Última Hora
Estados Unidos e Israel bombardeiam Irão num "ataque preventivo"

EUA e Israel bombardeiam Irão, Teerão retalia contra países do Golfo

pulse-iconDireto

EUA e Israel bombardeiam Irão, Teerão retalia contra países do Golfo

Washington e Telavive lançaram na última noite um ataque contra o Irão, tendo como alvo a liderança iraniana. Teerão está a responder com ataques contra bases militares norte-americanas no Médio Oriente. Acompanhe aqui em direto

Cristina Sambado, Andreia Martins - RTP /

Majid Asgaripour/WANA via Reuters

Mais atualizações Voltar ao topo
Momento-Chave
RTP /

Responsável militar israelita afirma que vários oficiais iranianos foram "eliminados"

Um responsável militar israelita indicou que vários altos funcionários iranianos foram "eliminados" nos ataques aéreos realizados desde a manhã no Irão em conjunto com os Estados Unidos.

"Três locais onde estavam a ser realizadas reuniões do regime terrorista iraniano foram simultaneamente atingidos, e vários altos funcionários essenciais para a condução das operações militares iranianas] e para a governação do regime foram eliminados", disse a fonte sob anonimato, sem revelar quaisquer nomes.
PUB
RTP /

Hezbollah pró-Irão apela à resistência contra "agressão" ao Irão

O Hezbollah libanês, pró-Irão, apelou em comunicado "aos estados e aos povos da região" para se oporem à "agressão" contra o Irão, sem indicar se interviria no conflito.

O grupo afirmou que "as graves consequências" do ataque dos Estados Unidos e de Israel "afetarão todos, sem exceção, se não houver uma oposição firme". O líder do Hezbollah, Naim Qassem, adiou um discurso que estava previsto para sábado à tarde.
PUB
RTP /

Explosão na icónica ilha artificial do Dubai, The Palm (testemunhas)

Duas testemunhas disseram à AFP que ouviram uma explosão e viram uma coluna de fumo a subir da icónica ilha artificial do Dubai, The Palm, em retaliação do Irão contra os ataques aéreos dos EUA e de Israel no Golfo.

Uma das testemunhas disse ter visto um denso fumo negro a sair de um hotel em The Palm e ouvido ambulâncias a dirigirem-se para o local.

Os residentes do Dubai e os jornalistas da AFP no local ouviram vários estrondos altos após a explosão.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Exército israelita anuncia novos ataques no Irão tendo como alvo lançadores de mísseis

O exército israelita anunciou que está a desencadear novos ataques no Irão tendo como alvo lançadores de mísseis,. A Força Aérea israelita "iniciou um sobrevoo e está atualmente a atacar lançadores de mísseis no Irão, a fim de neutralizar a ameaça ao Estado de Israel", lê-se num breve comunicado militar citado pela agência Reuters.
PUB
RTP /

Ataque pode ter impacto na oferta de petróleo e fazer subir os preços

Os efeitos dos ataques e contra-ataques lançados hoje podem ter um efeito direto na produção e distribuição de crude, levando a uma subida dos preços.

Não só o Irão tem uma produção significativa de petróleo como também controla o estreito de Ormuz, por onde passa 20% do crude do tráfego marítimo de petróleo.

Pode desencadear também uma retaliação iraniana contra os campos petrolíferos dos países aliados dos Estados Unidos no Golfo Pérsico.

Em 2024, aproximadamente 20 milhões de barris de crude passaram diariamente pelo Estreito de Ormuz (cerca de um quinto do comércio mundial de gás natural liquefeito também passou pelo Estreito).

Esta estreita passagem entre o Golfo Pérsico e o Mar Arábico é também utilizada pela Arábia Saudita, o principal produtor da OPEP e atualmente o segundo maior produtor mundial, a seguir aos Estados Unidos.

É também a rota de exportação de crude de outros três membros da OPEP: Iraque, Emirados Árabes Unidos e Kuwait.

No total, estes cinco países (Arábia Saudita, Estados Unidos, Iraque, Emirados Árabes Unidos e Kuwait) produziram cerca de 23 milhões de barris por dia em janeiro, 22% do petróleo que o mundo necessita atualmente, segundo os cálculos mais recentes da OPEP.

No ano passado, após os primeiros ataques de Israel e dos Estados Unidos, o Parlamento iraniano já tinha pedido o encerramento do estreito.

Um encerramento que poderá ter repercussões graves para a economia global, sendo a China um dos países mais afectados já que mais de 80% do petróleo e gás que transitam pelo Estreito de Ormuz destina-se aos mercados asiáticos, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE).

Analistas estimam que a China compra quase 90% das exportações de crude iraniano, o que significa que Pequim satisfaz aí até 10% da sua procura.

Apenas a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos possuem redes de oleodutos --- capazes de transportar um máximo de 2,6 milhões de barris por dia --- que lhes permitem contornar o Estreito de Ormuz, de acordo com a AIE.

c/Lusa
PUB
RTP /

Técnico português do Al Ittihad diz que ataques têm gerado ansiedade em Abu Dhabi

O técnico português João Mota, do Al Ittihad Sports Club dos Emirados Árabes Unidos (EAU), admitiu hoje que está a acompanhar os ataques iranianos "com alguma ansiedade", mas que vai tentar "levar as coisas com normalidade".

O treinador do clube de futebol dos Emirados Árabes Unidos afirmou à agência Lusa que o Ministério de Segurança do país pediu às pessoas para se manterem calmas e para evitarem sair à rua, embora tenha sido registado um morto devido aos "vestígios do resto do míssil" que "caiu numa zona residencial", adiantou.

Os EAU declararam hoje ter intercetado mísseis iranianos e a estação Al Jazeerah noticiou que pelo menos uma pessoa morreu na capital do país, onde se encontra João Mota.

"Em relação à nossa segurança, está tudo bem, estamos em perfeita segurança", garantiu o técnico à Lusa.

João Mota disse que soube na manhã de hoje dos ataques ao Irão através de um jornalista do Qatar que é seu amigo.

"Depois é que realmente liguei a televisão e vi que estava aqui mesmo ao lado de uma situação complicada e que os Estados Unidos e Israel começaram o conflito contra o Irão e há países que estão a apanhar por tabela, que os Emirados é um deles, assim como a Jordânia, a Arábia Saudita, o Bahrein, o Qatar, enfim, nós estamos aqui todos próximos e realmente esperamos que isto não dê nada", acrescentou.

