Faixa de Gaza sob bombardeamento intenso, Hamas retalia com rockets
Foto: Ibraheem Abu Mustafa - Reuters
Aviso para a violência de algumas das imagens que se seguem
360 mortos em Gaza no domingo, de acordo com o Hamas
Foto: Mohammed Saber - EPA
Familiares de reféns pressionam governo israelita
Navios atacados não têm nada a ver com Estado de Israel, diz porta-voz israelita
Procurador do TPI diz que Israel e Hamas têm de respeitar lei internacional
Vigília inter-confessional em Londres junta centenas de pessoas
Combates ferozes no sul de Gaza
Grupo imenita Houthi reivindica ataques a navios
RTP. Familiares de luso-israelitas deslocam-se a Lisboa esta semana
Ponto situação militar. Tropas de Israel atravessaram Rio de Gaza
Netanyahu. Israel prossegue diálogo com o inimigo para a libertação de reféns
Catar exige investigação "imparcial e imediata" a alegados crimes de guerra de Israel em Gaza
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Israel alarga ofensiva a caminho do sul da Faixa de Gaza
Dois navios atacados no Mar Vermelho
Hamas. 316 mortos em Gaza desde sexta-feira
Muçulmanos dos EUA lançam campanha contra gestão da crise por Biden
Segundo o portal Axios, esta campanha junta movimentos e líderes muçulmanos de todo o país, procurando sensibilizar a administração de Joe Biden a insistir num cessar-fogo entre Israel e o movimento extremista islâmico Hamas, de modo a preservar as vidas de "palestinianos e israelitas inocentes".
As ações vão começar por uma campanha nas redes sociais focada nos estados em disputa entre democratas e republicanos, de modo a influenciar as eleições presidenciais, e foram convocadas "dada a falta de vontade do presidente Biden para exigir um cessar-fogo e proteger os inocentes da Palestina e de Israel".
"Os líderes da campanha nos estados em disputa trabalharão em conjunto para garantir a derrota de Biden nas eleições de 2024", disse um dos dirigentes, Jaylani Hussein.
A administração Biden vetou resoluções de cessar-fogo nas Nações Unidas com o argumento de que tal medida é contraproducente para os esforços diplomáticos para garantir a libertação dos reféns do Hamas.
Sob o lema "Abandonar Biden", os ativistas tencionam concentrar as suas futuras manifestações nas zonas mais sensíveis das eleições presidenciais.
Fontes da Casa Branca disseram ao portal que já foram realizadas, nos últimos dias, reuniões com "líderes árabes-americanos" para conhecer os seus pontos de vista sobre o conflito, sem dar mais pormenores.
A população de muçulmanos americanos é de 3,45 milhões, segundo o Pew Research Center, e 59 por cento deles votaram em Biden em 2020.
Neste momento, de acordo com uma sondagem publicada no final de outubro pelo Arab American Institute, o apoio a Biden é de apenas 17% entre aqueles eleitores.
Subsecretário-geral da ONU preocupado com situação humanitária em Gaza
Famílias de reféns continuam a pressionar governo de Telavive
Israel atacou vários campos de refugiados e habitações em Gaza
Israel diz que descobriu 800 poços de acesso aos túneis do Hamas em Gaza
Proeminente cientista palestiniano morto em ataque aéreo israelita
Papa apela a novo cessar-fogo
O chefe da Igreja Católica disse ainda estar a pensar nas pessoas mantidas reféns em Gaza e na falta de bens de primeira necessidade no território palestiniano.
Pelo menos 160 palestinianos mortos em ataques israelitas no sábado
Israel afirma ter atingido alvos na Síria e no Líbano
"O lançamento não foi intercetado conforme protocolo. A artilharia das FDI atingiu a fonte do lançamento", acrescenta.
"Além disso, no início desta noite, terroristas lançaram um míssil antitanque que caiu numa área aberta na área de Yiftah, no norte de Israel. Nenhum ferimento foi relatado. A artilharia das FDI atingiu vários locais no Líbano"
Reino Unido realizará voos sobre Gaza para localizar reféns
“Desde os ataques terroristas a Israel em 7 de outubro de 2023, o governo britânico tem trabalhado com parceiros em toda a região para garantir a libertação de reféns, incluindo cidadãos britânicos, que foram raptados”, escreveu o ministério num comunicado divulgado no sábado à noite. .
“A segurança dos cidadãos britânicos é a nossa principal prioridade”, acrescenta.
“Para apoiar as operações de resgate de reféns, o Ministério da Defesa do Reino Unido realizará voos de vigilância sobre o Mediterrâneo Oriental, incluindo o espaço aéreo sobre Israel e Gaza”, refere o comunicado.
Estes aviões “não estarão armados” e “não terão função de combate”, especifica. A sua única missão será localizar os reféns.
“Apenas as informações relativas à libertação de reféns serão transmitidas às autoridades competentes responsáveis pela libertação de reféns”.
Exército israelita admite ter como alvo local de "lançamento" na Síria
Netanyahu afirma que guerra vai continuar até atingir todos os objetivos
Em declarações à Al Jazeera um dos líderes do Hamas, avisou Telavive que o grupo não vai libertar mais reféns até um cessar-fogo definitivo e exige a libertação de todos os prisioneiros palestinianos.
O primeiro-ministro israelita diz que não vai permitir que a Autoridade Palestiniana controle a Faixa de Gaza quando as tropas de Israel eliminarem o Hamas. Benjamin Netanyahu afirma que vai continuar a guerra até atingir todos os objetivos.
Ponto de Situação
- Depois de, na sexta-feira, a trégua entre Israel e o Hamas ser quebrada retomaram os ataques de ambos os lados, que vitimaram mais de 200 pessoas na Faixa de Gaza;
- Pelo menos vinte palestinianos morreram nas últimas horas em dois campos de refugiados na Faixa de Gaza. Sete civis foram mortos esta madrugada durante um ataque das forças israelitas ao campo de refugiados de Bureij, no centro da Faixa de Gaza;
- O ataque contra casas de civis também deixou vários feridos, incluindo crianças, embora o número exato não seja conhecido;
- Pouco antes da meia-noite, um outro ataque matou, no campo de Nuseirat, também no centro da Faixa de Gaza, pelo menos 13 pessoas;
- O secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, exortou Israel a proteger os civis palestinianos, condição que considera indispensável para uma vitória no terreno contra o movimento islamita palestiniano Hamas;
- No sábado, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, assegurou que não permitirá que a Autoridade Palestiniana, que governa partes reduzidas da Cisjordânia ocupada, controle a Faixa de Gaza quando as tropas de Israel eliminarem o grupo islamita Hamas.