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Irão promete vingança contra os Estados Unidos em resposta à morte de Qasem Soleimani
O líder supremo do Irão prometeu vingar a morte do general iraniano Qasem Soleimani, morto esta manhã num ataque aéreo dos Estados Unidos em Bagdad, e declarou três dias de luto nacional.
"O martírio é a recompensa pelo trabalho incansável durante todos estes anos. Se Deus quiser, o seu trabalho e o seu caminho não vão acabar aqui. Uma vingança implacável aguarda os criminosos que encheram as mãos com o seu sangue e o sangue de outros mártires", afirmou Ali Khamenei, indicou a agência de notícias France-Presse (AFP).
O líder supremo declarou três dias de luto pela morte do comandante da força de elite iraniana Al-Quds, que descreveu como "símbolo internacional de resistência", de acordo com uma declaração lida na televisão estatal.
O chefe da diplomacia iraniana já tinha avisado que o ataque ordenado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, constitui uma "escalada extremamente perigosa".
"O ato de terrorismo internacional dos Estados Unidos (...) é extremamente perigoso e uma escalada imprudente" das tensões, afirmou Mohammad Javad Zarif, numa mensagem publicada na rede social Twitter.
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano disse através da rede social Twitter que o assassinato de Soleimani é extremamente perigoso e uma ação imprudente. Mohammad Javad Zarif acrecentou ainda que os Estados Unidos vão ser responsáveis plas consequências.
O líder supremo declarou três dias de luto pela morte do comandante da força de elite iraniana Al-Quds, que descreveu como "símbolo internacional de resistência", de acordo com uma declaração lida na televisão estatal.
O chefe da diplomacia iraniana já tinha avisado que o ataque ordenado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, constitui uma "escalada extremamente perigosa".
"O ato de terrorismo internacional dos Estados Unidos (...) é extremamente perigoso e uma escalada imprudente" das tensões, afirmou Mohammad Javad Zarif, numa mensagem publicada na rede social Twitter.
O antigo líder da Guarda Revolucionária iraniana Mohsen Rezai também reagiu à morte do comandante, numa mensagem em que deixou um aviso claro a Washington: "Soleimani juntou-se aos nossos irmãos mártires, mas a nossa vingança contra a América será terrível".The US' act of international terrorism, targeting & assassinating General Soleimani—THE most effective force fighting Daesh (ISIS), Al Nusrah, Al Qaeda et al—is extremely dangerous & a foolish escalation.
— Javad Zarif (@JZarif) January 3, 2020
The US bears responsibility for all consequences of its rogue adventurism.
A Guarda Revolucionária confirmou a morte do general Qasem Soleimani, na sequência de um ataque aéreo, esta manhã, contra o aeroporto de Bagdad, que também visou o 'número dois' da coligação de grupos paramilitares pró-iranianos no Iraque, Abu Mehdi al-Muhandis, conhecida como Mobilização Popular [Hachd al-Chaabi].Pentágono confirmou a morte do general Qasem Soleimani
Em declarações citadas pla agência Reuters o Pentágono disse que o objetivo da ofensiva foi travar futuros planos de ataque por parte do Irão e proteger o povo americano no Médio Oriente.
Os responsáveis do Pentágono afirmam ainda que Soleimani estaria alegadamente a planear atacar os americanos que estão no Iraque.
O presidente Donald Trump publicou na rede social Twitter uma bandeira americana.
O comandante da unidade de elite iraniana força Al Qoods e o segundo comandante iraquiano das unidades de mobilização popular morreram esta quinta feira em Bagdad, vítimas de um ataque com "rockets" no aeroporto da capital iraquiana.
As milícias iraquianas confirmaram que o general Qasem Soleimani e Abu Mahdi al Muhandis viajavam em dois veículos escoltados por forças paramilitares quando ocorreu o ataque.
Para além dos dois militares de topo, morreram mais seis pessoas, a maioria membros das unidades de mobilização popular.
Este ataque surge poucos dias depois do ataque à embaixada dos Estados Unidos em Bagdad, ataque pelo qual os Estados Unidos responsabilizaram o Irão.Irão preparado para reagir
As agências internacionais de notícias avançam que o Irão vai reunir de emergência o conselho de segurança nacional para discutir o que apelidaram de "ataque criminoso". Em declarações citadas pla agência Reuters o Pentágono disse que o objetivo da ofensiva foi travar futuros planos de ataque por parte do Irão e proteger o povo americano no Médio Oriente.
Os responsáveis do Pentágono afirmam ainda que Soleimani estaria alegadamente a planear atacar os americanos que estão no Iraque.
O presidente Donald Trump publicou na rede social Twitter uma bandeira americana.
— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) January 3, 2020Pormenores do ataque
O comandante da unidade de elite iraniana força Al Qoods e o segundo comandante iraquiano das unidades de mobilização popular morreram esta quinta feira em Bagdad, vítimas de um ataque com "rockets" no aeroporto da capital iraquiana.
As milícias iraquianas confirmaram que o general Qasem Soleimani e Abu Mahdi al Muhandis viajavam em dois veículos escoltados por forças paramilitares quando ocorreu o ataque.
Para além dos dois militares de topo, morreram mais seis pessoas, a maioria membros das unidades de mobilização popular.
Este ataque surge poucos dias depois do ataque à embaixada dos Estados Unidos em Bagdad, ataque pelo qual os Estados Unidos responsabilizaram o Irão.Irão preparado para reagir
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano disse através da rede social Twitter que o assassinato de Soleimani é extremamente perigoso e uma ação imprudente. Mohammad Javad Zarif acrecentou ainda que os Estados Unidos vão ser responsáveis plas consequências.
C/Lusa