"Pensámos logo em ir embora, mas o espaço aéreo está fechado, por uma questão de segurança também, mas está fechado devido à guerra, mas por uma questão de segurança", adiantou.

Ainda assim, o treinador disse que hoje à noite a sua equipa tem jogo marcado.

"Não sabemos se vai haver jogo ou não, em princípio não tem nenhuma outra notícia e eu quero mesmo, a nível mental, levar as coisas com normalidade".

Os Emirados Árabes Unidos declararam hoje ter intercetado mísseis iranianos e afirmaram reservar-se o direito de responder a qualquer ataque, enquanto o Kuwait também intercetou mísseis no espaço aéreo do país.

Os EAU "foram hoje alvo de um ataque manifesto com mísseis balísticos iranianos. As defesas aéreas dos Emirados reagiram com grande eficácia e conseguiram intercetar vários desses mísseis", indicaram as autoridades em comunicado.

Abu Dhabi acrescentou que "se reserva plenamente o direito de responder", denunciando "uma escalada perigosa".

Entretanto, habitantes de Abu Dhabi disseram à agência de notícias France Presse ter ouvido fortes explosões na capital dos EAU, que abriga uma base norte-americana, depois de Estados Unidos e Israel terem anunciado ataques ao Irão, que prometeu retaliar.

Antes, os Emirados anunciaram ter fechado o espaço aéreo "temporária e parcialmente" como medida de precaução excecional.
PUB
RTP /

Guarda Revolucionária iraniana lança nova vaga de ataques contra bases norte-americanas no Golfo

A Guarda Revolucionária do Irão anunciou uma nova onda de ataques com mísseis contra bases norte-americanas no Golfo. É em resposta aos ataques israelitas e norte-americanos contra a República Islâmica, indicaram as forças iranianas através da televisão estatal.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Secretário-geral da ONU "condena escalada militar" e apela à "desescalada"

Declaração do Secretário-Geral sobre o Irão

Condeno a escalada militar de hoje no Médio Oriente. O uso da força pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, e a subsequente retaliação iraniana em toda a região, minam a paz e a segurança internacionais.

Todos os Estados-Membros devem respeitar as suas obrigações perante o direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. A Carta proíbe claramente “a ameaça do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado, ou de qualquer outra forma incompatível com os Propósitos das Nações Unidas”.

Apelo à cessação imediata das hostilidades e à desescalada. A omissão neste sentido acarreta o risco de um conflito regional mais vasto, com graves consequências para os civis e para a estabilidade regional. Encorajo veementemente todas as partes a regressarem imediatamente à mesa das negociações.

Reitero que não existe alternativa viável à resolução pacífica dos litígios internacionais, em plena conformidade com o direito internacional, incluindo a Carta da ONU. A Carta fornece a base para a manutenção da paz e da segurança internacionais.

Nova Iorque, 28 de fevereiro de 2026
PUB
Momento-Chave
RTP /

Conselho de Segurança da ONU reúne-se este sábado às 21h00

O Conselho de Segurança da ONU reúne-se de emergência este sábado, pelas 21h00 (hora em Portugal Continental). Depois de França, também a China e a Rússia tinham pedido uma reunião urgente deste órgão das Nações Unidas.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Reino Unido junta-se a esforços coordenados para "proteger interesses e aliados"

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou no sábado que as forças britânicas estão a participar em esforços defensivos coordenados para proteger os interesses e aliados do país.

Starmer disse que os caças britânicos estiveram "nos céus" este sábado para "operações defensivas regionais coordenadas" com o objetivo de "proteger o nosso povo, os nossos interesses e os nossos aliados", anunciou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.

Numa declaração televisiva, Starmer indicou que o Irão deve abster-se de novos ataques e cessar a violência e a opressão contra o seu povo. Enfatizou ainda a importância de evitar uma escalada ainda maior e de regressar ao processo diplomático.

Na sua primeira reação pública ao ataque conjunto dos EUA e de Israel ao Irão, que levou a ataques com mísseis iranianos contra vários países vizinhos, o líder britânico afirmou que a operação estava "em conformidade com o direito internacional". 
PUB
Momento-Chave
RTP /

MNE iraniano afirma que Khamenei está vivo "tanto quanto sei"

Em entrevista à NBC News, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, afirmou que o Líder Supremo, o ayatollah Ali Khamenei, está vivo “tanto quanto sei”.
PUB
Lusa /

NATO está a acompanhar situação e a avaliar risco para membros da Aliança

A NATO está a acompanhar de perto os desenvolvimentos no Irão e na região, na sequência do ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel e das retaliações iranianas, disse hoje a porta-voz da Aliança Atlântica.

Segundo avançou Allison Hart, a Aliança está a avaliar os desdobramentos da situação para antecipar os possíveis impactos para a segurança na região e, eventualmente, para os países-membros da organização.

Segundo a porta-voz, o objetivo é avaliar eventuais "consequências para a estabilidade regional e para missões de paz e defesa coletiva".

Apesar do acompanhamento permanente, não houve nenhum anúncio sobre a ativação de medidas imediatas pela NATO.

Os Estados Unidos e Israel iniciaram hoje de manhã um ataque conjunto ao Irão, que atingiu a capital, Teerão.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos iniciaram "grandes operações de combate no Irão" e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que o ataque tem como objetivo "eliminar uma ameaça existencial representada" pelo regime iraniano.

Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e países vizinhos, como Arábia Saudita, Bahrein e Catar.

PUB
Lusa /

ONU condena ataques e lembra ser preciso proteger os civis

O alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos condenou hoje os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e respetiva retaliação, lembrando que, como em qualquer conflito armado, serão os civis que pagarão o preço mais elevado.

"As bombas e os mísseis não são a forma de resolver as diferenças, apenas causam morte, destruição e sofrimento humano", alertou Volker Türk numa mensagem publicada nas redes sociais.

O responsável das Nações Unidas pelos direitos humanos pediu moderação para evitar mais danos à população e implorou a todas as partes para que "ajam com bom senso, reduzam a tensão e regressem à mesa das negociações, onde, poucas horas antes, procuravam ativamente uma solução" para a questão do programa nuclear iraniano.

"Esta é a única forma de resolver as profundas diferenças existentes, de forma duradoura", sublinhou o alto-comissário.

Caso contrário, alertou, corre-se o risco de "um conflito ainda maior, que levará inevitavelmente a mais mortes de civis sem sentido e a destruição a uma escala potencialmente inimaginável, não só no Irão, mas em toda a região do Médio Oriente".

