Guerra no Médio Oriente. A evolução do conflito entre Israel e o Hamas ao minuto

por Graça Andrade Ramos, Inês Moreira Santos - RTP

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre o reacender do conflito israelo-palestiniano, após a vaga de ataques do Hamas e a consequente retaliação das forças do Estado hebraico.


Forças de Defesa de israel - Reuters

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Hamas dizem ter atacado Telavive com uma barragem de mísseis

As Brigadas de Al Qassem, o braço armado do Hamas, anunciaram em comunicado que bombardeou Telavive com uma barragem de mísseis em resposta aos bombardeamentos contínuos de Israel contra Gaza.
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Hamas avisa. Libertação de mais reféns só depois de cessar-fogo definitivo

O Hamas avisou Israel que só libertará mais reféns quando a ofensiva parar e depois de um cessar-fogo definitivo.

Pelo segundo dia, as forças israelitas bombardearam várias zonas da Faixa de Gaza.

As autoridades de saúde palestinianas dizem que já morreram mais de 15 mil pessoas.
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Traços de ataque do Hamas permanecem visíveis nos kibutz

Quase dois meses depois do ataque do Hamas, que está na origem desta guerra, os sinais de destruição das quintas comunitárias são evidentes.

Os enviados da RTP, Paulo Jerónimo e José Pinto Dias, estiveram no único Kibutz que fica encostado à Faixa de Gaza e presenciaram o lançamento de mais um rocket contra Israel.
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RTP em Israel. Guerra parece cada vez mais longe do fim

Um ataque do Hamas a Telavive dispersou uma vigília que juntava dezenas de milhares de pessoas em prol da libertação dos reféns retidos em Gaza.

Israel tem conseguido destruir os rockets lançados pelo grupo palestiniano e mantém a pressão militar no enclave com mais de 400 ataques este sábado.

Israel acusa o Hamas de ter rasgado os acordos que estavam a permitir a troca de reféns por palestinianos. O Hamas afirma pelo contrário já só tem na sua posse homens, militares israelitas e civis que combateram com estas forças.

As negociações ficaram num impasse e o seu recomeço parece improvável. O Hamas vangloria-se de ter vergado Israel.

A análise e testemunho dos enviados especiais da RTP, Paulo Jerónimo e José Pinto Dias.
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Netanyahu. Guerra irá prosseguir "até todos os nossos objetivos serem atingidos"

O primeiro-ministro de Israel respondeu ao ultimato do Hamas, de que não haveria nova entrega de reféns israelitas até a guerra terminar. 

Bejamin Netanyahu afirmou que o avanço militar em Gaza iria continuar "até todos os nossos objetivos serem atingidos", nomeadamente impossibilitar o Hamas de voltar a atacar Israel e a destruição de um sistema de túneis construído sob os bairros do enclave, onde os combatentes do grupo manterão arsenais e refúgio, de acordo com vídeos recém-publicados pelas forças militares de Israel. O outro obejetivo seria o regresso de todos os reféns.

Depois de dominar o norte do enclave através de semanas de bombardeamentos e de iniciar a ocupação terrestre, empurrando milhares de pessoas para o sul, Israel retomou esta sexta-feira os ataques, depois de uma trégua de sete dias que permitiu a entrega de reféns do Hamas, raptados numa operação terrorista a 7 de outubro, por prisioneiros palestinianos detidos em Israel. 

As Forças de Defesa de Israel visam agora o sul da Faixa de Gaza e avisaram as populações ali refugiadas de que devem abandonar varias localidades, mas os combates entre a infantaria israelita e os combatentes do Hamas mantêm-se localizados a norte.
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Dezenas de milhares ocupam a chamada "praça dos reféns" em Telavive

A vigília semanal em Televive pelo regresso dos reféns retidos pelos Hamas na Faixa de Gaza juntou dezenas milhares de pessoas, muitas delas familiares dos raptados, sentados num palco central.

Exigem o regresso imediato de todos os reféns.

Reféns libertados nos últimos sete dias de tréguas participaram igualmente na vigília, presencialmente e através de vídeos gravados, agradecendo aos intervenientes a pressão pelo seu regresso a casa.

"Vim aqui para vos agradecer porque sem vocês eu não estaria aqui. Agora temos de trazer de volta o meu filho, Sasha, e toda a gente. Agora", disse Yelena Trupanov, de 50,
a partir do palco, depois de ter sido libertada há dois dias.

