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Após intempéries. Candidaturas aos apoios para habitação terminam a 7 de abril

Após intempéries. Candidaturas aos apoios para habitação terminam a 7 de abril

O prazo para apresentar candidaturas aos apoios destinados à reconstrução de habitações próprias e permanentes afetadas pelo mau tempo termina em 7 de abril, indica o Governo em despacho publicado no Diário da República.

Cristina Sambado - RTP /
Anadolu via AFP

O despacho do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, foi publicado na segunda-feira e determina o encerramento das candidaturas aos apoios em matéria de habitação própria permanente.

"Determina-se o encerramento, a 7 de abril de 2026, das candidaturas aos apoios em matéria de habitação própria permanente, regulamentados pela Portaria n.º 63-A/2026/1, de 9 de fevereiro".

No fim de semana, o Governo assumiu o compromisso de concluir os processos de apoio financeiro às habitações afetadas pela tempestade Kristin até ao dia 30 de junho."Concluímos que aos cidadãos com casas danificadas, infelizmente, o dinheiro está a demorar a chegar. O nosso objetivo é acelerar o processo o mais possível", afirmou o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro de Almeida, assumindo o "compromisso de terminar o processo até ao dia 30 de junho".

No dia em que se assinalaram dois meses da passagem da tempestade Kristin, o governante precisou que, "das 30 mil candidaturas apresentadas, só estão decididas 3.200, pouco mais de dez por cento".

De acordo com Castro Almeida, também só foram pagos quatro milhões de euros, quando estão disponíveis 250 milhões de euros nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e de Lisboa e Vale do Tejo.

Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metade das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.

Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

c/ Lusa

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