Türk lembrou ainda que o Direito internacional considera que a proteção de civis em conflitos armados deve ser prioritária.

"Todos os atores envolvidos devem garantir o cumprimento destas normas, e a sua violação deve levar à responsabilização dos culpados", sublinhou.

Os Estados Unidos e Israel iniciaram hoje de manhã um ataque conjunto ao Irão, que atingiu a capital, Teerão.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos iniciaram "grandes operações de combate no Irão" e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que o ataque tem como objetivo "eliminar uma ameaça existencial representada" pelo regime iraniano.

Washington exige que o Irão cesse o enriquecimento de urânio e limite o alcance dos seus mísseis, que Teerão recusa, aceitando apenas cortes no seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções em vigor.

Segundo as autoridades iranianas, os bombardeamentos já provocaram pelo menos 40 mortos e 48 feridos.

O Irão já respondeu, lançando mísseis sobre bases militares norte-americanas de vários países da região.

PUB
Momento-Chave
RTP /

Alemanha, França e Reino Unido pedem a Teerão que cesse os ataques

Num comunicado conjunto, Berlim, Paris e Londres condenaram este sábado os ataques iranianos contra países da região e apelam ao regresso das negociações.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer apelam, numa declaração conjunta, que a liderança iraniana procure "uma solução negociada".

"Em última análise, o povo iraniano deve ter a oportunidade de determinar o seu futuro", acrescentam.

Acrescentando que os países europeus não participaram nos ataques de sábado, mas estão em contacto próximo com parceiros internacionais, incluindo os EUA, Israel e parceiros na região.

"Reiteramos o nosso compromisso com a estabilidade regional e com a proteção das vidas civis", afirmam ainda.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Cinco aviões reabastecedores saíram da Base das Lajes

Na Base das Lajes, na ilha Terceira, os reabastecedores estão em estado de prontidão. A reportagem da RTP captou imagens em direto de cinco aviões K-46 a descolarem dos Açores.

PUB
Momento-Chave
RTP /

Empresas petrolíferas suspendem transporte de combustível no Estreito de Ormuz

Com os ataques em curso na região, algumas das principais empresas petrolíferas e comerciais suspenderam o transporte através do Estreito de Ormuz.

“Os nossos navios permanecerão atracados durante vários dias”, indicou o responsável de uma importante empresa de comércio à agência de notícias Reuters.

Cerca de 20 milhões de barris de crude e outros tipos de combustível transitam por esta importante via navegável, que separa a Península Arábica do Irão. Qualquer suspensão pode provocar grandes transtornos globais.
PUB
Momento-Chave
Lusa /

MNE recomenda a portugueses na região que fiquem em casa e ouçam autoridades locais

O Ministério dos Negócios Estrangeiros recomendou aos portugueses que estão na região do Médio Oriente que cumpram as recomendações das autoridades locais, permaneçam em casa, e, em caso de emergência, contactem as embaixadas ou consulados.

As recomendações foram feitas na sequência dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irão e da consequente reação de Teerão, que respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e países vizinhos, como Bahrein, Arábia Saudita e Qatar.

Contactado pela agência Lusa, um porta-voz do ministério assegurou que o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, e o Gabinete de Emergência Consular estão, desde o início do dia, a contactar todos os embaixadores dos países da região.

Os Estados Unidos e Israel iniciaram hoje de manhã um ataque conjunto ao Irão, que atingiu a capital, Teerão.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos (EUA) iniciaram "grandes operações de combate no Irão" e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que o ataque tem como objetivo "eliminar uma ameaça existencial representada" pelo regime iraniano.

O Irão já respondeu, entretanto, lançando mísseis sobre a base militar norte-americana no Bahrein e tentando atacar o Qatar, que conseguiu intercetar os mísseis.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português adiantou ainda ter emitido conselhos aos portugueses residentes para se manterem em casa, evitando deslocações desnecessárias.

"Em caso de necessidade especial, [devem] contactar as embaixadas ou o Gabinete de Emergência Consular e estar atentos a toda a informação, em particular à que é facultada pelas embaixadas, assim como cumprir as recomendações das autoridades locais", avançou.

Numa publicação feita hoje de manhã nas redes sociais, o MNE já tinha assegurado estar a "acompanhar ao minuto" os desenvolvimentos da situação no Irão, garantindo que "prioridade é a segurança dos cidadãos portugueses".

PUB
Momento-Chave
RTP /

EUA encerram embaixada no Bahrein no domingo

A Embaixada dos EUA no Bahrein anunciou que iria encerrar no domingo, depois de mísseis iranianos terem atingido Manama, em resposta a uma série de ataques de retaliação lançados por Teerão no Golfo Pérsico, após ataques dos EUA e de Israel.

"Em virtude dos ataques com mísseis contra o Bahrein no dia 28 de fevereiro, a Embaixada dos EUA no Bahrein estará encerrada no domingo, 1 de março de 2026", afirmou a embaixada num comunicado divulgado no dia X.

"Cancelámos todos os atendimentos consulares agendados e de emergência para domingo, 1 de março de 2026. Informaremos o público quando a embaixada retomar as suas operações normais", acrescentou.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Hamas condena "agressão americano-sionista" contra o Irão

O movimento palestiniano Hamas, em guerra com Israel há mais de dois anos, apesar do frágil cessar-fogo na Faixa de Gaza, condenou "nos termos mais veementes possíveis a agressão americano-sionista" contra o Irão este sábado, após o ataque lançado por Washington e Israel contra o país.

"O Hamas condena nos termos mais veementes possíveis a agressão americano-sionista contra a República Islâmica do Irão e afirma que constitui um ataque direto contra toda a região, bem como um ataque à sua segurança, estabilidade e soberania", refere um comunicado do movimento.
PUB
Momento-Chave
"Esta guerra não é vossa"
RTP /

MNE de Omã consternado com ataques dos EUA e Israel

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, Badr Albusaidi, que tem mediado as negociações nucleares indiretas entre os EUA e o Irão no último mês, disse estar "consternado" com a violência que eclodiu no Médio Oriente.

