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A resposta aos danos da depressão Kristin e a evolução do estado do tempo

A resposta aos danos da depressão Kristin e a evolução do estado do tempo

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A resposta aos danos da depressão Kristin e a evolução do estado do tempo

O Governo decidiu prolongar a situação de calamidade até 8 de fevereiro "para enfrentar as situações de adversidade climatérica" dos próximos dias. O Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil foi ativado esta segunda-feira no território nacional também devido às previsões. Atualizamos aqui, ao minuto, todas as informações sobre o mau tempo em Portugal.

Cristina Sambado, Andreia Martins - RTP /

Acompanhe a emissão da RTP Notícias


Foto: João Agante - RTP

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Lusa /

Sete distritos sob aviso laranja devido à agitação marítima, vento e queda de neve

Toda a costa portuguesa e sete distritos do continente estão hoje e terça-feira sob aviso laranja devido à agitação marítima e à queda de neve, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O IPMA colocou os distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro, Coimbra, Braga, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro sob aviso laranja entre as 12:00 de hoje e as 00:00 de terça-feira devido à agitação marítima, prevendo-se ondas de noroeste com 05 a 06 metros, podendo atingir 11 metros de altura máxima, passando depois a amarelo.

Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Castelo Branco, Guarda, Viseu e Vila Real também vão estar sob aviso laranja entre as 09:00 de hoje e as 18:00 de terça-feira por causa da queda de neve acima de 800/1000 m, com acumulação que poderá ser superior a 15 centímetros acima de 1000/1200 metros.

Os distritos de Leiria, Lisboa e Setúbal estão sob aviso amarelo até às 15:00 de hoje devido à previsão de vento forte com rajadas até 75 quilómetros por hora, sendo até 95 nas serras.

O IPMA emitiu também aviso laranja para a costa norte da ilha da Madeira e o Porto entre as 15:00 de hoje e as 03:00 de terça-feira devido à agitação marítima, prevendo-se ondas de noroeste com 05 a 06 metros, podendo atingir 10 metros de altura máxima, passando depois a amarelo até às 00:00 de quarta-feira.

Também a costa sul da ilha da Madeira está sob aviso amarelo por causa do estado do mar entre as 15:00 de hoje e as 03:00 de terça-feira, prevendo-se ondas de oeste com 04 a 05 metros.

O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe "situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

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RTP /

Derrocada em Campolide, em Lisboa, obriga ao corte da Calçada da Estação

Uma derrocada em Campolide, na última madrugada, obrigou ao corte total da calçada da estação, junto ao Aqueduto das Águas Livres.

O serviço municipal de Proteção Civil indica que foi criado um perímetro de segurança face ao risco acrescido e não há previsão de reabertura das estradas afetadas.

A queda de blocos de escarpa levou ao corte total da Calçada da Estação, entre o entroncamento da Rua 12 e a Calçada da Quintinha, até ao encontramento com a Avenida Calouste Gulbenkian. 

No local, permanecem elementos do regimento sapadores de bombeiros e uma geóloga da Câmara Municipal de Lisboa. 

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Lusa /

Proteção civil registou 263 ocorrências entre as 00h00 e as 08h00

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou 263 ocorrências, entre as 00h00 e as 08h00 relacionadas com o mau tempo, a maioria na região de Lisboa e Vale do Tejo, disse à Lusa Telmo Ferreira.

"Entre as 00h00 e as 08h00 foram registadas 263 ocorrências, das 135 quedas de árvores, 58 inundações, 41 quedas de estruturas, 18 movimentos de massa e 10 limpezas de via.

A situação mais gravosa ocorreu na Figueira da Foz com a queda de uma grua sobre cinco prédios, que não causou vítimas, mas sim desalojados", disse.

 

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Seis desalojados
RTP /

Vento forte provoca queda de grua na Figueira da Foz

Cinco prédios ficaram danificados na sequência da queda de uma grua no centro da Figueira da Foz, por volta das 03h00.
Seis pessoas foram realojadas e não há o registo de feridos.
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RTP /

Proteção Civil registava pelo menos 119 ocorrências esta madrugada

Portugal continental registava, até às 05:00, 119 ocorrências, a maioria das quais relacionadas com o mau tempo, sobretudo na região Centro e Lisboa e Vale do Tejo, de acordo com o portal da Proteção Civil.

Segundo a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) na Internet, a maioria das ocorrências relacionava-se com queda de árvores e queda de estruturas, causadas pela ação do vento.

