País
"Fernando Alexandre é o culpado" dos problemas com exames nacionais, afirma Missão Escola Pública
Cristina Mota, porta voz do movimento Missão Escola Pública, não tem dúvidas a endereçar a responsabilidade dos problemas que estão a decorrer com a correção dos exames nacionais do secundário. "Há alguém a ganhar com este processo de digitalização", afirma, em entrevista à RTP.
Cristina Mota fala de uma “digitalização apressada” que não parou mesmo com outros casos de problemas verificados com o processo de digitalização das provas. “Insistiu-se neste formato”, assegura. A culpa? É endereçada diretamente ao ministro da Educação.
A porta-voz do movimento insiste que se deve saber qual a empresa que está com este processo, algo que o ministro se recusou a revelar, diz. “Há alguém a ganhar com este processo”, acrescenta e diz que “a divulgação de nomes pode trazer outra abordagem”, mas que é necessária.
Por outro lado, Cristina Mota levantou ainda preocupações quanto ao “risco de segurança”, nas palavras do ministro, que foi detetado na plataforma para a correção dos exames e que motivou a que o acesso fosse suspenso, avisando que está “em manutenção”. A responsável quer saber exatamente qual foi o problema, porque isso pode significar acesso ilegítimo a dados de alunos e professores e a reservas quanto à quebra de segurança. Devido aos problemas técnicos identificados logo nos primeiros dias, o Governo anunciou, na semana passada, o adiamento da divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais.
Os professores terão agora até 14 de julho para classificar as provas, em vez de dia 10, e os resultados serão afixados a 17 de julho, em vez de 14 de julho.
A segunda fase dos exames finais nacionais do ensino secundário, que deveria começar a 16 de julho, arranca apenas a 20 de julho e termina a 24 de julho, em vez de 22 de julho.
A porta-voz do movimento insiste que se deve saber qual a empresa que está com este processo, algo que o ministro se recusou a revelar, diz. “Há alguém a ganhar com este processo”, acrescenta e diz que “a divulgação de nomes pode trazer outra abordagem”, mas que é necessária.
Por outro lado, Cristina Mota levantou ainda preocupações quanto ao “risco de segurança”, nas palavras do ministro, que foi detetado na plataforma para a correção dos exames e que motivou a que o acesso fosse suspenso, avisando que está “em manutenção”. A responsável quer saber exatamente qual foi o problema, porque isso pode significar acesso ilegítimo a dados de alunos e professores e a reservas quanto à quebra de segurança. Devido aos problemas técnicos identificados logo nos primeiros dias, o Governo anunciou, na semana passada, o adiamento da divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais.
Os professores terão agora até 14 de julho para classificar as provas, em vez de dia 10, e os resultados serão afixados a 17 de julho, em vez de 14 de julho.
A segunda fase dos exames finais nacionais do ensino secundário, que deveria começar a 16 de julho, arranca apenas a 20 de julho e termina a 24 de julho, em vez de 22 de julho.