.
09h57 - Demasiadas despesas, ajuda insuficiente
Um estudo feito pela Associação Académica de Coimbra revela que há alunos que não conseguem ter acesso a apoios sociais e ponderam congelar ou desistir dos estudos por incapacidade para suportar as despesas.
Um estudo feito pela Associação Académica de Coimbra revela que há alunos que não conseguem ter acesso a apoios sociais e ponderam congelar ou desistir dos estudos por incapacidade para suportar as despesas.
09h56 - África com mais 567 mortos e 12.010 infetados nas últimas 24 horas
09h34 - 'Lay-off' e perdas no IVA podem custar até 600 ME por mês ao Estado
O 'lay-off' simplificado e a perda de receita do IVA durante o confinamento podem custar cerca de 600 milhões de euros (ME) por mês aos cofres do Estado, de acordo com fonte do Ministério das Finanças.
Em todo o confinamento, "a medida mais cara é sempre a medida do 'lay-off'", cujos custos mensais rondam "os 200 ou 300 milhões de euros", segundo as contas das Finanças, que apontam que 250 mil trabalhadores já foram abrangidos pela medida.
"É um número (de trabalhadores) relativamente mais baixo do que foi no segundo trimestre do ano passado, mas o Estado está a suportar uma verba mais elevada porque agora é suportada a 100%", refere a fonte.
No total do ano passado, de acordo com a Direção-Geral do Orçamento (DGO), o 'lay-off' custou ao Estado 823,2 milhões de euros, despesa a que se somaram outras complementares na Segurança Social, como o apoio à família (82,9 ME), aos trabalhadores independentes (280 ME), à retoma progressiva (158,7 ME) ou o complemento de estabilização para os trabalhadores em 'lay-off' (58,3).
O confinamento também poderá levar a perda de receita do IVA a cifrar-se nos 300 milhões de euros por mês, de acordo com a fonte das Finanças.
O 'lay-off' simplificado e a perda de receita do IVA durante o confinamento podem custar cerca de 600 milhões de euros (ME) por mês aos cofres do Estado, de acordo com fonte do Ministério das Finanças.
Em todo o confinamento, "a medida mais cara é sempre a medida do 'lay-off'", cujos custos mensais rondam "os 200 ou 300 milhões de euros", segundo as contas das Finanças, que apontam que 250 mil trabalhadores já foram abrangidos pela medida.
"É um número (de trabalhadores) relativamente mais baixo do que foi no segundo trimestre do ano passado, mas o Estado está a suportar uma verba mais elevada porque agora é suportada a 100%", refere a fonte.
No total do ano passado, de acordo com a Direção-Geral do Orçamento (DGO), o 'lay-off' custou ao Estado 823,2 milhões de euros, despesa a que se somaram outras complementares na Segurança Social, como o apoio à família (82,9 ME), aos trabalhadores independentes (280 ME), à retoma progressiva (158,7 ME) ou o complemento de estabilização para os trabalhadores em 'lay-off' (58,3).
O confinamento também poderá levar a perda de receita do IVA a cifrar-se nos 300 milhões de euros por mês, de acordo com a fonte das Finanças.
09h32 - Ministro alemão sa Saúde diz que este fim de semana o país pode atingir o registo de 60 casos por 100 mil habitantes
09h18 - Diretores de serviços hospitalares pedem mais medidas para evitar novas ondas
Os diretores de serviços de doenças infeciosas dos maiores hospitais do país sugerem ao Governo que prepare um plano e adote medidas robustas que permitam evitar sucessivas ondas epidémicas e apelam ao reforço de meios humanos e materiais.
Numa tomada de posição conjunta, a propósito da pandemia de covid-19, os diretores dos Serviços de Doenças Infeciosas dos maiores hospitais portugueses e do Colégio da Especialidade de Doenças Infeciosas da Ordem dos Médicos, sugeriram hoje ao Governo que o início desde já a preparação de um plano que permita evitar sucessivas ondas epidémicas.
Os diretores pedem ao Governo, em particular ao ministério da Saúde, que adote medidas "mais robustas" de contenção dos futuros focos emergentes.
Os diretores de serviços de doenças infeciosas dos maiores hospitais do país sugerem ao Governo que prepare um plano e adote medidas robustas que permitam evitar sucessivas ondas epidémicas e apelam ao reforço de meios humanos e materiais.
Numa tomada de posição conjunta, a propósito da pandemia de covid-19, os diretores dos Serviços de Doenças Infeciosas dos maiores hospitais portugueses e do Colégio da Especialidade de Doenças Infeciosas da Ordem dos Médicos, sugeriram hoje ao Governo que o início desde já a preparação de um plano que permita evitar sucessivas ondas epidémicas.
Os diretores pedem ao Governo, em particular ao ministério da Saúde, que adote medidas "mais robustas" de contenção dos futuros focos emergentes.
