Mundo
Washington impõe novas sanções ao Irão
Washington anunciou o reforço de sanções petrolíferas contra o regime iraniano e acusa o país do Médio Oriente de insistir em táticas de repressão interna e desestabilização internacional.
A decisão, anunciada pelo Departamento de Estado americano, implica “15 entidades, duas pessoas e 14 navios da frota fantasma ligada ao comércio ilegal de petróleo, incluindo embarcações com bandeira da Turquia, Índia e Emirados Árabes”, lê-se num comunicado citado pela Agência France-Presse.
Na prática, são congelados todos os bens detidos nos Estados Unidos pelos indivíduos e entidades visados, que ficam igualmente proibidos de manterem relações comerciais com entidades americanas.
A notícia surgiu poucas horas após o início de conversações indiretas sobre o programa nuclear do país islâmico, mantidas entre responsáveis dos Estados Unidos e do Irão em Omã, ronda que decorreu "num ambiente muito positivo”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, garantindo que as negociações vão continuar.
Em contraste, o comunicado de Washington, assinado pelo porta-voz do Departamento de Estado Tommy Piggot, acusa Teerão de, “ao contrário de promover o bem-estar do seu povo e de recuperar as suas débeis infraestruturas, continuar a financiar atividades desestabilizadoras em todo o mundo e a intensificar a repressão interna”.
As novas sanções materializam o “empenho do presidente Donald Trump em reduzir as exportações ilícitas de petróleo e de produtos petroquímicos e manter a pressão máxima sobre o regime iraniano”, reforça o Departamento de Estado, órgão equivalente a um Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Trump tem ameaçado repetidamente usar a força em resposta à repressão das autoridades iranianas das manifestações antigovernamentais que abalaram em janeiro a República Islâmica.
Nos últimos dias, o líder americano exigiu um acordo sobre a política nuclear iraniana, avisando Teerão de que o tempo estava a esgotar-se. Essas ameaças foram acompanhadas pelo envio de uma força naval americana para a região, incluindo o porta-aviões “Abraham Lincoln”.
As autoridades iranianas têm indicado que não pretendem abdicar do programa de defesa, ao mesmo tempo que insistem que os planos nucleares têm fins pacíficos.
As conversações hoje iniciadas em Omã foram o primeiro contacto entre representantes de Washington e de Teerão desde os ataques a instalações nucleares iranianas realizados em junho pelos Estados Unidos, durante a guerra de 12 dias entre Israel e o Irão.
A notícia surgiu poucas horas após o início de conversações indiretas sobre o programa nuclear do país islâmico, mantidas entre responsáveis dos Estados Unidos e do Irão em Omã, ronda que decorreu "num ambiente muito positivo”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, garantindo que as negociações vão continuar.
Em contraste, o comunicado de Washington, assinado pelo porta-voz do Departamento de Estado Tommy Piggot, acusa Teerão de, “ao contrário de promover o bem-estar do seu povo e de recuperar as suas débeis infraestruturas, continuar a financiar atividades desestabilizadoras em todo o mundo e a intensificar a repressão interna”.
As novas sanções materializam o “empenho do presidente Donald Trump em reduzir as exportações ilícitas de petróleo e de produtos petroquímicos e manter a pressão máxima sobre o regime iraniano”, reforça o Departamento de Estado, órgão equivalente a um Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Trump tem ameaçado repetidamente usar a força em resposta à repressão das autoridades iranianas das manifestações antigovernamentais que abalaram em janeiro a República Islâmica.
Nos últimos dias, o líder americano exigiu um acordo sobre a política nuclear iraniana, avisando Teerão de que o tempo estava a esgotar-se. Essas ameaças foram acompanhadas pelo envio de uma força naval americana para a região, incluindo o porta-aviões “Abraham Lincoln”.
As autoridades iranianas têm indicado que não pretendem abdicar do programa de defesa, ao mesmo tempo que insistem que os planos nucleares têm fins pacíficos.
As conversações hoje iniciadas em Omã foram o primeiro contacto entre representantes de Washington e de Teerão desde os ataques a instalações nucleares iranianas realizados em junho pelos Estados Unidos, durante a guerra de 12 dias entre Israel e o Irão.