“Estou consternado. As negociações ativas e sérias foram mais uma vez prejudicadas. Nem os interesses dos Estados Unidos nem a causa da paz global são bem servidos por isso. E rezo pelos inocentes que sofrerão. Exorto os Estados Unidos a não se deixarem envolver ainda mais. Esta não é a vossa guerra", escreveu Badr Albusaidi nas redes socias.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Quatro mortos na Síria após míssil iraniano atingir prédio na cidade de Sweida

Quatro pessoas morreram e várias outras ficaram feridas quando um míssil iraniano atingiu um edifício na cidade de Sweida, no sul da Síria, no sábado, informou a agência de notícias estatal SANA.

Outros destroços de mísseis caíram na cidade de Quneitra e na bacia de Yarmouk, na província de Daraa, no sul da Síria, de acordo com testemunhas da Reuters e vídeos partilhados por habitantes locais.

O som de aviões de guerra foi ouvido repetidamente nos céus da Síria no sábado, depois de os Estados Unidos e Israel terem anunciado uma operação militar contra o Irão.

Dezenas de mísseis intercetores foram vistos nos céus de Damasco, segundo duas testemunhas.

PUB
Momento-Chave
RTP /

Israel ordena encerramento de escolas e transfere doentes de hospitais para abrigos

Israel determinou este sábado a proibição de ajuntamentos públicos e ordenou o encerramento de escolas e locais de trabalho. Os doentes em hospitais foram também transferidos para instalações subterrâneas.

O Ministro israelita da Defesa, Israel Katz, declarou o estado de emergência em todo o país, alertando a população para possíveis ataques de mísseis e drones iranianos.

A polícia desaconselhou as deslocações não essenciais para permitir a livre circulação de veículos de segurança e de emergência.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Arábia Saudita condena ataques iranianos a nações do Golfo

A Arábia Saudita condenou a "agressão iraniana flagrante" contra o Bahrein, o Catar, o Kuwait, a Jordânia e os Emirados Árabes Unidos, que sofreram ataques de retaliação.

“O Reino reafirma a sua total solidariedade e apoio inabalável aos países irmãos, e a sua disponibilidade para colocar à sua disposição todos os seus recursos em apoio de quaisquer medidas que venham a tomar. Alerta ainda para as graves consequências resultantes da contínua violação da soberania dos Estados e dos princípios do direito internacional”, lê-se em comunicado publicado nas redes socais.

Jornalistas da agência noticiosa AFP relataram esta manhã várias explosões na capital saudita, Riade, embora as autoridades não se tenham pronunciado sobre o assunto.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Macron diz que França está pronta para mobilizar recursos para proteger "parceiros mais próximos"

O presidente francês considerou este sábado que "o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão tem graves consequências para a paz e segurança internacionais".

Emmanuel Macron afirma que a França está a tomar todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos seus "cidadãos e recursos" no Médio Oriente.

"A França está também pronta para mobilizar os recursos necessários para proteger os seus parceiros mais próximos, caso o solicitem", afirma numa publicação na rede social X.



Macron considera que a atual escalada do conflito "é perigosa para todos" e deve parar e anuncia que a França pediu uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU. 

"O regime iraniano precisa de compreender que não tem agora outra opção senão envolver-se em negociações de boa-fé para pôr fim aos seus programas nucleares e de mísseis balísticos, bem como às suas ações para desestabilizar a região. Isto é absolutamente essencial para a segurança de todos no Médio Oriente", exorta o presidente francês.

O chefe de Estado francês destaca ainda que o povo iraniano deve "construir o seu futuro livremente" e que quanto mais cedo o povo tiver voz, "melhor". "Os massacres levados a cabo pelo regime islâmico descredibilizam-no" acrescenta ainda Macron. 
PUB
RTP /

"Direito legítimo de autodefesa". Irão emite comunicado aos países do Golfo

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, afirmou que o país utilizará todos os seus meios militares, em conformidade com o seu direito de autodefesa, para se proteger.

Um comunicado informa que Araghchi falou por telefone com os seus homólogos de países como a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Bahrein e Iraque, reiterando que o Irão utilizará "todas as suas capacidades defensivas e militares, em conformidade com o seu legítimo direito de autodefesa", para proteger a integridade do país.

Araghchi "recorda" ainda a estes países "a sua responsabilidade de impedir o uso indevido das suas instalações e territórios" pelos Estados Unidos e por Israel para fins de ataque, segundo o comunicado.
PUB
Após ataque à base norte-americana de Manama
RTP /

Autoridades do Bahrein retiram habitantes da zona de Juffair

O ministro do Interior do Bahrein informou que iniciou a retirada dos residentes da zona de Juffair, a sudeste da capital Manama, onde se encontra uma base naval norte-americana que foi alvo de um ataque com o míssil iraniano.

“Solicitamos a sua cooperação com as autoridades competentes”, afirmou o ministério num comunicado divulgado nas redes sociais.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Ataque em escola iraniana. Número de mortos sobe para 40

O ataque israelita contra uma escola iraniana provocou pelo menos 40 mortos, de acordo com a agência IRNA. 

Um ataque israelita atingiu este sábado uma escola primária feminina em Minab, cidade na província de Hormozgan, no sul do Irão. O balanço anterior era de 24 mortos.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Líderes mundiais pedem "máxima contenção" e proteção dos civis

Os presidente da Comissão Europeia e do Conselho Europeu expressaram "grande preocupação" após os ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, apelando à "máxima contenção" e à salvaguarda da segurança regional e nuclear.

"Os desenvolvimentos no Irão são motivo de grande preocupação. Mantemo-nos em estreito contacto com os nossos parceiros na região. Reiteramos o nosso firme compromisso com a salvaguarda da segurança e da estabilidade regionais", defenderam Ursula von der Leyen e António Costa, num comunicado conjunto sobre os acontecimentos no Irão.


Já o gabinete da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, manifesta solidariedade para com a população civil do Irão, afirmando que continua a exigir o respeito pelos direitos civis e políticos.

O gabinete acrescenta que Meloni irá consultar aliados e líderes regionais para apoiar os esforços para aliviar as tensões.

O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, afirma que o seu país "está ao lado do corajoso povo do Irão na sua luta contra a opressão" e apoia os EUA nos esforços para impedir que o Irão obtenha uma arma nuclear.

Antes, um porta-voz do governo britânico afirmou que o país "não deseja uma escalada para um conflito regional mais amplo", acrescentando: "estamos prontos para proteger os nossos interesses".
PUB
Momento-Chave
RTP /

Pelo menos 24 mortos em ataque israelita contra escola no sul do Irão

Um ataque israelita atingiu uma escola primária feminina em Minab, cidade na província de Hormozgan, no sul do Irão. De acordo com a agência de notícias iraniana Fars, morreram pelo menos 24 pessoas.

