País
Autarquias começam a receber apoios após entrega de relatório de danos
Paulo Fernandes, presidente da Estrutura de Missão de Reconstrução da região centro, explicou que as autarquias vão começar a receber apoios do Estado após a entrega do relatório dos danos causados pelo mau tempo, na próxima terça-feira.
Em entrevista à RTP durante a emissão especial do Jornal da Tarde, a partir de Leiria, Paulo Fernandes anunciou que os municípios vão entregar um relatório sobre os danos causados pelo mau tempo na próxima terça-feira, 3 de março.
“Após a primeira leitura da parte da CCDR (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional) centro, está previsto haver um adiantamento”, explicou, acrescentando que Leiria, por exemplo, ainda não entregou este relatório. O ministro da Economia anunciou que foram disponibilizados já 150 milhões de euros.O presidente da Estrutura de Missão para reconstruir o centro do país garante que esse valor já está disponível do ponto de vista orçamental.
Paulo Fernandes adianta que houve 20 mil candidaturas aos apoios e que 250 pessoas já os receberam.
Em relação às empresas, foram feitos 300 pedidos de lay-off, quase todos são parciais. “Acredito que a esmagadora maioria vai conseguir voltar à normalidade”, disse.
Esta sexta-feira marca um mês da passagem da depressão Kristin, a mais forte de uma série de intempéries que deixou um cenário de devastação em Portugal. Os autarcas das regiões mais afetadas queixam-se de falta de apoios para a reconstrução.
“Após a primeira leitura da parte da CCDR (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional) centro, está previsto haver um adiantamento”, explicou, acrescentando que Leiria, por exemplo, ainda não entregou este relatório. O ministro da Economia anunciou que foram disponibilizados já 150 milhões de euros.O presidente da Estrutura de Missão para reconstruir o centro do país garante que esse valor já está disponível do ponto de vista orçamental.
Paulo Fernandes adianta que houve 20 mil candidaturas aos apoios e que 250 pessoas já os receberam.
Em relação às empresas, foram feitos 300 pedidos de lay-off, quase todos são parciais. “Acredito que a esmagadora maioria vai conseguir voltar à normalidade”, disse.
Esta sexta-feira marca um mês da passagem da depressão Kristin, a mais forte de uma série de intempéries que deixou um cenário de devastação em Portugal. Os autarcas das regiões mais afetadas queixam-se de falta de apoios para a reconstrução.