A maioria das restantes ocorrências esteve relacionada com inundações, limpeza de vias ou deslizamento de terras, referiu a ANEPC.

As zonas mais afetadas são as regiões do Centro (59 ocorrências) e de Lisboa e Vale do Tejo (39).
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Em dois dias
RTP /

Barragens libertaram 500 milhões de metros cúbicos de água

As descargas que as barragens fizeram em apenas dois dias, equivalem ao total da água consumida na área metropolitana de Lisboa, em três anos.

A tempestade Kristin obrigou a fazer descargas para evitar cheias descontroladas

Em todo o país as barragens libertaram 500 milhões de metros cúbicos de água, revela o Público.

A situação na zona do Mondego é a mais preocupante.
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Lusa /

Arquipélago da Madeira sob aviso amarelo devido ao vento forte

O arquipélago da Madeira está hoje sob aviso amarelo devido aos ventos fortes, alertou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Num comunicado, o IPMA sublinhou a possibilidade de ocorrência de rajadas de vento até 75 quilómetros por hora (km/h), que podem chegar aos 100 km/h nas regiões montanhosas.

A costa norte da ilha da Madeira e a ilha de Porto Santo irão também estar sob aviso amarelo devido à agitação marítima, a partir das 06:00, sendo esperadas ondas de noroeste com entre quatro e cinco metros de altura.

As ondas serão ainda maiores, com cinco a seis metros, podendo atingir 10 metros de altura máxima, a partir das 15:00, levando o IPMA a elevar para o aviso laranja na costa norte da ilha da Madeira e na ilha de Porto Santo.

No caso da costa sul da ilha da Madeira, será emitido o aviso amarelo para a agitação marítima, também às 15:00, devido a ondas com entre quatro e cinco metros de altura.

O mau tempo também colocou 14 distritos de Portugal continental sob aviso laranja, segundo o IPMA, que emitiu avisos amarelos apenas para Bragança, Santarém, Portalegre e Évora.

Nos distritos do litoral são esperados ventos fortes e agitação marítima, que se vai prolongar até quarta-feira, segundo o IPMA que no seu site coloca já todo o litoral sob aviso laranja, o segundo mais elevado da escala.

A neve também é responsável pelos avisos laranja de sete distritos nortenhos: Braga, Viana do Castelo, Porto, Vila Real, Viseu, Guarda e Castelo Branco.

Até às 06:00, todo o país poderá ter "períodos de chuva ou aguaceiros por vezes fortes, podendo ser de granizo e acompanhados de trovoada", segundo o IPMA, que emite apenas avisos amarelos para a precipitação.

Segundo o site do IPMA as condições climatéricas vão melhorar na quarta-feira, em especial nas regiões do centro e sul.

O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe "situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, causou pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho. No sábado, outros dois homens morreram ao caírem de um telhado que estavam a reparar, um no concelho da Batalha e outro em Alcobaça. Na madrugada de domingo, um homem morreu no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade, que foi prolongada este domingo, após uma reunião do Conselho de Ministros, até dia 08 de fevereiro.

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RTP /

Atrasos e supressões nas ligações fluviais entre Cacilhas e Lisboa

As ligações fluviais da Transtejo, entre os distritos de Setúbal e Lisboa, estavam a sofrer atrasos e algumas supressões entre Cacilhas e o Cais do Sodré devido às condições meteorológicas e de mar adversas.

Pelo menos duas ligações foram suprimidas entre Cacilhas e o Cais do Sodré e outras ligações estão com atrasos, segundo o site da Transtejo.

A empresa informa que por motivo de constrangimentos operacionais decorrentes das condições meteorológicas e de mar, "não é possível garantir a realização de todas as carreiras previstas" nas ligações Trafaria-Porto Brandão-Belém e Cacilhas-Cais do Sodré.

"Com o objetivo de minimizar o impacto de supressões e atrasos de carreiras, alguns navios iniciam viagem logo que seja alcançada a lotação máxima de passageiros embarcados, independentemente do horário previsto", refere a empresa, numa nota publicada às 6h05.

A Transtejo é responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, a Lisboa.
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Lusa /

Queda de grua na Figueira da Foz obriga a realojamento de seis pessoas

Seis pessoas tiveram de ser realojadas durante a noite após a queda de uma grua sobre cinco prédios no centro da Figueira da Foz, informou hoje o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra.

A ocorrência foi registada às 3h05 na Rua Bernardo Lopes.