09h04 - Europa ultrapassou esta sexta-feira os 10 milhões de casos de Covid-19, de acordo com uma contabilidade da Reuters
08h23 - Economia da Noruega com uma contração de 2,5% em 2020, o pior desempenho desde 1945
08h22 - Rússia com mais 15.089 casos e 507 vítimas mortais
08h21 - Confinamento está a ter efeitos graves na saúde mental dos estudantes universitários
08h03 - Economia britânica caiu 9,9% em 2020, a maior quebra anual desde que há registos
7h51 - Alemanha acima dos 9800 casos diários
O número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 9860, para um total de 2.320.093 desde o início da pandemia.
O Instituto Robert Koch para doenças infecciosas reporta ainda mais 556 mortes associadas à Covid-19, para um total acumulado de 64.191.
As autoridades alemãs decidiram interditar as viagens através das fronteiras com a República Checa e o Tirol austríaco.
7h25 - Diretor de medicina intensiva do São João defende confinamento até 21 de março
O diretor de serviço de medicina intensiva do Hospital de São João, no Porto, defende que se mantenha o confinamento até 21 de março, medida acompanhada de uma testagem "robusta". Propõe mesmo 50 vezes mais testes do que os casos diagnosticados.
Ouvido pela agência Lusa, José Artur Paiva argumentou que o "desconfinamento não pode ocorrer antes de dois meses de confinamento", contado a partir do que chama "confinamento real", ou seja desde 21 de janeiro.
7h03 - Ponto de situação
O Presidente da República afirma que ainda é muito cedo para desconfinar. Exige uma estabilização duradoura e sustentada dos números da Covid-19 até à Páscoa.
Marcelo Rebelo de Sousa alerta que a data não pode servir para que o país regresse a uma situação ainda pior. Em nova alocução ao país, depois de o Parlamento ter aprovado a renovação do estado de emergência por mais 15 dias, o Chefe de Estado advertiu ainda os partidos para que não contem com Belém para ajudar a criar crises políticas, nem "as mais sedutoras".
O Presidente afirmou também que em abril vai ser necessário vacinar mais e mais depressa, para recuperar do atraso na produção por parte das farmacêuticas.
O que diz o primeiro-ministro
O primeiro-ministro admitiu, por sua vez, que até final de março a capacidade de vacinação será metade do que estava previsto por causa dos atrasos nas entregas.
António Costa destacou os resultados positivos das últimas duas semanas, mas sublinha que ainda é cedo para pensar em aliviar as restrições e que o confinamento irá até final de março. O chefe do Executivo promete manter os apoios às empresas e trabalhadores enquanto vigorarem as medidas restritivas.
Costa lembrou os resultados positivos alcançados em 2020, com menos défice e desemprego do que se previa, e garantiu que vai investir no relançamento da economia, logo que seja possível.
Governo debaixo de críticas no Parlamento
O Governo ouviu críticas de todos os partidos sobre a gestão da pandemia.
Bloco de Esquerda e PAN acusam o Executivo de ter procurado poupar nos gastos. O PCP afirmou que o recurso a medidas restritivas desvaloriza os comportamentos. O PSD acusou o Governo de só estar preocupado com propaganda política.
Nova estratégia para os testes
O alargamento da testagem à Covid-19 vai começar já na próxima segunda-feira Passam a ser testadas todas as pessoas que tenham estado com um infetado.Até agora já foram realizados em Portugal 7,6 milhões de testes.
As regras incluem a realização de testes moleculares também aos contactos considerados de baixo risco.
O quadro em Portugal
Os números da pandemia em Portugal mantêm a tendência de descida. Segundo os dados do último boletim epidemiológico, divulgado ao início da tarde de quinta-feira, os internamentos por Covid-19 baixaram pelo terceiro dia consecutivo.
Morreram 167 pessoas, elevando o total acumulado de óbitos desde o início da pandemia para 14.885. O total de infetados aumentou para 778 mil.
A circulação entre concelhos em Portugal continental volta a estar proibida entre as 20h00 desta sexta-feira e as 5h00 de segunda-feira, sem prejuízo das exceções previstas.
Havia ontem menos 259 pessoas internadas, face ao dia anterior. Em estado crítico, nos cuidados intensivos, estavam 836 doentes, menos 17 do que na quarta-feira.
Foram dadas como recuperadas mais 8263 pessoas.
Portugal tem agora 118.362 casos ativos.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou já 2.355.410 mortes, resultantes de mais de 107,3 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
A pandemia fez disparar os lucros de uma das farmacêuticas que desenvolveu a vacina contra a Covid-19. A anglo-sueca AstraZeneca obteve ganhos de quase 2600 milhões de euros em 2020. Este resultado representa um crescimento de 159 por cento face ao ano anterior - ou seja, os lucros mais do que duplicaram. A AstraZeneca anunciou entretanto uma parceria com uma farmacêutica alemã para aumentar a capacidade de produção de vacinas contra a Covid para a Europa a partir do segundo trimestre deste ano - isto depois de ter sido acusada de atrasos nas entregas.
