Soldados ocupam as ruas das principais cidades de Myanmar

por Antena 1

Foto: Reuters

Londres, Tóquio e Bruxelas já vieram condenar o golpe de estado em Myanmar. Diversos governos, por todo o mundo, consideram inaceitável a tomada de poder, pelos militares. Foi detida a líder daquele país do sudeste asiático, Aung San Suu Kyi, assim como outros responsáveis políticos da antiga Birmânia.

Os militares justificam esta intervenção com as acusações de fraude, nas eleições de novembro do ano passado.

Também António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, já apelou à libertação de San Suu Kyi, considerado que esta intervenção é um ataque à democracia.

O exército de Myanmar apela a uma transferência de poder e promete novas eleições para breve.
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