País
Partidos da maioria parlamentar contra comissão de inquérito
PSD e CDS-PP recusaram hoje a proposta do Bloco de Esquerda de criar uma comissão de inquérito parlamentar para clarificar eventuais ligações entre a demissão de Maria José Morgado da direcção do combate ao crime económico e financeiro da PJ e o caso Moderna.
O deputado bloquista avançou com a ideia durante a audição de Morgado na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, onde a procuradora-geral invocou várias vezes o segredo profissional para não esclarecer se a sua saída da PJ estava relacionada com o processo da Universidade Moderna.
O vice-presidente da bancada do PSD Marques Guedes recusou a constituição da comissão de inquérito sobre esta questão, argumentando que "a PJ não pode continuar a servir de arma de arremesso contra o Governo pelas forças da Oposição".
Para o presidente do grupo parlamentar do CDS-PP, Telmo Correia, "Portugal não é a Albânia" e, neste pressuposto, opôs-se à constituição da comissão de inquérito.
Perante a recusa das forças políticas que integram a coligação parlamentar, a constituição da comissão de inquérito depende de um requerimento de forma potestativa, tendo de ser subscrito por um quinto (46) dos 230 deputados em efectividade de funções.
O vice-presidente da bancada do PSD Marques Guedes recusou a constituição da comissão de inquérito sobre esta questão, argumentando que "a PJ não pode continuar a servir de arma de arremesso contra o Governo pelas forças da Oposição".
Para o presidente do grupo parlamentar do CDS-PP, Telmo Correia, "Portugal não é a Albânia" e, neste pressuposto, opôs-se à constituição da comissão de inquérito.
Perante a recusa das forças políticas que integram a coligação parlamentar, a constituição da comissão de inquérito depende de um requerimento de forma potestativa, tendo de ser subscrito por um quinto (46) dos 230 deputados em efectividade de funções.