O número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 9860, para um total de 2.320.093 desde o início da pandemia.
O Instituto Robert Koch para doenças infecciosas reporta ainda mais 556 mortes associadas à Covid-19, para um total acumulado de 64.191.
As autoridades alemãs decidiram interditar as viagens através das fronteiras com a República Checa e o Tirol austríaco.
7h25 - Diretor de medicina intensiva do São João defende confinamento até 21 de março
O diretor de serviço de medicina intensiva do Hospital de São João, no Porto, defende que se mantenha o confinamento até 21 de março, medida acompanhada de uma testagem "robusta". Propõe mesmo 50 vezes mais testes do que os casos diagnosticados.
Ouvido pela agência Lusa, José Artur Paiva argumentou que o "desconfinamento não pode ocorrer antes de dois meses de confinamento", contado a partir do que chama "confinamento real", ou seja desde 21 de janeiro.
7h03 - Ponto de situação
O Presidente da República afirma que ainda é muito cedo para desconfinar. Exige uma estabilização duradoura e sustentada dos números da Covid-19 até à Páscoa.
Marcelo Rebelo de Sousa alerta que a data não pode servir para que o país regresse a uma situação ainda pior. Em nova alocução ao país, depois de o Parlamento ter aprovado a renovação do estado de emergência por mais 15 dias, o Chefe de Estado advertiu ainda os partidos para que não contem com Belém para ajudar a criar crises políticas, nem "as mais sedutoras".
O Presidente afirmou também que em abril vai ser necessário vacinar mais e mais depressa, para recuperar do atraso na produção por parte das farmacêuticas.
O que diz o primeiro-ministro
O primeiro-ministro admitiu, por sua vez, que até final de março a capacidade de vacinação será metade do que estava previsto por causa dos atrasos nas entregas.
António Costa destacou os resultados positivos das últimas duas semanas, mas sublinha que ainda é cedo para pensar em aliviar as restrições e que o confinamento irá até final de março. O chefe do Executivo promete manter os apoios às empresas e trabalhadores enquanto vigorarem as medidas restritivas.
Costa lembrou os resultados positivos alcançados em 2020, com menos défice e desemprego do que se previa, e garantiu que vai investir no relançamento da economia, logo que seja possível.
Governo debaixo de críticas no Parlamento
O Governo ouviu críticas de todos os partidos sobre a gestão da pandemia.
Bloco de Esquerda e PAN acusam o Executivo de ter procurado poupar nos gastos. O PCP afirmou que o recurso a medidas restritivas desvaloriza os comportamentos. O PSD acusou o Governo de só estar preocupado com propaganda política.
Nova estratégia para os testes
O alargamento da testagem à Covid-19 vai começar já na próxima segunda-feira Passam a ser testadas todas as pessoas que tenham estado com um infetado.Até agora já foram realizados em Portugal 7,6 milhões de testes.
As regras incluem a realização de testes moleculares também aos contactos considerados de baixo risco.
O quadro em Portugal
Os números da pandemia em Portugal mantêm a tendência de descida. Segundo os dados do último boletim epidemiológico, divulgado ao início da tarde de quinta-feira, os internamentos por Covid-19 baixaram pelo terceiro dia consecutivo.
Morreram 167 pessoas, elevando o total acumulado de óbitos desde o início da pandemia para 14.885. O total de infetados aumentou para 778 mil.
A circulação entre concelhos em Portugal continental volta a estar proibida entre as 20h00 desta sexta-feira e as 5h00 de segunda-feira, sem prejuízo das exceções previstas.
Havia ontem menos 259 pessoas internadas, face ao dia anterior. Em estado crítico, nos cuidados intensivos, estavam 836 doentes, menos 17 do que na quarta-feira.
Foram dadas como recuperadas mais 8263 pessoas.
Portugal tem agora 118.362 casos ativos.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou já 2.355.410 mortes, resultantes de mais de 107,3 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
A pandemia fez disparar os lucros de uma das farmacêuticas que desenvolveu a vacina contra a Covid-19. A anglo-sueca AstraZeneca obteve ganhos de quase 2600 milhões de euros em 2020. Este resultado representa um crescimento de 159 por cento face ao ano anterior - ou seja, os lucros mais do que duplicaram. A AstraZeneca anunciou entretanto uma parceria com uma farmacêutica alemã para aumentar a capacidade de produção de vacinas contra a Covid para a Europa a partir do segundo trimestre deste ano - isto depois de ter sido acusada de atrasos nas entregas.