Também a agência Reuters avança com o mesmo número de vítimas mortais. 
PUB
Momento-Chave
RTP /

Moscovo denuncia "aventura perigosa" que ameaça mergulhar a região em "catástrofe"

A Rússia reagiu este sábado aos ataques de Israel e Estados Unidos contra o Irão, considerando que se trata de "uma aventura perigosa" que ameaça mergulhar a região numa "catástrofe".

O Ministério russo dos Negócios Estrangeiros diz que estes ataques visam "destruir" a liderança iraniana por esta se recusar a submeter-se às forças norte-americanas e israelitas.

"As intenções dos agressores são claras e declaradas abertamente: destruir a ordem constitucional e o governo de um Estado que lhes é indesejável e que se recusa a submeter-se aos ditames da força e da hegemonia", adianta.
PUB
Khamenei foi levado para lugar seguro
RTP /

Líder supremo e o presidente do Irão foram alvos dos ataques dos EUA e de Israel

O líder supremo do Irão, o ayatollah Ali Khamenei, e o presidente Masoud Pezeshkian foram alvos dos ataques conjuntos entre os EUA e Israel, informou um responsável israelita ao jornal Times of Israel.

Outros altos comandantes do regime e das forças armadas foram também visados, acrescentou o responsável, sem adiantar nomes. Os resultados dos ataques ainda não são claros.

Acredita-se que Khamenei não esteja em Teerão e tenha sido levado para um local seguro.

A agência de notícias iraniana Tasnim noticiou que Pezeshkian está "de plena saúde", citando uma fonte próxima da presidência.
PUB
RTP /

Catar condena "flagrante violação" da soberania após ataques iranianos

O Catar condenou este sábado o ataque de mísseis levado a cabo pelo Irão contra o seu território.

Foram ouvidas várias explosões em Doha nas últimas horas.

Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros expressou "a sua firme condenação ao ataque com misseis balísticos iranianos contra o território catari".

O Catar considera este ataque uma "flagrante violação da sua soberania nacional" e que "reserva-se no direito de responder a este ataque".
PUB
Momento-Chave
RTP /

Um civil morreu nos EAU após ataques iranianos

O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos confirmou este sábado a morte de um civil na sequência dos ataques iranianos em Abu Dhabi.

A morte foi provocada pela queda de "detritos de mísseis numa zona residencial" de Abu Dhabi. O civil que morreu tinha nacionalidade asiática.

Teerão lançou uma série de ataques a várias bases norte-americanas em resposta aos ataques de Israel e Estados Unidos em território iraniano.
PUB
RTP /

Explosões ouvidas em Riade

Várias explosões foram ouvidas em Riade este sábado. Várias bases norte-americanas no Bahrein e no Catar também foram visadas após ataques israelitas e norte-americanos contra o Irão.

De acordo com dois jornalistas da agência France Presse, ouviu-se um forte estrondo seguido de várias explosões na capital da Arábia Saudita.

Na sequência dos ataques israelitas e norte-americanos, a Guarda Revolucionária do Irão confirmou o lançamento de ataques contra bases norte-americanas no Bahrein, Catar e Emirados Árabes Unidos, sem no entanto referir a Arábia Saudita.
PUB
RTP /

Lufthansa e Turkish Airlines suspendem voos para vários países do Médio Oriente

A Lufthansa suspendeu voos de e para Telavive, Beirute, Amã, Erbil e Teerão até 7 de março.

Suspendeu também os voos de e para o Dubai e Abu Dhabi pelo menos até domingo.

Também a Turkish Airlines cancelou voos para o Líbano, Síria, Iraque, Irão e Jordânia até 2 de março.

Os voos desta companhia aérea para o Qatar, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Omã também foram suspensos este sábado.
PUB
RTP /

Generais norte-americanos em Mar-a-Lago com Trump

De acordo com a agência Reuters, o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, e o chefe do Estado-Maior, o general Dan Caine, estão a monitorizar o ataque dos Estados Unidos contra o Irão a partir do resort do presidente em Mar-a-Lago, na Florida. Donald Trump também se encontra no local, adianta uma fonte à agência.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Irão insta cidadãos a sair das principais cidades alvo de ataques

O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão emitiu um comunicado instando os cidadãos a tentarem sair de Teerão e das principais cidades que enfrentam ataques.

Um grande êxodo de Teerão ocorreu durante a guerra de 10 dias, em junho passado, com muitos a dirigirem-se para visitar familiares no interior.

É também possível que as autoridades estejam preocupadas com o retomar dos protestos de rua, uma vez que a diáspora tem vindo a convocar manifestações para que sejam reiniciadas.

“De acordo com informações obtidas a partir destes dois regimes corruptos, as suas operações continuarão em Teerão e em algumas outras cidades. Por isso, na medida do possível, mantendo a calma, viajem para outros centros e cidades, se possível, para se protegerem das malícias destes dois regimes”, afirma o comunicado.

O governo insiste que "preparou tudo o que a sociedade precisa e não há preocupação com o abastecimento de bens essenciais. As pessoas devem evitar aglomerações em centros comerciais, pois isso pode representar riscos".

Segundo o comunicado, “as escolas e universidades permanecerão encerradas até novo aviso, os bancos continuarão a funcionar e os organismos governamentais operarão a 50% da capacidade".
PUB
Momento-Chave
RTP /

Guarda Revolucionária do Irão confirma que atacou a Quinta Frota dos EUA no Bahrein

PUB
Momento-Chave
RTP /

Portuguesa em Israel relata a situação que se vive em Telavive

Lídia Cordeiro, uma portuguesa que reside em Telavive, explicou à RTP que as sirenes de ataque aéreo soram na capital israelita e que a população se refugiu bunker.
PUB
RTP /

Europa coordena-se com países árabes para explorar caminhos diplomáticos

A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que "os últimos acontecimentos no Médio Oriente são perigosos" e que o bloco está a coordenar-se com parceiros árabes para explorar caminhos diplomáticos.

Kallas disse ainda ter conversado com o ministro israelita dos Negócios Estrangeiros, Gideon Saar, e que a rede consular europeia está empenhada em facilitar a saída de cidadãos da UE.

"O pessoal não essencial da UE está a ser retirado da região", acrescentou Kallas.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Irão ataca bases dos EUA no Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein

A agência de notícias iraniana Fars noticiou que a Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC) atacou bases norte-americanas no Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein.