Muitos participantes vestiram t-shirts cor-de-laranja, em homenagem a dois bebés rapazes ruivos mantidos reféns e cuja mãe, de acordo com fontes do Hamas, morreu. Israel não confirmou a informação.

Um porta-voz das forças armadas israelitas acusou o Hamas de se ter recusado libertar um grupo de 15 mulheres e duas crianças mantidas reféns.

O vice-líder do Hamas garantiu que não haverá novas entregas de reféns até Israel pôr fim às suas operações e libertar todos os prisioneiros palestinianos.
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Hamas conta mais de 15.200 mortos desde 7 de outubro em Gaza

O grupo islamita palestiniano anunciou que os bombardeamentos de israel fizeram 15.207 mortos, mais de 200 dos quais desde sexta-feira e o fim das tréguas.

De acordo com o comunicado do Hamas, as vítimas dos ataques incluem 40.000 feridos, entre as quais 280 pessoal médico, 26 equipas de emergência e 76 jornalistas e pessoal de media.

Cerca de 70 por cento das vítimas no enclave são mulheres e crianças, refere ainda o grupo.
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Ajuda humanitária volta a entrar na Faixa de Gaza através do Egito

Camiões com ajuda humanitária e combustível entraram hoje na Faixa de Gaza pela fronteira de Rafah, entre o Egito e o enclave palestiniano, após terem ficado paralisados devido ao reinício dos combates entre Israel e o grupo islamita Hamas. 

"Cinquenta camiões com alimentos, medicamentos, água e material médico", bem como dois camiões-tanque com combustível, atravessaram a passagem depois de terem esperado no lado do Egito durante toda a sexta-feira e a manhã de hoje, disseram à agência EFE elementos do Crescente Vermelho e confirmou uma estação de TV egípcia na fronteira, a única saída da Faixa de Gaza não controlada por Israel.

As mesmas fontes também indicaram a travessia para o lado egípcio de Rafah de dezenas de palestinianos com passaportes estrangeiros e vários doentes e feridos, que foram transferidos para hospitais no Egito para tratamento. 

O acesso de ajuda humanitária à Faixa Gaza estava paralisado desde que a trégua de sete dias, alcançada por Israel e o movimento islamita Hamas com a mediação do Egito, Qatar e Estados Unidos, para troca de reféns por prisioneiros e entrada de bens no território palestiniano, expirou às 07:00 locais (05:00 em Lisboa) de sexta-feira. 

A rede de televisão egípcia ExtraNews confirmou que pelo menos cinquenta camiões com produtos humanitários e "três camiões-cisterna com combustível" entraram na Faixa de Gaza e "alguns já regressaram depois de deixarem as suas cargas em armazéns da UNRWA" (Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina). 

A estação egípcia lembrou que durante a pausa dos confrontos "cerca de 200 camiões com ajuda e até sete de combustível entraram em Gaza todos os dias".

A televisão, que exibiu imagens de um dos camiões-tanque na travessia, também observou que dezenas de palestinianos com dupla nacionalidade chegaram hoje ao lado egípcio, juntamente com 12 feridos, a maioria deles graves, que foram transferidos para hospitais em Al-Arish (norte da Península do Sinai), Ismailiya e Cairo.

Lusa
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Hamas. Não haverá novas trocas de reféns até guerra em Gaza terminar

O vice-líder da grupo islamita palestiniano Hamas, Saleh Al-Arouri, afirmou à televisão al Jazeera que não heverá mais entregas de reféns a Israel até ao fim da guerra na Faixa de Gaza.

O Hamas exige ainda a libertação de todos os prisioneiros palestinianos detidos por Israel.
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Kamala Harris. Israel "tem de fazer mais para proteger civis"

A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, considerou que "Israel tem um objetivo militar legítimo contra o Hamas, mas deve fazer mais para proteger os civis",

Na sua intervenção na reunião sobre o clima que decorre no Dubai, a COP28, Harris acrescentou que a "lei humanitária internacional tem de ser respeitada na guerra de Gaza; demasiados palestinianos inocentes foram mortos".

A vice-presidente frisou que os Estados Unidos da América querem "ver uma Faixa de Gaza e Cisjordânia unidas sob a Autoridade Palestiniana", a qual, sublinhou "tem de ser fortalecida para assumir funções de segurança em Gaza".
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por RTP

Bombardeamento vitima cientista palestiniano em Gaza

O Ministério da Educação Superior da Palestina informou que Sufyan Tayeh, um cientista palestiniano proeminente, morreu com a família, vítimas de um bombardeamento israelita contra al-Faluja, 30 quilómetros a nordeste da Faixa de Gaza.