À Lusa, cerca das 6h00, fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra apontou que a grua caiu sobre cinco prédios, tendo sido necessário retirar os moradores e realojar seis pessoas.

"As autoridades detetaram algumas deficiências nas infraestruturas e estão a ser tomadas medidas", disse a fonte.

Já fonte dos Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz indicou que "não foram registados feridos, mas os danos serão consideráveis".

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, causou pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho. No sábado, outros dois homens morreram ao caírem de um telhado que estavam a reparar, um no concelho da Batalha e outro em Alcobaça. Na madrugada de domingo, um homem morreu no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade, que foi prolongada este domingo, após uma reunião do Conselho de Ministros, até dia 08 de fevereiro.

 

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Lusa /

Circulação suspensa na Linha do Norte entre Castanheira do Ribatejo e Alverca

A circulação ferroviária na Linha do Norte no troço entre a Castanheira do Ribatejo e Alverca, concelho de Vila Franca de Xira, Lisboa, estava hoje pelas 6h00 suspensa devido a inundação na via, segundo a CP - comboios de Portugal.

Paulo Novais - Lusa

Na rede social Facebook, a CP indica que, na sequência do temporal de quarta-feira, a circulação ferroviária continua suspensa e sem previsão de retoma devido ao mau tempo nos Urbanos de Coimbra, na Linha do Douro, entre Régua e Pocinhho, na Linha do Oeste e na Linha do Norte, com supressão dos serviços de Longo Curso entre Braga e Lisboa.

Na nota, a CP - Comboios de Portugal adianta que no domingo foi reposto o serviço Intercidades, na Linha da Beira Alta, no troço Coimbra B - Guarda, com recurso a UTE 2240 (utilização temporária de automotoras elétricas da série 2240).

Foi igualmente reposto no domingo o serviço regional entre Entroncamento e Soure, na Linha do Norte.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, causou pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados.

A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho. No sábado, outros dois homens morreram ao caírem de um telhado que estavam a reparar, um no concelho da Batalha e outro em Alcobaça. Na madrugada de domingo, um homem morreu no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade, que foi prolongada este domingo, após uma reunião do Conselho de Ministros, até dia 08 de fevereiro.

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Lusa /

Ativado Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil

O Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil foi hoje ativado no território nacional, devido à previsão de "agravamento do cenário de risco para pessoas e bens" nos próximos dias, após a destruição causada pela depressão Kristin.

Filipe Amorim - Lusa

A ativação do Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil (PNEPC) foi aprovada por unanimidade na primeira reunião extraordinária de 2026 da Comissão Nacional de Proteção Civil (CNPC), a que presidiu a ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, refere um comunicado da CNPC.

Esta decisão, prende-se com a "elevada precipitação esperada e seus impactos do ponto de vista hidrológico, nomeadamente ao nível de cheias e inundações (...), efeitos [que] incidem de forma cumulativa sobre um território já afetado pelas consequências da recente depressão Kristin", refere o comunicado.

"Com a ativação do PNEPC ficam preventivamente garantidos mecanismos de coordenação reforçados, integrados e de âmbito nacional", indicou a CNPC, destacando "em particular, o estabelecimento de um fluxo de informação ininterrupto entre todas as áreas governativas e as entidades envolvidas, em apoio à direção do plano", que será assumida pela ministra.

A CNPC precisou também que "os mecanismos previstos no PNEPC serão acionados de forma gradual e flexível, em função da evolução da situação e sempre que tal se revele necessário, com o objetivo de assegurar uma resposta eficaz e articulada à situação de risco".

Segundo a Comissão Nacional de Proteção Civil, órgão de coordenação política em matéria de proteção civil, na reunião "participaram os responsáveis das várias entidades que integram o Sistema Nacional de Proteção Civil", que não fizeram declarações à comunicação social, e "os trabalhos centraram-se na análise da situação hidrometeorológica adversa e na avaliação da sua evolução previsível".

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, causou pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados.

A Câmara da Marinha Grande contabilizou ainda uma outra vítima mortal no concelho.

No sábado, outros dois homens morreram ao caírem dos telhados que estavam a reparar, um no concelho da Batalha e outro em Alcobaça.

Na madrugada de hoje, um homem morreu no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território continental, Coimbra e Santarém são os distritos que registaram mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade, que foi hoje prolongada até 08 de fevereiro, numa reunião extraordinária do Conselho de Ministros.

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