O Ministério da Defesa do Catar afirmou ter intercetado todos os mísseis disparados contra o seu território, enquanto foram reportadas explosões na capital Doha, segundo a agência noticiosa Reuters.

O Bahrein confirmou que a Quinta Frota da Marinha dos EUA, em Manama, foi alvo de um ataque.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Embaixada de Portugal em Telavive cria linha de emergência consular

Face à escalada do conflito entre Israel e o Irão e ao encerramento do espaço aéreo israelita, a Embaixada de Portugal em Israel disponibilizou um contacto de emergência consular exclusivamente para questões de emergências e situações especiais diretamente relacionadas com o atual momento.

Na rede social Facebook, a representação diplomática em Telavive divulgou o número + 972 54 5451172 para que os portugueses que estão em Israel possam ligar apenas em casos de emergência.
PUB
Momento-Chave
Lusa /

Teerão anuncia primeira vaga de mísseis e drones contra Israel

A Guarda Revolucionária iraniana anunciou o início de uma primeira vaga de ataques com mísseis e drones contra Israel, em retaliação a operações aéreas das forças israelitas e norte-americanas contra o Irão.

"Começou a primeira vaga de amplos ataques com mísseis e drones da República Islâmica do Irão em direção aos territórios ocupados", disse a Guarda Revolucionária num comunicado citado pela agência de notícias espanhola EFE.

A força armada que protege o regime teocrático de Teerão disse que se trata da "resposta à agressão do inimigo hostil e criminoso contra a República Islâmica do Irão".

As sirenes antiaéreas foram acionadas em Jerusalém e noutros pontos do centro de Israel, pouco depois de os Estados Unidos e as forças israelitas terem lançado uma série de operações aéreas contra diversos alvos no Irão.

As ligações à Internet e a rede telefónica encontravam-se cortadas no Irão, segundo a EFE.

Até ao momento, as autoridades não apresentaram um balanço de danos ou de vítimas resultantes dos ataques aéreos.

PUB
Lusa /

Canadá relocaliza parte do seu pessoal diplomático deslocado em Telavive

O Canadá anunciou que irá realojar temporariamente parte do seu pessoal diplomático em Telavive, em Israel, devido às "tensões persistentes" no Médio Oriente, após ameaças de ataques norte-americanos ao Irão.

Otava "tomou a decisão de transferir temporariamente o pessoal não essencial e os dependentes de Telavive. Este processo está em curso. A embaixada do Canadá em Israel permanece aberta e os serviços consulares estão disponíveis", indica um comunicado.

Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Finlândia, China, entre outros países, retiraram pessoal diplomático deslocado na região, incluindo no Irão e em Israel, e emitiram avisos de alerta aos seus cidadãos para se retirarem ou evitarem viajar para a região, perante e iminência de um ataque por parte dos Estados Unidos, que concentrou um importante dispositivo militar no Médio Oriente e Golfo Pérsico.

Lusa/Fim

PUB
Momento-Chave
Avança imprensa do Irão
RTP /

Presidente iraniano está em "perfeitas condições de saúde"

O Presidente do Irão, Masud Pezeshkian, "encontra-se em perfeitas condições de saúde", informou a comunicação social iraniana.

"Pezeshkian encontra-se em perfeitas condições de saúde", informaram várias agências iranianas, entre as quais a Mehr e a Tasnim.

"Cabe salientar que, há algumas horas, zonas de Teerão foram alvo de um ataque aéreo americano-sionista", acrescentaram.
PUB
Momento-Chave
Garante Teerão
RTP /

"Sem linhas vermelhas" na resposta aos ataques

Um alto responsável iraniano afirmou que não haverá "linhas vermelhas" na resposta do regime aos ataques israelitas e norte-americanos contra o Irão.

"Estamos a dizer claramente a Israel para se preparar para o que está para vir", disse o responsável à Al Jazeera.

"A nossa resposta será pública e não há linhas vermelhas... Todos os ativos e interesses americanos e israelitas no Médio Oriente tornaram-se alvos legítimos".
PUB
RTP /

Voos suspensos e espaço aéreo fechado

Várias companhias aéreas suspenderam os voos de e para Israel, Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e Amã, na Jordânia, com efeitos imediatos até 7 de março.

O Kuwait suspendeu todos os voos para o Irão até novas ordens.

Israel cancelou todos os voos civis e fechou o seu espaço aéreo.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Irão fechou espaço aéreo

Foram ouvidas várias explosões em Teerão, capital iraniana, e em outras cidades. O Irão fechou o espaço aéreo.
PUB
País alberga a frota norte-americana
RTP /

Sirenes de alerta soam no Bahrein

As sirenes de emergência soam no Bahrein, país que alberga a frota norte-americana, após ataques contra o Irão.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Netanyahu afirma que ataques vão permitir aos iranianos derrubar o regime do ayatollah

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, fez um discurso à nação, afirmando que os ataques conjuntos EUA-Israel contra o Irão permitirão ao povo iraniano derrubar o regime e estabelecer um "Irão livre e pacífico".

“Durante 47 anos, o regime do ayatollah gritou ‘Morte a Israel’, ‘Morte à América’. Derramou o nosso sangue, assassinou muitos americanos e massacrou o seu próprio povo. Não podemos permitir que este regime terrorista assassino se arme com armas nucleares que lhe permitam pôr em perigo toda a humanidade”, afirmou o primeiro-ministro israelita.

Para Benjamin Netanyahu , “é tempo de todo o povo do Irão – persas, curdos, azeris, balúchis e akhvakhs – se livrar do fardo da tirania e construir um Irão livre e pacífico”.

Netanyahu afirmou que a operação permitirá ao povo iraniano "tomar as rédeas do seu próprio destino".
PUB
Momento-Chave
RTP /

EUA denominam ataques ao Irão de "Operação Fúria Épica"

O Pentágono afirmou esta sábado que os ataques dos EUA contra o Irão foram denominados "Operação Fúria Épica".
PUB
Momento-Chave
Lusa /

MNE português a acompanhar desenvolvimento da situação "ao minuto"

O Ministério dos Negócios Estrangeiros português disse hoje estar a acompanhar ao minuto os desenvolvimentos da situação no Irão, depois dos Estados Unidos terem iniciado ataques aéreos numa operação conjunta com Israel.

"O MNE acompanha ao minuto todos os desenvolvimentos da situação no Irão e em Israel, em contacto permanente com a nossa rede diplomática. A nossa prioridade é a segurança dos cidadãos portugueses", indica o ministério numa publicação na rede social X.