Tayeh, que chegou a ser reitor da Universidade islamita de Gaza, era investigador de Física e de Matemáticas Aplicadas.
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por RTP

Soldados israelitas mortos e feridos no norte de Gaza

O braço armado do Hamas afirma que atacou um grupo de soldados israelitas de infantaria estacionados no norte de Gaza na área de al Tawam, "causando mortos e feridos", indica a Reuters.

Um porta-voz das forças de defesa de Israel, IDF na sigla em inglês, confirmou apenas que as tropas israelitas no norte de Gaza prosseguem os combates com combatentes do Hamas.
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por Lusa

Comité para a Proteção de Jornalistas calcula 61 profissionais mortos

O Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) calcula que pelo menos 61 jornalistas morreram na guerra entre Israel e o Hamas, uma das mais sangrentas para o jornalismo desde que a organização começou a recolher informações em 1992.

Em 01 de dezembro, o CPJ estimava o número de mortos em 54 palestinianos, quatro israelitas e três libaneses, de acordo com o balanço publicado no seu `site`, que divulga os nomes, datas e circunstâncias em que os profissionais foram mortos.

O CPJ destaca que 07 de outubro foi o dia mais mortal para os profissionais de comunicação social, com seis mortes, seguido de 18 de novembro, em que morreram cinco jornalistas.

A organização aponta também pelo menos onze jornalistas feridos, três desaparecidos e 19 detidos, bem como "múltiplos ataques, ameaças, ataques cibernéticos, censura e assassínios de familiares".

A comissão refere que continua a investigar informações não confirmadas sobre outros jornalistas que foram assassinados, desaparecidos, abandonados, feridos ou ameaçados.

"O CPJ salienta que os jornalistas são civis que realizam trabalhos importantes em tempos de crise e não devem ser alvo das partes em conflito", disse o coordenador do Programa do CPJ para o Médio Oriente, Sherif Mansur, citado no `site`.

"Os jornalistas de toda a região estão a fazer grandes sacrifícios para cobrir este conflito angustiante. Aqueles em Gaza, em particular, pagaram, e continuam a pagar, um preço sem precedentes e enfrentam ameaças exponenciais", observou Mansur.

O CPJ recorda que o Exército israelita reconheceu às agências Reuters e France-Presse que não pode garantir a segurança dos seus jornalistas que operam na Faixa de Gaza.

Os jornalistas na Faixa de Gaza, sublinha o comité, "enfrentam riscos particularmente elevados ao tentarem cobrir o conflito durante o ataque terrestre israelita, incluindo ataques aéreos israelitas devastadores, comunicações interrompidas, escassez de abastecimento e grandes cortes de energia".

?A guerra começou em 07 de outubro, após um ataque do braço armado do movimento islamita palestiniano Hamas, incluindo o lançamento de milhares de `rockets` para Israel e a infiltração de cerca de 3.000 combatentes que massacraram mais de 1.200 pessoas, na maioria civis, e sequestraram outras 240 em aldeias israelitas próximas da Faixa de Gaza.

Em retliação, as Forças de Defesa de Israel dirigiram uma implacável ofensiva por ar, terra e mar àquele enclave palestiniano, fazendo mais de 15.000 mortos, deixando cerca de 6.000 pessoas sepultadas sob os escombros e 1,7 milhões de deslocados, que enfrentam uma grave crise humanitária, perante o colapso de hospitais e a ausência de abrigo, água potável, alimentos, medicamentos e eletricidade.

As partes cessaram as hostilidades durante uma semana no âmbito de uma trégua mediada por Qatar, Egito e Estados Unidos, mas os confrontos regressaram na sexta-feira após falta de entendimento para prorrogar o acordo.

Durante a pausa nos combates, 105 reféns do Hamas foram libertados na Faixa de Gaza, incluindo 81 israelitas e 24 estrangeiros, enquanto Israel entregou 240 prisioneiros palestinianos, todos mulheres e menores, e foi permitida a entrada de ajuda humanitária no território.

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Negociadores israelitas deixam Catar perante "impasse" sobre nova trégua

Os negociadores israelitas em conversações no Catar sobre uma nova trégua com o Hamas na Faixa de Gaza regressaram a Israel, face a "um impasse" nas negociações, anunciou o gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.

"Devido a um impasse nas negociações, e seguindo instruções do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o chefe da Mossad, David Barnea, ordenou que a equipa de negociação em Doha regressasse a casa", refere um comunicado do gabinete do chefe do governo, emitido em nome da agência de inteligência.