PUB
Lusa /

Trump anuncia "grande operação de combate"

O Presidente dos Estados Unidos anunciou hoje que o seu país iniciou "grandes operações de combate no Irão" e que o objectivo é "eliminar ameaças iminentes".

"A hora da vossa liberdade está ao alcance das mãos", disse Donald Trump através da rede social Truth Social, confirmando o envolvimento dos EUA no ataque ao Irão.


Segundo Trump, o objetivo é "eliminar ameaças iminentes" do regime iraniano.


Sobre o programa nuclear do país, o presidente dos Estados Unidos disse que o Irão continua a desenvolvê-lo e que planeia mísseis capazes de atingir os Estados Unidos.
"Nunca terão a arma nuclear", afirmou.


Dirigindo-se ao povo do Irão, Trump disse para se proteger e para não deixar passar o que considerou uma oportunidade.


"Agora é tempo de controlarem o vosso destino", apelou.
Trump acrescentou que os militares iranianos poderão ter "imunidade" se baixarem as armas e que a outra opção é a "morte certa".

Na mensagem, Trump admitiu que poderá haver vítimas norte-americanas, o que "frequentemente acontece na guerra".

PUB
Momento-Chave
RTP /

EUA declararam Irão como "Estado patrocinador de detenções indevidas"

A acusação foi feita pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

Numa publicação nas redes sociais, Rubio revela que "durante décadas, o regime iraniano deteve cruelmente cidadãos norte-americanos para usá-los como moeda de troca política".

Apelou por isso à libertação imediata de todos os cidadãos detidos injustamente.
PUB
Lusa /

Meios iranianos reportam explosões no centro e norte de Teerão

Os meios de comunicação iranianos noticiaram hoje pelo menos três explosões no centro e norte de Teerão, pouco depois de Israel ter anunciado que tinha lançado ataques contra a República Islâmica.

O Ministério da Defesa israelita informou que Israel lançou um "ataque preventivo contra o Irão" para "eliminar as ameaças" ao seu país, após o que os alarmes antimísseis soaram no território israelita.

"Espera-se um ataque com mísseis e drones contra o Estado de Israel e a sua população civil no futuro imediato", informou a Defesa iraelita num comunicado enviado às 8:15, hora local (6:15 TMG), no qual indicou que o ministro da Defesa, Israel Katz, declarou estado de emergência em todo o país.

No documento em que Katz declara o estado de emergência, partilhado pelo departamento de que é titular, estabelece-se uma duração do mesmo de 48 horas.

Coincidindo com o anúncio do ataque, todos os telemóveis em Israel emitiram um "alerta de emergência extrema", avisando a população para procurar abrigos próximos e evitar deslocações desnecessárias, o mesmo que soou quando o governo israelita atacou o Irão em junho de 2025, após o que começou a chamada guerra dos 12 dias.

Em cidades como Jerusalém, onde se ouviu durante a manhã o sobrevoo de aviões, os alarmes antiaéreos dispararam.

O ataque ocorre numa situação de alta tensão regional, após semanas de ameaças dos Estados Unidos de uma ação militar no país persa.

PUB
Momento-Chave
Lusa /

Ataque de Israel a Teerão atinge zona próxima dos escritórios do líder supremo

Teerão, 28 fev 2026 (Lusa) - Israel lançou hoje um ataque diurno contra a capital do Irão, onde nuvens de fumo subiram no norte e centro da cidade, numa zona aparentemente próxima dos escritórios do líder supremo, aiatola Ali Khamenei.

Não é claro se Khamenei, de 86 anos, estava nos escritórios no momento do ataque, sendo que não é visto em público há dias, desde que as tensões com os Estados Unidos começaram a aumentar.

Mas o ataque ocorre no momento em que os Estados Unidos reuniram uma vasta frota de caças e navios de guerra na região para tentar pressionar o Irão a chegar a um acordo sobre o seu programa nuclear.

O ministro israelita da Defesa, Israel Katz, descreveu o ataque como tendo sido feito "para eliminar ameaças", sem acrescentar detalhes.

Em Teerão, testemunhas, entre as quais jornalistas da agência France Presse, ouviram as explosões, que a televisão estatal iraniana noticiou posteriormente, sem indicar a causa.

Ao mesmo tempo, as sirenes de emergência soaram em todo o território de Israel. As forças armadas israelitas afirmaram ter emitido um "alerta proativo para preparar a população para a possibilidade de lançamento de mísseis contra o Estado de Israel".

Entretanto, novas explosões atingiram Teerão depois de Israel ter anunciado que estava a atacar o país, segundo a agência Associated Press. As autoridades iranianas não divulgaram informações sobre eventuais vítimas dos ataques.

O Irão fechou de imediato o seu espaço aéreo, depois de Israel ter lançado o ataque. O aviso aos pilotos foi emitido quando as primeiras explosões ecoaram por Teerão.

As forças armadas dos EUA recusaram-se a comentar o ataque, avança ainda a AP.

PUB
RTP /

Israel diz ter lançado um ataque contra o Irão na noite de sábado

A ofensiva surge depois de 12 dias de conflito, em junho do ano passado, e após vários avisos de Telavive e dos Estados Unidos sobre o alegado programa nuclear iraniano

Foram ouvidas explosões em Teerão, de acordo com os meios de comunicação iranianos.

As negociações com os Estados Unidos foram retomadas este mês. O Irão diz estar disposto a reduzir o programa nuclear mas não acedeu a todas as exigências feitas.
PUB
Lusa /

Omã garante que Teerão aceitou não armazenar urânio enriquecido

O Irão aceitou não armazenar urânio enriquecido, anunciou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, num acordo que descreveu como um avanço nas negociações com os Estados Unidos.

"Isto é algo completamente novo, que realmente torna o argumento do enriquecimento menos relevante, porque agora estamos a falar da ausência de armazenamento", frisou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, Badr Albusaidi, à CBS News.

O ministro, cujo país mediou as negociações entre os Estados Unidos e o Irão em Genebra na quinta-feira, afirmou que todas as questões relacionadas com um acordo poderiam ser resolvidas "de forma amigável e abrangente" dentro de três meses.

Estas negociações são vistas como uma das últimas hipóteses de evitar uma guerra, após ameaças de ataques dos EUA contra o Irão e um significativo destacamento militar americano no Médio Oriente.

"Se o objetivo final é garantir para sempre que o Irão não pode adquirir uma arma nuclear, penso que resolvemos esta questão através destas negociações, concordando com um avanço muito importante que nunca tinha sido alcançado antes", apontou.

"Acredito que se soubermos aproveitar esta oportunidade e tirar o máximo partido dela, um acordo estará ao nosso alcance", acrescentou.

Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, o Irão não poderá armazenar urânio enriquecido e haverá verificações.

Acrescentou ainda que o Irão reduzirá a sua reserva atual "ao nível mais baixo possível".

Acusando Teerão, que nega a acusação, de procurar adquirir uma arma nuclear, os Estados Unidos insistem na proibição total do enriquecimento de urânio, dado que o Irão tem defendido até ao momento o seu direito aos programas nucleares civis.

Mas "se não se pode armazenar material enriquecido, não se pode fabricar uma bomba", sublinhou Badr Albusaidi à CBS.

Também hoje, o Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou que não está "nada satisfeito" com o progresso das negociações em curso com o Irão, mas ainda não tomou uma decisão sobre um ataque militar contra a República Islâmica.

Donald Trump indicou que haverá "mais discussões hoje", mas não deu detalhes, remetendo declarações para mais tarde, num momento em que o Irão continua sob ameaça de um ataque norte-americano.

"Ainda não tomámos uma decisão final", afirmou o líder republicano, ao insistir que a República Islâmica "não pode ter armas nucleares".

Questionado sobre a possibilidade de Washington forçar uma mudança de regime em Teerão, Trump negou igualmente que tenha sido tomada qualquer decisão nesse sentido, afirmando apenas de modo evasivo que "pode acontecer, pode não acontecer".

Os Estados Unidos e o Irão realizaram na quinta-feira a terceira ronda de negociações nucleares em Genebra, que Teerão considerou ter resultado em "bons progressos", enquanto Washington se manteve praticamente em silêncio.

Ambos os lados concordaram com outra reunião na segunda-feira em Viena, sede da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

PUB
Andreia Martins - RTP /

Avanço nas negociações. Irão aceita deixar de armazenar urânio enriquecido

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, que está a mediar as negociações entre Estados Unidos e Irão, anunciou esta sexta-feira que Teerão deixou cair uma exigência que mantinha desde há várias décadas: assegurar o armazenamento de urânio enriquecido no país.

O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araqchi, com o homólogo omani, Badr Albusaidi, durante as negociações em Genebra. Foto: WANA via Reuters

O ministro Badr Albusaidi realça em entrevista à CBS que se este é um avanço “completamente novo”, uma vez que retira do país os stocks de urânio enriquecido.

Numa altura em que a Administração Trump avalia um eventual ataque contra o Irão, o governante omani sublinha que os negociadores norte-americanos e iranianos fizeram um “progresso substancial” e que poderá ser alcançado um “acordo de paz”.

O MNE de Omã adiantou à CBS que o Irão concordou em deixar de ter urânio enriquecido ao nível necessário para preparar uma bomba nuclear e em “converter em combustível” os stocks de urânio enriquecido existentes no país.

Albusaidi acrescentou que Teerão está disponível para dar aos inspetores da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) um “acesso total” às suas instalações nucleares. 

"Não haverá acumulação, não haverá armazenamento e haverá uma verificação completa", afirmou. 

No entanto, o ministro reconhece que os negociadores precisam “de um pouco mais de tempo” para acertar alguns pormenores. Na próxima semana, logo na segunda-feira, os negociadores reúnem-se em Viena. 

O ministro omani considera que as partes poderão chegar a um acordo "de forma amigável e abrangente" nos próximos três meses. 

"Se o objetivo final é garantir para sempre que o Irão não pode ter uma bomba nuclear, acredito que resolvemos esta questão através destas negociações, concordando com um avanço muito importante, nunca antes alcançado", disse o chefe da diplomacia de Omã. 

Há várias décadas que Teerão insiste no direito de acesso e produção de energia nuclear para fins civis, por exemplo para fins energéticos ou medicinais. No entanto, a Administração Trump continua a insistir numa proibição total de enriquecimento de urânio no país.  
"Não estou satisfeito"

Em declarações aos jornalistas esta sexta-feira durante uma viagem para o Texas, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o Irão deveria abdicar de enriquecer urânio. 

"Não há necessidade de enriquecer quando se tem tanto petróleo, por isso não estou satisfeito com as negociações. (…) Nada de enriquecimento. Nem a 20 por cento, nem a 30 por cento", afirmou Trump. 

O presidente dos Estados Unidos adiantou ainda que "por vezes é preciso usar a força". Washigton tem, por esta altura, o maior destacamento militar no Médio Oriente desde a invasão do Iraque, em 2003. Para além de mais de 30 mil militares estacionados nesta zona do globo, deslocou ainda uma armada gigantesca, com os porta-aviões USS Gerald Ford - o maior do mundo - ou o USS Abraham Lincoln a aproximarem-se do território iraniano. 

Neste contexto, a agência Reuters teve acesso esta sexta-feira a um relatório que indica que o Irão manteve no complexo nuclear de Isfahan o urânio enriquecido necessário para o fabrico de uma bomba nuclear. 

O documento, elaborado pela Agência Internacional de Energia Atómica, estima que grande parte do urânio enriquecido de Teerão escapou aos ataques de Israel e Estados Unidos na guerra dos 12 dias, em junho de 2025. 

Segundo este relatório, o Irão terá neste local urânio enriquecido até 20 por cento e 60 por cento com níveis elevados de concentração de U-235. Para se alcançar uma bomba nuclear, é necessário um enriquecimento a 90 por cento. 

De recordar que o acordo alcançado em 2015 permitia que o país enriquecesse urânio até 3,67 por cento, o que permitia ao país usar a energia nuclear para fins civis mas manter-se ao mesmo tempo distante dos níveis necessários para a bomba nuclear.

Os Estados Unidos, sob a primeira administração Trump, rasgaram este acordo em maio de 2018, por considerarem que este não impedia Teerão de desenvolver a bomba.


PUB
RTP /

Trump insatisfeito com rumo das negociações com o Irão

Donald Trump diz que não tomou ainda uma decisão final sobre um ataque ao Irão.

Foto: Elizabeth Frantz - Reuters

O presidente adianta que não está satisfeito com o rumo das negociações.

O encontro terminou sem acordo.

Vários países estão já a retirar pessoal diplomático e a aconselhar os cidadãos a saírem do Irão e de Israel.
PUB