"A organização terrorista Hamas não cumpriu a sua parte do acordo, que incluía a libertação de todas as crianças e mulheres, com base numa lista entregue e aprovada pelo Hamas", pode ler-se ainda na mesma nota.
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Costa lamenta impacto da guerra para palestinianos e israelitas

Em declarações à RTP a partir do Dubai, onde decorre a COP28, o primeiro-ministro não esqueceu a guerra no Médio Oriente e lamentou o "impacto" do conflito na vida dos israelitas e palestinianos.

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Mossad no Catar vai debater reinício de cessar-fogo em Gaza

Uma equipa do serviço de inteligência Mossad de Israel esteve em Doha, este sábado, para discussões com mediadores do Catar sobre o reinício da trégua em Gaza, disse à Reuters uma fonte informada sobre a visita.
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Israel fala em 200 mortos após o retomar da ofensiva em Gaza

O exército israelita prosseguiu este sábado a ofensiva militar na Faixa de Gaza contra o grupo islamita radical Hamas, registando mais de 200 mortos e 600 feridos no enclave palestiniano em 24 horas.

"Durante o último dia, as Forças de Defesa de Israel atacaram mais de 400 alvos terroristas em toda a Faixa de Gaza", com artilharia e bombardeamentos, afirmou um porta-voz do exército israelita.

Um dos alvos era "uma célula terrorista que fazia emboscadas às tropas israelitas", assim como "uma mesquita utilizada pela Jihad Islâmica como centro de comando operacional" e ainda um complexo de armazenamento de armas, acrescentou.
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UNICEF alerta para bombardeamentos de Israel perto de um hospital em Gaza

O porta-voz da UNICEF alerta para os bombardeamentos de Israel numa área próxima do Hospital Nasser em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza. James Elder lembra que estão centenas de mulheres e crianças a dormir nas salas de espera e nos corredores.

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Manifestante com bandeira palestiniana imolou-se em Atlanta

Um homem com bandeira palestiniana imolou-se junto ao consulado israelita em Atlanta, nos Estados Unidos, na sexta-feira. O manifestante está em estado crítico, segundo as autoridades.

Um segurança que tentou intervir também ficou ferido. O indivíduo chegou por volta do meio-dia ao prédio de escritórios, que abriga o consulado e várias empresas, e usou gasolina.

De acordo com o chefe da polícia da cidade, tratou-se de "um ato extremo de protesto político".
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Israel volta a bombardear Faixa de Gaza

Israel lançou, na manhã deste sábado, novos bombardeamentos contra a Faixa de Gaza. É o segundo dia de ataques depois do fim de uma trégua de uma semana com o Hamas, apesar da pressão internacional para a prolongar o cessar-fogo. . 

O Hamas também voltou a disparar foguetes contra Israel e há confrontos entre o exército israelita e os combatentes do Hezbollah ao longo da fronteira entre Israel e o Líbano. 

O recomeço das hostilidades aumenta o receio quanto ao destino de cerca de 140 reféns mantidos em cativeiro pelo Hamas e outras milícias, depois de terem libertado mais de 100 pessoas durante a trégua. 

Israel garante que atingiu mais de 400 "alvos terroristas" em Gaza.
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Hamas diz que morreram 240 pessoas em Gaza desde fim de trégua
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Ponto de situação

  • A trégua entre Israel e o movimento islamita palestiniano Hamas expirou na manhã de sexta-feira, tendo os combates recomeçado na Faixa de Gaza de imediato. na altura, o exército israelita acusou o Hamas de ter quebrado o cessar-fogo e anunciou a retoma da ofensiva, minutos depois de ter terminado a trégua temporária estabelecida a 24 de novembro;
  • Este sábado, o Hamas indicou que 240 pessoas morreram na Faixa de Gaza desde o fim da trégua e que outras 650 pessoas ficaram feridas na sequência de "centenas de ataques aéreos, de artilharia e bombardeamentos navais";
  • Na sexta-feira à noite, a milícia Jihad Islâmica Palestiniana (JIP) reivindicou várias séries de ‘rockets’ lançadas sobre o centro e o sul do território israelita, onde as sirenes antiaéreas continuavam a soar à noite, intercaladas com fortes estrondos;
  • O Egito garante que mantém "contactos urgentes" com Israel e com o grupo islamita Hamas, em coordenação com o Qatar, para restabelecer a trégua humanitária.
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